Problemas de intimidade física

Me alienei completamente em relação as pessoas (Histórias de Quarentena)

2020.08.24 07:11 aquele_esquisito Me alienei completamente em relação as pessoas (Histórias de Quarentena)

Esse ano tá sendo bem interessante para mim até agora, comecei com 23 anos, virgem, bv, com zero experiências íntimas com mulheres, sem nunca de fato ter valorizado essas aventuras, isto é, nunca ter buscado de fato. Sempre fui no menor número possível de festas, nunca engajei em nenhum tipo de flerte com uma mulher e com isso nunca cheguei perto não só das ppks alheias como não sei o que é amar uma mulher. Basicamente era um incel sem a parte de odiar as mulheres, só a de não ver necessidade em transar mesmo, sem nenhum vitimismo, *quase um assexual que sente vontade física de transar mas não psicológica. *
Pois bem "ano novo, vida nova", pensei comigo mesmo que ia mudar isso, não deve ser tão difícil, ainda sou jovem sem ser garoto demais, quase empregado, não sou horrendo, os anos de academia me transformaram em uma pessoa atraente de corpo e sou absurdamente interessado (quase de maneira autista) em saber das coisas/conceitos/ideias/ciências/formas de arte, me transformando numa máquina de boas conversas por ter assunto pra infinidade de tempo. Por que decidi mudar isso? Literalmente por pensar com o meu pau, depois dos 20 parece que minha libido triplicou e eu não via a hora de finalmente comer alguém. E aí eu ainda caí na isca de "tem mais de 20 e é virgem? teu padrão é muito alto" que me deu um falso senso de segurança, ou seja, fui em todas que deram bola.
Usando tinder já comecei a perceber que ter um grande conhecimento de vários assuntos não significa ter uma boa conversa de bate e pronto, por isso passei uns tempos dando match com qualquer menina (mesmo que longe) só pra treinar o meu gingado na conversa com elas, depois de umas semanas consegui uma melhora boa (e agora quase indo pro fim do ano já me sinto um mestre das conversas) e comecei a de fato marcar encontros.
Pelo tipo de texto que estou escrevendo você pode talvez imaginar um autista metido que se acha o rei da cocada, e é meio assim que eu me sinto comigo mesmo, mas na vida real eu consigo me passar por uma pessoa completamente normal e sociável, o lance é que eu estou fazendo força para isso internamente. Sempre achei isso meio normal porque apesar de ser extremamente introvertido nunca fui tímido e sempre convivi com coletividades de amigos ao longo da minha vida ATÉ a faculdade quando todo mundo foi separando, daí eu tenho um senso de normalidade bastante bem desenvolvido, a partir dai é questão de querer mesmo.
Primeira menina foi logo na época de carnaval (apesar de ter passado longe de blocos), foi com ela que eu perdi o BV de todas maneiras possíveis e desenvolvi mais habilidade com mulheres, saímos durante a semana quase toda (ela era de fora) mas não conseguimos transar por conta de terceiros empacando o bonde (a vontade foi tanta que chegamos a ficar nos esfregando em alguns lugares públicos). Viu? Não foi tão difícil, vou transar bem mais rápido que imaginava, eu só precisava achar alguém que morasse sozinha pra facilitar tudo. O único alerta que essa primeira vez me deu foi que eu não gostei da experiência, e eu to acostumado a não gostar de saídas sociais/fingir ser normal, passo por isso a vida inteira, mas acho que por essa vez ter aprofundado mais na minha intimidade acabei odiando mais do que uma simples ocasião social.
Sai com a segunda um tempo depois e essa era bem mais quieta e tranquila que a primeira, com essa não rolou nada e eu não fiquei tão desconfortável, depois percebi que foi porque foi basicamente um rolê que eu tenho com meus amigos, daí o nível de conforto foi proporcional a isso e não a de ir pra trocar saliva com uma mulher. Essa segunda era espetacularmente linda apesar de não parecer tão interessada como a primeira (que também era bonita!). A partir daí eu percebi que tava fácil demais e decidi tentar ser mais criterioso a fim de achar uma mulher bonita que fosse transar comigo sem as frescuras sociais, porque meu pau tava mandando em mim.
Enfim, achei uma mina com 28 anos que tava querendo, marquei um pouco antes das minhas aulas começarem mas tive que dar uma adiada por um problema, porém o encontro nunca de fato aconteceu pois por ironia divina, o corona estourou e a pandemia começou. A partir daí vou dar uma acelerada na história, pois desse início de março até hoje continuei acessando o tinder assiduamente quase como um vício de autoestima com a desculpa de treinar meu papo com mulheres, e sem intenção de quebrar a quarentena.
Fiz todos tipos de perfil possível (pedindo sexo na bio, super fofo, esquisito, descolado...) e dei match com todo tipo de mulher possível, tive várias conversas a ponto da minha habilidade social ter crescido bastante, porém acabei chegando no ponto de saturação mais que completa. Lembra quando eu disse que ia ser mais criterioso? Isso subiu absurdamente a minha cabeça a ponto de eu literalmente achar todas as mulheres do app feias ou indesejáveis de alguma forma, antes eu literalmente tinha uma certa luxúria por quase todas porém isso foi morrendo com as conversas. Porque eu começava a conversar no meu modo ultra social (quase um superego em esteroides) e levava uma conversa foda em vários lugares imagináveis, conseguia colocar as minas fissuradas em continuar a conversar comigo, me chamar pra conversar tomando iniciativa e tudo mais. Mas aí eu percebi que comecei a odiar as conversas, porque a dura realidade é que nenhuma mulher passa um tempo psicopata aprendendo a conversar com homens no tinder pra ter a conversa perfeita.
Isto é, apesar de eu tomar a dianteira, as conversas para mim começaram a ser absurdamente horríveis e pouco proveitosas, porque as mulheres em geral são seres humanos normais, que em sua maioria são completamente entediados consigo mesmo e desinteressantes. Deixou de ser sobre conquistar as meninas com a lábia das palavras para "Quero uma conversa interessante pra mim", e obviamente não encontrei ainda uma menina psicopata ao ponto de seguir o guia que eu descrevi, mesmo as boas de conversa batiam no meu ego me dizendo "nossa, se eu consegui isso com essa, talvez eu consiga algo melhor". Até agora eu consegui umas 5 meninas a tentarem me convencer a quebrar a quarentena com elas.
Olha a merda no que eu me tornei, esses últimos parágrafos são estreitamente das profundezas da minha mente, onde eu comecei a levar essas conversas de merda e encontros como achievements sociais. Que foi de certa forma como eu abordei tudo isso no começo sem perceber, quero transar porque sim, meu pau me ordena, quero perder o BV para poder falar livremente com as pessoas que eu já beijei (não gosto de mentir sobre isso e sempre admito o que sou sem vergonha quando o assunto surge em conversa com amigos) e não sou um completo inapto social por tentar e ser rejeitado. Finalmente me encontrei numa posição de poder e comecei a usar isso pra aumentar o ego pura e simplesmente, fui me tornando uma mina aleatória de only fan que coleciona macho que paga tudo pra ela (famosos simps).
"Nossa, que fanfic de adolescente retardado" pode passar pela sua mente, pois bem, a dose de realidade chegou para mim, porque apesar de não ser horrendo eu não sou nenhum modelo, então teve uma hora que eu basicamente bati no meu limite de beleza no tinder e a atenção que eu tava recebendo secou completamente. Comecei aceitando qualquer uma com um perfil super amigável e convidativo, pra aceitar até umas meninas que considero meio feias com um perfil mais interessante, pra começar a encontrar com meninas regulares/do meu nível pra até algumas mais bonitas com um perfil super esquisito (pra filtrar tipos de menina que eu não queria), e aí eu estagnei, ainda to um pouco longe do topo da pirâmide mais fui um pouco mais longe do que imaginava. Fui de perdedor de boas, para perdedor com um falso senso de poder, para perdedor carente que tentou voar muito perto do sol, tudo isso também por não gostar da ideia de correr atrás de mulher, parto do princípio que se a mina não tiver iniciativa pra vir falar comigo é porque pra ela não tem nada ali e já descarto de cara.
Eu basicamente sinto que estou passando, ao longo dos últimos anos, por um processo de alienação completo de relações sociais à lá ted kaczynski, e eu sinto que essa era uma das últimas barreiras que eu tinha pra quebrar: a do sexo oposto. Já tinha normalizado na minha cabeça a minha própria desumanização e completa insignificância, pra estender isso pra colegas/amigos/parentes, e finalmente sinto que estou me descolando do tecido dos relacionamentos, ou de mulheres no geral. O que eu achei mais perceptível desse processo foi que o meu "pensar com o pau" meio que se tornou temporário, antes eu poderia ter me masturbado ou não e ainda havia um certo desejo por mulheres, agora eu sinto que sou uma pessoa quando estou com tesão e quando não estou mais simplesmente volto a não dar a mínima pra estar com uma mulher (eu já não ligava pro aspecto de companhia da relação, agora então o sexual parece ter ido embora também assim que esvazio o saco), inclusive com algumas dessas meninas que encontrei cheguei a fazer chamadas pra ficar me masturbando e é mata conversa na certa, porque o meu tesão acumulado por aquela pessoa desaparece da face da terra com uma gozada e eu não consigo nem mais falar com ela. Não sei se já estou estragado pro sexo, porque tenho certeza que depois de transar o meu desejo vai ser ficar sozinho comendo uma pizza e ouvindo música.
Pra quem for comentar em nofap e parar de ver pornô, eu não me masturbo com tanta frequência ao longo do ano, inclusive já fiz no fap de 3 meses duas vezes (outra isca que não serve pra muita coisa), também quase não consumo pornô, minha libido é muito errática com a masturbação, posso passar um tempo me masturbando 3-4 vezes por mês (tendo muita ocupação e coisas pra resolver) para chegar uma sequência de três dias de vagabundo e me masturbar 4-5 vezes por dia, quantificando num ano passo longe de vício por punheta ou pornô.
O mais engraçado da história toda é que todo esse processo aconteceu com auxílio do isolamento físico da quarentena que me possibilitou a chegar nesse ponto de alienação sem nem transar ainda. To quase me sentindo como o androide no fim do Ex-Machina que vai pra sociedade viver como uma pessoa normal, visto que to bem perto de finalizar a faculdade, vou tentar arranjar um emprego, morar sozinho, e finalmente virar um adulto de fato, a única coisa que eu tava sentindo dever nesse quesito de amadurecimento era a parte de relacionamento, principalmente o sexo porque de fato eu nunca tive interesse em montar família com casamento/filho/cachorro/gato, nem a ideia de namorar me atraia já bem novinho justamente por desgostar dessa ideia do companheirismo, minha última esperança era transar, mas isso eu acho que nem faço mais questão de concretizar.
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2020.06.25 19:16 torrente_leleo Sou um babaca a distância?

Olá Luba, editores, gatas, convidado inexistente e turma que está a ver. Sou antigo no canal do luba mas nunca participei em nada, até ver uma história de um menino que tinha um relacionamento abusivo pois era muito inseguro e com autoestima baixa e sua namorada se irritava e até aproveitava disso às vezes, e por isso queria compartilhar minha história. Conheci essa menina na internet e nos apaixonamos muito rápido, fazíamos ligações por horas todos os dias e vários planos pra nos vermos com frequência. Tínhamos certeza de que éramos feitos um pro outro, até pegarmos bastante intimidade e eu começar a me afetar por problemas pessoais dela. Todas as inseguranças, auto-sabotagens, comportamentos depressivos e nada saudáveis dela me incomodavam muito, mesmo eu amando a pessoa que ela era pra mim. Saber que ela ficava um ou dois dias sem comer, ouvir ela falando mal dela mesma o tempo todo e não ligando pra saúde mental ou física dela mesma me deixava muito triste e começamos a brigar por isso. Não pelo fato de eu ver que ela tinha depressão e falar fICA FeLIZ, mas por ver que ela não queria sair dessa situação, procurar um médico ou psicólogo. Tenho medo de estar querendo “mudar” ela pra ser alguém que ela não é e assim me sentir bem namorando com ela, ou de estar sendo pouco compreensivo. Eu sou apaixonado por ela mas isso tudo tá me fazendo querer terminar. Beijos luba, obrigado por me alegrar enquanto almoço ou janto =30
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2020.04.19 19:59 Rubens322 9 razões pelas quais seu parceiro se recusa a fazer sexo

9 razões pelas quais seu parceiro se recusa a fazer sexo

Baixa libido sexual!
O início do seu relacionamento ou durante a lua de mel, você era como duas pombas inseparáveis, não tiravam os olhos um do outro ... mas com o tempo, tudo mudou. Segundo um estudo recente, atração física e sexo são sinais de um relacionamento saudável. Mas como o nível de intimidade sexual entre parceiros mudou ao longo dos anos? "Para os homens, diminuir o desejo sexual é um processo natural", diz o Dr. Gene O'Connell.
Segundo estudos em homens, a atividade sexual começa a declinar aos 45 anos e continua a diminuir a cada ano. O fundo hormonal desempenha um papel importante nesse processo. Outros fatores podem ser a saúde do homem, dificuldade em atingir o orgasmo, falta de autoconfiança no leito e diminuição da libido. É possível fazer todo o possível para manter o grau de excitação no quarto, mas ao mesmo tempo sinta que seu parceiro está cada vez menos atraído por você. Segundo especialistas, as principais razões para isso são:

1. A carreira dele pode estar deprimindo outras áreas da vida dele.

Você pode começar a suspeitar que seu parceiro tenha uma amante. Mas é possível que a "amante", que absorve toda a atenção e tempo de sua amada, seja algum tipo de atividade ou hobby. "Quando os homens se entregam a toda a sua paixão por suas carreiras, eles podem suprimir a excitação sexual que geralmente é direcionada a seus parceiros", diz Sydney Serut, Ph.D. e neuropsicólogo. Reconhecimento, dinheiro e satisfação do próprio ego podem ser fatores determinantes para um homem. Tente conversar com seu parceiro sobre maneiras de equilibrar a vida profissional e pessoal e impedir que o trabalho dele seja prejudicado no quarto.

2. Baixa testosterona

Você sabia que, nos EUA, por exemplo, a testosterona é um dos agentes hormonais mais usados? Estudos recentes mostram que os níveis de testosterona nos homens diminuem drasticamente rapidamente com a idade. Além disso, cerca de 13% dos homens sofrem com os chamados. hipogonadismo, que bloqueia a produção de testosterona em quantidades suficientes. "Além da diminuição da libido, os sinais de baixos níveis de testosterona podem incluir diminuição da vitalidade, mau humor, fadiga, perda de massa muscular e até disfunção erétil", disse o Dr. Abraham Morgenthaler, professor de cirurgia de Harvard e urologista em exercício. Segundo ele, 97% dos homens que têm baixos níveis de testosterona mencionaram que esse fator teve um efeito negativo em sua vida sexual.

3. Ele pode estar sofrendo de menopausa

De acordo com a Clínica Mayo em Boston, esse fenômeno é chamado de "andropausa" e envolve uma diminuição nos níveis de testosterona nos homens. Não há nada de errado com os senhores, as coisas não são tão nítidas e intensas quanto as mulheres. O Dr. O'Connell nos aconselha a não animar o fato de nosso parceiro, que já estava pronto para rasgar nossas roupas, agora mal estar nos vendo de cueca nova. A razão para isso pode ser puramente fisiológica, não psicológica. Em vez de se fechar, converse com ele com mais frequência sobre seus sentimentos e necessidades sexuais. E para sua própria conversa, é claro!

4. Assistindo filmes eróticos por diversão

De acordo com estudos da Universidade de Indiana e da Universidade do Havaí, homens que assistem filmes eróticos têm um nível significativamente menor de satisfação com o sexo com seus parceiros. Para começar, vamos esclarecer por que um homem recorre à análise erótica ou pornô. "Homens solteiros geralmente não têm a oportunidade de se comunicar e ter intimidade com outras pessoas", diz o Dr. Seruto. No entanto, filmes adultos podem ser devastadores para um caso de amor. "Quando um homem desenvolve dependência desses filmes, ele começa a confiar neles, não em seu próprio parceiro", diz Les Parr, psicólogo de Seattle.

"Os neuroquímicos que enchem o cérebro quando se olha para o erotismo podem causar o mesmo vício em drogas. Estudos mostram que a pornografia provoca expectativas irreais de sexo em humanos ". É isso que reduz o nível de satisfação do parceiro com o homem. "Se você suspeita que seu parceiro se sente à vontade com filmes eróticos, tente encontrar uma solução, reconhecer o problema e discuti-lo, talvez ao visitar um sexólogo", aconselhou o Dr. Parr.

5. Ansiedade em um homem relacionada à sua baixa atração sexual

A ejaculação precoce ou retardada pode ser um problema comum para homens com disfunção erétil, o que também afeta sua confiança em si. "Pode haver várias causas de disfunção erétil, ejaculação precoce ou retardada, mas os fatores comuns são decepção, ansiedade e inferioridade que podem encerrar a relação sexual por completo", adverte Seruto. Portanto, é crucial que o tratamento de tais problemas (medicamentosos e psicologicamente) não seja retardado.

6. Problemas de saúde A

perda de atração sexual pode ser indicativa não apenas de problemas no quarto. "A baixa libido do seu parceiro pode indicar seus problemas de saúde", diz o Dr. Phil Nguyen, especialista em disfunção erétil. "O pênis é um tipo de detector para a saúde dos homens; portanto, novos problemas na cama podem ser sintomas de doenças muito mais graves, como diabetes, doenças cardíacas ou câncer de próstata", explica ele. Obviamente, diminuir a libido nem sempre é um sinal de doença, mas não será desnecessário compartilhar suas preocupações com seu parceiro e convencê-lo a ser revisto.

7. Excesso de peso

Sim, o excesso de peso pode diminuir a atração sexual de um homem. Um estudo descobriu que a obesidade e a falta de atividade física levaram a uma exacerbação da disfunção sexual em 43% das mulheres e 31% dos homens. "Diabetes e obesidade reduzem a atividade sexual", diz o Dr. Seruto. Segundo o Dr. Eric Plascher, autor de "100 Anos de Vida", a atividade física aumenta as endorfinas e pode fazer as pessoas se sentirem melhor. O mesmo vale para alimentos saudáveis. "As pessoas que comem alimentos pesados, gordurosos ou muito doces podem se sentir cansadas, relaxadas e privadas de apelo sexual", acrescenta ele.

8. Estresse

problemas financeiros e de trabalho podem realmente afetar a libido? "Sim, as pessoas estressadas geralmente perdem sua atração sexual temporariamente pelo parceiro", diz o Dr. Plescker. É claro que você não pode eliminar a fonte de estresse ou afetar o mercado de ações, mas pode inspirar um homem para algumas mudanças no estilo de vida que terão um bom efeito em sua saúde e libido. Quando seu marido é gordo demais para fazer sexo ... Os cientistas descobriram o que temos a dizer durante o sexo

9. Ele não recebe apego físico suficiente de você

Em geral, tudo aqui depende inteiramente de você. Este é um dos fatores mais simples que você pode mudar para melhorar sua vida sexual e fazer valer a pena. Segundo o Dr. Rafael Darvish, a falta de interesse em sexo pode ser devido ao fato de você não demonstrar afeto físico ao seu parceiro na vida cotidiana. Abrace e beije seu amado, mostre a ele que você precisa dele, deixe que ele sinta sua importância para você.
#libido #desejosexual #sexo #relacionamento
Fonte!
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2020.02.10 06:05 tarotmadrid Horóscopo semanal tauro dinero en Avila, Los guijuelos

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Horóscopo para hoy Domingo, 9 de Febrero de 2020 todos los signos del zodiaco

Aries:

No vas a poder engañar nunca a Aries, tarde o temprano se van a dar cuenta de todo. Son habilidosos e investigan todas sus dudas.

El amor.

Deberás poner lo mejor de ti mismo para que vuelvan a florecer las buenas intenciones de armonía y entendimiento en tu vida amorosa. La economía. En el escenario de tus ocupaciones, pones en primer plano talentos que parecían olvidados en una situación que requiere de toda tu energía: tu encanto personal termina con los obstáculos.

Su salud.

Las tensiones te traen dolores de cabeza.

Tauro:

Tauro no es de aquellas personas que duran mucho estando enojados, sin embargo, en ese breve periodo en el que están furiosos, sacan a relucir su lado más terrible.

El amor.

Posibles conflictos y malentendidos en la vida amorosa te pondrán de muy mal humor; trata de dominar la tendencia a perder la paciencia, especialmente con los seres queridos. La economía. En el terreno de tus ocupaciones, saldrás bien parado de situaciones complicadas, necesitas reforzar tu confianza en ti mismo, podrás conseguir lo que quieras.

Su salud.

Si te sientes nervioso, nada mejor que canalizar tus energías positivamente a través de tareas manuales.

Géminis:

Para que un Géminis sea conquistado necesita que le brinden seguridad y estabilidad, pero nada de querer sofocarlo.

El amor.

El entorno astral te favorecerá para recomponer tus sentimientos, un balance de lo que han supuesto tus relaciones afectivas hasta el momento te dará una nueva visión de lo que necesitas. La economía. En tus ocupaciones, buscar resultados inmediatos en lo económica resulta una exigencia irreal: deten un poco la marcha y reflexiona sobre resultados en tiempos realistas.

Su salud.

Tu salud, en orden.

Cáncer:

Cáncer odia las mentiras, las mentiras llevan a la desconfianza, y si hay desconfianza, no queda nada...

El amor.

Tu vida sentimental se afianza y las relaciones se profundizan: nadie mejor que tú para saber qué es lo que da mayor felicidad a la pareja; los espacios de afecto crecen y la intimidad se convierte en un refugio. La economía. La actividad comercial crece y tus ganancias pueden superar las expectativas, tu agudeza mental te será de extrema utilidad.

Su salud.

Tantas actividades pueden repercutir desfavorablemente en tu salud, cuida tu descanso.

Leo:

Leo es un signo muy inteligente. Saben lo que tienen que hacer y cómo lo tienen que hacer. Si se equivocan aprenden de sus errores.

El amor.

Momentos mágicos, llenos de pasión y ternura entre los enamorados, la seducción ocupa un primer plano en el universo amoroso de los toros celestes. La economía. En el escenario laboral, si mejoras el vínculos con tus colegas, la jornada no te resultará tan pesada: emplea un poco de diplomacia.

Su salud.

El contacto con mascotas puede ser una fuente de gran bienestar.

Virgo:

A Virgo ♍ le gusta más ser conquistado que conquistar. A su manera, ayuda porque pone las cosas fáciles...

El amor.

Si vienes arrastrando problemas de pareja, no será el mejor momento para aclarar los malos entendidos o llegar a un punto de encuentro, los movimientos astrales dificultan la comunicación, y lo que comienza con buenas intenciones puede acabar mal. La economía. En el escenario de tus ocupaciones, si enfrentas situaciones de tensión y conflicto con tus colegas, será conveniente sacar a relucir las dotes diplomáticas que sabes manejar con tanta soltura.

Su salud.

Propensión a afecciones de garganta, evita fumar y estar en corrientes de aire.

Libra:

Si algo molesta a Libra puede que no explote inmediatamente pero es seguro que lo hará en algún momento.

El amor.

Una amistad con una persona de tu entorno laboral o de estudios tenderá a convertirse inesperadamente en un romance de gran voltaje erótico, no alimentes falsas expectativas porque fuera del ámbito en que se desarrolla, tu vida lleva un rumbo hacia otra dirección. La economía. La buena formación académica y la preparación personal favorecerá la obtención de ventajas en el plano laboral, la recompensa a tanto esfuerzo finalmente brindará sus frutos.

Su salud.

Tendencia a las alteraciones nerviosas, trata de dominar tu ansiedad.

Escorpio:

Acuario + Escorpio = A Escorpio le gusta el reto que implica Acuario, tienen cosas similares pero tienen que saber comunicarse.

El amor.

Una nueva persona que irrumpe en tu vida te ayudará a dejar atrás una relación anterior que no te deja avanzar; es hora de dedicar más tiempo al presente en vez de pensar tanto en el ayer. La economía. Sucesos ventajosos en lo económico tranquilizan y permiten cancelar deudas; los astros obsequian un ciclo de abundancia y estabilidad.

Su salud.

Momento ideal para comenzar alguna actividad física, además de mantenerte en forma, te ayudará a descargar tensiones.

Sagitario:

Sagitario ama y deja de amar de la misma manera.

El amor.

Gratos estímulos impulsan a disfrutar de una convivencia animada en los matrimonios y la familia primaria; la amistad en cambio, al filo de la navaja: la clásica terquedad del toro puede cortar la cuerda en el momento menos esperado. La economía. Las tareas relacionadas con la administración, selección de personal y la organización de rutinas laborales se ven favorecidas por los astros.

Su salud.

Gran vitalidad.

Capricornio:

Capricornio quizá analiza demasiado las cosas. Deberían ver la vida de forma más sencilla.

El amor.

Deberías detenerte a pensar cuál es el rumbo que quieres dar a tu vida amorosa, porque los objetivos y premisas que tiene tu pareja en este momento son opuestos a los tuyos. La economía. Con respecto a tus actividades, una sana ambición y espíritu de competencia te alienta a mejorar tu rendimiento profesional.

Su salud.

Necesitas más distracciones.

Acuario:

Acuario: no sé cómo lo haces pero al final todas tus conquistas suelen quedarse prendadas de ti. Eres frío pero tan dulce si quieres...

El amor.

Reclamos afectivos, escenas de celos y un clima de tensión te ponen de malhumor; no te será fácil cambiar el escenario si sigues dedicando tan poco espacio a tu pareja. La economía. En el plano laboral, busca conectarte con personas que adhieran a tus intereses, tu economía puede mejorar si unes esfuerzos en algún emprendimiento.

Su salud.

Controla tu presión.

Piscis:

Un Piscis que ocasiona un daño, en realidad no lo hizo a propósito.

El amor.

Las influencias astrales te deparan una conexión sexoafectiva con tu pareja con todos los sentidos, es tiempo de disfrutar a pleno esta mágica etapa de tu historia sentimental. La economía. Es tiempo de pensar en cambios y abrirte a nuevas posibilidades laborales, si lo viejo conocido no funciona, dedica tu energía a volcarte a nuevas consignas para avanzar.

Su salud.

Tu salud, sin novedades ni tampoco preocupaciones.
TAROT
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Preguntas frecuentes sobre Horóscopo semanal tauro dinero

1. Quiero hacer una consulta de Tarot, ¿sobre qué puedo consultar?
Puede consultar sobre lo todo aquello que le preocupe, el Tarot es ideal para temas sentimentales de todo tipo, matrimonios, divorcios, parejas, infidelidad, etc, para temas laborales y de juicios, viene muy bien para preguntas sencillas, afirmativas o negativas, también para cuestiones financieras, de herencias, etc. En cuestiones de salud somos muy precavidos, porque no somos dioses y podemos equivocarnos en temas tan delicados.
2. ¿Por qué tiene tan mala fama los servicios de Tarot y a menudo se les persigue como estafadores?
No entendemos muy bien la caza de brujas a la que siempre estamos sometidos, bien es cierto que estafadores existen en este sector, pero como en cualquier otro sector ( abogados, médicos, jueces, etc ), al igual que también existen muy buenos profesionales. Pensamos que la valía de cada empresa se demuestra por sus hechos, sea del sector que sea, y siempre el miedo y el desconocimiento hace que las personas desconfíen del servicio, sea cual sea éste.
3. ¿Las consultas de Tarot por teléfono son igual de fiables que en directo?
Nosotros diríamos que son incluso más fiables, por la sencilla razón de que el tarotista es más objetivo, está en su entorno, concentrado, puede visualizar mejor porque no está pendiente de los gestos del cliente, su canal está más limpio y ve más y mejor.
4. ¿Cuántas veces se puede consultar el Tarot?
El Tarot no se debe utilizar a la ligera , primero porque es un sistema que pierde efectividad si se consulta muy a menudo con las mismas preguntas una y otra vez , y segundo, porque es un servicio que te puede salir muy caro si no controlas tus consultas. Debe ser un servicio que se consulte cuando hay necesidad, no como juego o diversión.
5. ¿Por qué cobráis el servicio que prestáis?
No entendemos porque no debemos cobrar el servicio, nuestro equipo está formado por profesionales que se han dedicado toda su vida a esto, ya sea de forma innata o estudiada, dedican su tiempo, su esfuerzo en conseguir ver aquello que los consultantes no ven y de muchas formas ayudan a personas a diario, por lo tanto, deben cobrar por su trabajo, como cualquier profesional que dedique esfuerzos y trabajo en su actividad profesional.
6. ¿Quién consulta el Tarot?
El Tarot lo consulta todo aquel que lo necesite en algún momento de su vida, tenemos clientes de todas las clases sociales, de todas las profesiones posibles, de todos los países del mundo, y con multitud de problemas de toda índole, por lo tanto, el tarot lo consulta quien quiera y quien sea, si es mayor de 18 años, claro.
7. ¿Las consultas que yo haga son privadas?
Por supuesto, todas las consultas que usted realice con cualquiera de nuestros profesionales son confidenciales y no pueden ser desveladas a nadie, ni grabadas, garantizamos su privacidad.
8. ¿Vosotros acertáis en las consultas que hacéis?, ¿ qué tanto por ciento acertáis?
Aquel Tarotista o equipo de Tarotistas que diga que acierta en un tanto por ciento, realmente no lo dice correctamente. No tenemos unas estadísticas o tablas fiables que nos digan nuestro porcentaje de aciertos. Lo único que confirman nuestros aciertos son los testimonios de nuestros clientes, que son los que comprueban si con el tiempo las predicciones realizadas se han cumplido, y por ahora hay muchísimas que se han cumplido, algunas esperando ser cumplidas y otras que por ahora no se han cumplido. Creemos que nuestro Gabinete es uno de los más consultados actualmente porque tenemos grandes profesionales con un índice de aciertos muy alto, recibimos a diario cientos de confirmaciones y agradecimientos por ello. No lo dude consulte ahora sobre Horóscopo semanal tauro dinero
9. ¿Por qué es tan difícil que el tarotista adivine con exactitud el tiempo o las fechas en que se van a realizar las predicciones?
No somos una ciencia exacta, por lo tanto, es normal, que en cuestiones de fechas, nos aproximemos, pero no somos exactos. Si fuera así, adivinaríamos con mucha facilidad números de loterías, premios diversos, etc, y no es el caso.El Tarot es más complicado de lo que parece, no es fácil “ver“ lo que se pregunta, y muchas veces se ve lo que no se pregunta, por esto, necesitamos mucha concentración y energía.
10. ¿Por qué una tarotista me acierta a mí y otra no, y ésta le acierta todo a otra persona y la mía no?
Los tarotistas son como los médicos, lo psicólogos, los abogados, etc, el que es bueno para unos no lo es tanto para otros, por esto, siempre aconsejamos que se pruebe a varios tarotistas y con mucha paciencia, se quede con el que mejor les acierte. Somos seres con energía, conectamos con algunos, pero con otros no tanto, por eso decimos que la lectura del Tarot depende del consultante y del consultado, no hay un solo canal, se necesitan los dos canales para conectar bien.
http://tarotmundial.com/emociones-ocultas-en-cantabria.html
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2020.02.10 05:58 tarotmadrid Vidente Teresa en Leon, Cacabelos

Vidente Teresa en Leon, Cacabelos
Habla directamente conmigo en privado por medio del numero:: 806 556 292. Vidente Teresa.
Explicacion de cartas del tarot en Leon, Cacabelos. ¿Ambicionas una ojeada de cartas de tarot, para conocer que te enumeran las cartas para ya, con una apreciacion muy justa y desinteresada?. No titubees en dialogar por teléfono con nosotros. Un tarotista entendido y aceptado en los medios te escuchara. Nos singularizamos por ser una de las marcas que garantizamos a quirománticos muy renombrados alrededor del mundo, con centenares de parroquianos tranquilos.
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Somos un Tarot de fiar.

Son abundantes las personas que Testimonian los increibles resultados, que han logrado siguiendo los consejos de nuestras tiradas de cartas del tarot.
No es por pavonearnos, no obstante privadamente he conseguido amar las muestras de cariño de esos parroquianos, que dejan de ser simples parroquianos para transformarse en compañeros leales, gracias a la empatía y simpatía que solo nuestros clarividentes pueden dar.

Somos los más buenos Médiums.

No estará hablando a otro número de tarot más, si no que sin duda somos el mejor numero, que te dará: En primer lugar:
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Pues que esperas llámanos y juntos tu y yo con la ayuda del tarot lo resolveremos. No esperes más el tiempo es ahora, no tengas temor los cobardes jamás tienen una vida plena y llena de felicidad. Además los precios son muy accesibles.

¿Cuál es el costo? para consultar Vidente Teresa

Costo por utilizar las líneas 806 para consultar al Vidente Teresa

El precio máximo por minuto de esta llamada es de 1 euro y 18 céntimos de euro si llama desde un teléfono fijo y de 1 euro y 53 céntimos de euro si llama desde un teléfono móvil, impuestos incluidos. Este servicio de entretenimiento reservado a mayores de 18 años está prestado por TAROT DE LAS ESTRELLAS. APARTADO DE CORREOS 57204. 28223 MADRID.

Costo por usar la consulta de Vidente Teresa con tarjeta visa:

  • 10 minutos 7 euros.
  • 15 minutos 10.50 euros.
  • 20 minutos 14 euros.
  • 30 minutos 21 euros.

Horóscopo para hoy Domingo, 9 de Febrero de 2020 todos los signos del zodiaco

Aries:

Aries Quieres enfocarte en una sola cosa y ser el mejor en eso, no dispersaste y hacer un poco de mucho ese no es tu estilo.

El amor.

Se presenta una tendencia negativa debido al ánimo irritable, la susceptibilidad a las ofensas, y la incapacidad para responder adecuadamente frente a ello; te sentirás predispuesto a juzgar y a cerrarte en tus pensamientos. La economía. La visita de personas llegadas del exterior podría generar propuestas profesionales muy interesantes; tus esfuerzos por promover o lograr una estabilidad económica comenzarán a ser premiados.

Su salud.

Buen estado físico.

Tauro:

Tauro: eres resistente como una piedra y pocos son los que pueden alterar tu tranquilidad

El amor.

Los celos tienen el poder de nublar el buen juicio; si te sientes confundido, evita tomar decisiones en base a tus presunciones porque puedes estar equivocado. La economía. Inversiones fallidas, malos negocios, errores en el manejo del dinero pueden ocasionar una retracción monetaria; sólo gasta en lo indispensable hasta equilibrar nuevamente tu economía, evita contraer deudas.

Su salud.

Evita el exceso de cafeína.

Géminis:

Si ACUARIO tuvo 12 novios💑, ARIES tendrá 15😍 y Géminis tiene 4😇 ¿quien tiene más novios?

El amor.

En cuestiones del corazón, el deseo se incorpora a la pareja de una manera distinta, hablar de las fantasías y los deseos ayuda a mejorar la calidad de la relación en la intimidad. La economía. Los tránsitos celestes te dotan de gran habilidad y mucha inteligencia para mejorar los ingresos; darás excelente uso a todos tus recursos intelectuales para ensanchar tus horizontes profesionales.

Su salud.

El hígado puede ser tu punto débil.

Cáncer:

Si haces bien a Cáncer, [email protected] harán lo mismo o más por ti

El amor.

Sientes deseos de cantar tu amor a los cuatro vientos sin temor al futuro: quizás, pensar en avanzar hacia algo más serio sea lo que te de felicidad. La economía. Altibajos en el plano laboral; cuestionamientos de tu entorno ponen en duda tus proyectos, reflexiona sobre las diferencias y manten una postura abierta a las sugerencias.

Su salud.

Practica actividad física para canalizar tu energía.

Leo:

Leo no conoce lo que es el segundo lugar. El primero o nada.

El amor.

Llegan alicientes que mejoran la convivencia entre los matrimonios y parejas establecidas del signo; todo será más fácil con más tolerancia. La economía. En tus ocupaciones, se disipan algunos nubarrones que presentaban perspectivas un tanto desfavorables para tus proyectos: es posible que surjan ganancias inesperadas.

Su salud.

El bienestar afectivo renueva tu energía.

Virgo:

Virgo es el signo de la virgen, peo es mejor no tomarse el simbolismo al pie de la letra.
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Libra:

El encanto Libra es la razón por la que todos le adoran, casi nadie permanece enojado con ellos por mucho tiempo y muchos hacen su voluntad.

El amor.

Tu atractivo y capacidad de seducción se incrementan gracias a la influencia de los astros, lograrás armonizar la vida afectiva y vivir momentos íntimos inolvidables. La economía. Si persistes en el aislamiento y la falta de entrega en tus ocupaciones, todo será más difícil; trabajar en equipo puede traerte grandes satisfacciones.

Su salud.

Energía y vitalidad.

Escorpio:

A Escorpio se le hace difícil renunciar a algo, no conocen la palabra DERROTA.

El amor.

Con la ayuda incondicional de los astros, algo pasará en tu vida amorosa que te hará sentir como un adolescente: el pasado ya no importa, sólo el porvenir. La economía. Una nueva programación laboral plantea desafíos a largo plazo: libera tus deseos de tomar la iniciativa para conducir proyectos o actividades que no estaban a tu alcance.

Su salud.

Tu estado de salud, inmejorable.

Sagitario:

Sagitario dirá que le gustas tan pronto lo sienta, dirá q te quiere en el momento q le nazca, dirá q te ama, cuando esté totalmente seguro.

El amor.

Las malas interpretaciones dan lugar a problemas que pueden ser evitados: escucha más a tus seres queridos y sé más moderado con tus devoluciones. La economía. En el área profesional en cambio, habrá buenos acuerdos con los demás, lograrás buen entendimiento y progresos.

Su salud.

La práctica de yoga o algún ejercicio suave será una manera ideal para mantenerte saludable y en armonía.

Capricornio:

Capricornio nunca se arrepiente de lo que hace. Aprenden de sus errores, pero no se arrepentirán de haberlos cometido. Fueron lecciones.

El amor.

Gracias al dinamismo de Marte, los solos del signo podrán vivir momentos especiales con una persona que les resultará adorable, mientras que las parejas disfrutarán de su relación en forma vivaz y estimulante. La economía. Es una jornada ideal para cierres, firmar compromisos o acuerdos, cerrar negociaciones, concretar una compra-venta, los resultados serán muy favorables y satisfactorios.

Su salud.

Controla tu nivel de estrés.

Acuario:

Acuario odia los jueguecitos de niños, de ahora si, después no, uy quizás...Eso, no va con ellos.

El amor.

Acontecimientos de toda naturaleza se suceden sin dar respiro a tu dinámica sentimental: reencuentros, discusiones, una declaración de amor inesperada o una ruptura, nada queda fuera de un alocado escenario d

El amor.

La economía. Las influencias celestes potencian la comunicación: ampliar el círculo de contactos a través de reuniones o encuentros sociales puede propiciar nuevas oportunidades de negocios.

Su salud.

Energía en baja.

Piscis:

La sencillez es una cualidad de Piscis que también busca en la gente que quiere conocer...

El amor.

Las influencias celestes auguran un crecimiento interior que eleva el estado de vida; el León hará uso de su sabiduría interna y esclarecerá con su visión interior lo que ocurre en el entorno, especialmente en lo afectivo. La economía. Más atención con la puntualidad: la falta de seriedad en los compromisos laborales y sociales puede vulnerar tu buena reputación y ocasionar la pérdida de buenas oportunidades.

Su salud.

Necesitas practicar alguna actividad física para combatir el sedentarismo.
TAROT
Para el número 806 El precio máximo por minuto de la llamada al número 806 es de 1 euro y 18 céntimos de euro si llama desde un teléfono fijo y de 1 euro y 53 céntimos de euro si llama desde un teléfono móvil, impuestos incluidos.
Este servicio de entretenimiento reservado a mayores de 18 años está prestado por tarot de las estrellas.
Quintanilla del Olivar, Atico 1 Apartado de correos 57204. 28223, Madrid
Teléfono 932 995 463

Preguntas frecuentes sobre Vidente Teresa

1. Quiero hacer una consulta de Tarot, ¿sobre qué puedo consultar?
Puede consultar sobre lo todo aquello que le preocupe, el Tarot es ideal para temas sentimentales de todo tipo, matrimonios, divorcios, parejas, infidelidad, etc, para temas laborales y de juicios, viene muy bien para preguntas sencillas, afirmativas o negativas, también para cuestiones financieras, de herencias, etc. En cuestiones de salud somos muy precavidos, porque no somos dioses y podemos equivocarnos en temas tan delicados.
2. ¿Por qué tiene tan mala fama los servicios de Tarot y a menudo se les persigue como estafadores?
No entendemos muy bien la caza de brujas a la que siempre estamos sometidos, bien es cierto que estafadores existen en este sector, pero como en cualquier otro sector ( abogados, médicos, jueces, etc ), al igual que también existen muy buenos profesionales. Pensamos que la valía de cada empresa se demuestra por sus hechos, sea del sector que sea, y siempre el miedo y el desconocimiento hace que las personas desconfíen del servicio, sea cual sea éste.
3. ¿Las consultas de Tarot por teléfono son igual de fiables que en directo?
Nosotros diríamos que son incluso más fiables, por la sencilla razón de que el tarotista es más objetivo, está en su entorno, concentrado, puede visualizar mejor porque no está pendiente de los gestos del cliente, su canal está más limpio y ve más y mejor.
4. ¿Cuántas veces se puede consultar el Tarot?
El Tarot no se debe utilizar a la ligera , primero porque es un sistema que pierde efectividad si se consulta muy a menudo con las mismas preguntas una y otra vez , y segundo, porque es un servicio que te puede salir muy caro si no controlas tus consultas. Debe ser un servicio que se consulte cuando hay necesidad, no como juego o diversión.
5. ¿Por qué cobráis el servicio que prestáis?
No entendemos porque no debemos cobrar el servicio, nuestro equipo está formado por profesionales que se han dedicado toda su vida a esto, ya sea de forma innata o estudiada, dedican su tiempo, su esfuerzo en conseguir ver aquello que los consultantes no ven y de muchas formas ayudan a personas a diario, por lo tanto, deben cobrar por su trabajo, como cualquier profesional que dedique esfuerzos y trabajo en su actividad profesional.
6. ¿Quién consulta el Tarot?
El Tarot lo consulta todo aquel que lo necesite en algún momento de su vida, tenemos clientes de todas las clases sociales, de todas las profesiones posibles, de todos los países del mundo, y con multitud de problemas de toda índole, por lo tanto, el tarot lo consulta quien quiera y quien sea, si es mayor de 18 años, claro.
7. ¿Las consultas que yo haga son privadas?
Por supuesto, todas las consultas que usted realice con cualquiera de nuestros profesionales son confidenciales y no pueden ser desveladas a nadie, ni grabadas, garantizamos su privacidad.
8. ¿Vosotros acertáis en las consultas que hacéis?, ¿ qué tanto por ciento acertáis?
Aquel Tarotista o equipo de Tarotistas que diga que acierta en un tanto por ciento, realmente no lo dice correctamente. No tenemos unas estadísticas o tablas fiables que nos digan nuestro porcentaje de aciertos. Lo único que confirman nuestros aciertos son los testimonios de nuestros clientes, que son los que comprueban si con el tiempo las predicciones realizadas se han cumplido, y por ahora hay muchísimas que se han cumplido, algunas esperando ser cumplidas y otras que por ahora no se han cumplido. Creemos que nuestro Gabinete es uno de los más consultados actualmente porque tenemos grandes profesionales con un índice de aciertos muy alto, recibimos a diario cientos de confirmaciones y agradecimientos por ello. No lo dude consulte ahora sobre Vidente Teresa
9. ¿Por qué es tan difícil que el tarotista adivine con exactitud el tiempo o las fechas en que se van a realizar las predicciones?
No somos una ciencia exacta, por lo tanto, es normal, que en cuestiones de fechas, nos aproximemos, pero no somos exactos. Si fuera así, adivinaríamos con mucha facilidad números de loterías, premios diversos, etc, y no es el caso.El Tarot es más complicado de lo que parece, no es fácil “ver“ lo que se pregunta, y muchas veces se ve lo que no se pregunta, por esto, necesitamos mucha concentración y energía.
10. ¿Por qué una tarotista me acierta a mí y otra no, y ésta le acierta todo a otra persona y la mía no?
Los tarotistas son como los médicos, lo psicólogos, los abogados, etc, el que es bueno para unos no lo es tanto para otros, por esto, siempre aconsejamos que se pruebe a varios tarotistas y con mucha paciencia, se quede con el que mejor les acierte. Somos seres con energía, conectamos con algunos, pero con otros no tanto, por eso decimos que la lectura del Tarot depende del consultante y del consultado, no hay un solo canal, se necesitan los dos canales para conectar bien.
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2020.01.14 07:07 tarotmadrid Tarot PayPal económico en Madrid, Extraradio Finca Montealegre Robledo de Chavela.

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Lleva a cabo una Tirada de cartas del Tarot PayPal económico llamando al numero: 932 995 463.

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Horóscopo para hoy Martes, 14 de Enero de 2020 todos los signos del zodiaco

Aries:

Aries el rechazo es parte de la vida, no te sientas solo ni lastimado. Quédate con quienes te amen y te acepten.
El amor. El amor encontrará un buen terreno donde asentarse, a los astros te obsequian autoconfianza y mejoran las condiciones para liberar las emociones de tu corazón. La economía. En el ámbito laboral, el lugar que hoy ocupas es el premio a la dedicación con que llevas a cabo tus tareas. Su salud. La práctica de actividad física en forma regular te permitirá descargar las tensiones acumuladas, que de otra manera repercuten en la salud.

Tauro:

Tauro: pueden hacer que te enamore de una mirada, gesto o caricia.
El amor. Las relaciones sentimentales que se inicien por estos días tendrán viento a favor: la pasión y la ternura unificadas dulcifican un vínculo que posibilita momentos felices (tal vez mucho más que momentos). La economía. Se superan contratiempos en el ámbito laboral; la economía se reactiva, habrá posibilidad de percibir dividendos a través de acciones mercantiles. Su salud. Es preciso que descanses un poco más, de lo contrario, tus nervios pueden verse afectados.

Geminis:

Géminis: Las cosas claras desde un primer momento es algo que necesitas tener. En el amor como en el resto de los ámbitos, deberás empezar a ser más cauto y a no adelantarte a los acontecimientos
El amor. El amor requerirá más atención, será importante no dejarse llevar por las emociones, y tener los oídos atentos a la hora de escuchar a tu pareja. La economía. Tu espíritu emprendedor avivará el entusiasmo por nuevas actividades: las perspectivas laborales serán variadas e interesantes. Su salud. Te haría muy bien practicar algún deporte para descargar tus tensiones.

Cancer:

La personalidad de los Cáncer es blandita, aunque lo nieguen. Por eso a veces son vulnerables y sensibles. Pero ojo, tienen genio, y mucho.
El amor. Pensamientos negativos no te permiten desprenderte de historias pasadas que deberían estar cerradas; trata de cortar con la dependencia sentimental que te corta alas para encontrar una nueva felicidad. La economía. Momento ideal para ampliar tus contactos laborales: las reuniones sociales o fiestas en esta época del año pueden ser una excelente oportunidad para establecer relaciones profesionales. Su salud. Trata de buscar actividades que te relajen, como la lectura, o escuchar música suave.

Leo:

Como Leo quiera algo, lo tiene. Tiene mil recursos para ello y mil contactos que le ayuden.
El amor. La ternura abre paso a una renovada pasión y a una necesidad de intensificar el vínculo en algo más comprometido en una velada de enorme disfrute y alegría compartida. La economía. Cautela en el escenario laboral: recuerda que la forma en que te relacionas, determinará en parte los resultados que persigues. Su salud. Necesitas relajarte.

Virgo:

A Virgo dale el lugar que le corresponde, si siente que no lo haces no esperes que te de a ti el tuyo...
El amor. El amor y la vida social deparan algunas sorpresas: miradas sugestivas, seducción, conversaciones picantes, y la posibilidad de pasar buenos momentos en la intimidad. La economía. Evita el exceso de confianza en el ámbito laboral, tu vida privada no debe ser un libro abierto para quienes comparten tus tareas, sin darte cuenta podrías crear recelos o envidias. Su salud. Pasa el día al aire libre, te sentirás muy bien.

Libra:

Aunque es costumbre dejar todo para el último momento, Libra siempre hará lo que se tiene que hacer y usualmente lo hará lo mejor posible.
El amor. Choques en tu vida sentimental: controla tus celos en esta jornada porque corres el riesgo de que tu pareja tome la decisión de alejarse; la pasión no siempre es la medicina más adecuada cuando los vínculos están en peligro (serénate y ríe más). La economía. Mantener buenas relaciones laborales será importante para prestigiar tu trabajo: asimilar las ideas ajenas e incorporarlas a tus proyectos personales optimizará la laboral en equipo. Su salud. Será un día para buscar actividades que te relajen, y te ayuden a olvidar tus preocupaciones.

Escorpio:

Es realmente difícil ganarse la confianza de Escorpio. No se fían ni de su sombra. Les tendrás que demostrar mucho.
El amor. Si estás solo, contarás con los astros de tu lado para iniciar una nueva relación que resultará muy estimulante; la conquista y la seducción estarán muy favorecidas. La economía. Clima hostil en el ámbito laboral; trata de ser más puntilloso en el manejo de todo lo que esté referido a tu área de influencia, especialmente documentos y asuntos bancarios, para evitar retrocesos y perjuicios. Su salud. Canaliza tu energía con alguna actividad física.

Sagitario:

Sagitario necesita motivación constante, si se acaba y no hay nada interesante, Hasta Luego.
El amor. Asume tu realidad amorosa sea cual fuere, para no caer luego en depresiones profundas o en el aislamiento que tanto daño te hace: siempre será mejor aceptar las verdades, por mucho que duelan. La economía. En el marco de tus actividades, intenta ser un poco más comprensivo y tolerante con la gente que tiene opiniones distintas a las tuyas. Su salud. Jaquecas.

Capricornio:

A Capricornio ♑ le fijas una meta y llega él y se la pone aún más alta.
El amor. Las discusiones y peleas innecesarias sólo sirven para desgastar la pareja: tómate tu tiempo para relajarte, meditar y analizar las cosas como a ti te gusta. La economía. La jornada se presenta excelente para los quehaceres prácticos y las transacciones comerciales: tu energía desborda en un despliegue que hará que consigas todo lo que te propongas. Su salud. Salud y bienestar, en armonía.

Acuario:

El problema de Acuario en cuanto a sus relaciones personales se presenta cuando tienden a replegar velas y huir ante un problema.
El amor. Se neutralizan los enfrentamientos en la pareja gracias una tendencia a conciliar y a aceptar las opiniones del otro; los solos encontrarán en los amigos el refugio más propicio para sobrellevar la soledad. La economía. Algunos contratiempos y conflictos laborales que parecen difíciles de superar podrían derivar en inesperadas ventajas profesionales; saca partido de todo lo que se presente. Su salud. Necesitas descargar energías mal acumuladas.

Piscis:

Piscis: En tus días buenos, tienes energía para hacer todo lo que se te venga a la mente, como Aries.
El amor. Tu atractivo se ve reforzado por una renovada sensualidad y una sugestiva actitud de conquista; se avecinan cambios importantes en el amor. La economía. Ciertas operaciones profesionales culminan favorablemente y posibilitan el aumento de ingresos, te sentirás muy entusiasmado por el desarrollo profesional o laboral. Su salud. Cuidate de los cambios bruscos de temperatura.
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Quintanilla del Olivar, Atico 1Apartado de correos 57204. 28223, Madrid
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Preguntas frecuentes

1. Quiero hacer una consulta de Tarot , ¿sobre qué puedo consultar?
Puede consultar sobre lo todo aquello que le preocupe, el Tarot es ideal para temas sentimentales de todo tipo, matrimonios, divorcios, parejas, infidelidad, etc, para temas laborales y de juicios, viene muy bien para preguntas sencillas, afirmativas o negativas, también para cuestiones financieras, de herencias, etc. En cuestiones de salud somos muy precavidos, porque no somos dioses y podemos equivocarnos en temas tan delicados.
2. ¿Por qué tiene tan mala fama los servicios de Tarot y a menudo se les persigue como estafadores?
No entendemos muy bien la caza de brujas a la que siempre estamos sometidos, bien es cierto que estafadores existen en este sector, pero como en cualquier otro sector ( abogados, médicos, jueces, etc ), al igual que también existen muy buenos profesionales. Pensamos que la valía de cada empresa se demuestra por sus hechos, sea del sector que sea, y siempre el miedo y el desconocimiento hace que las personas desconfíen del servicio, sea cual sea éste.
3. ¿Las consultas de Tarot por teléfono son igual de fiables que en directo?
Nosotros diríamos que son incluso más fiables, por la sencilla razón de que el tarotista es más objetivo, está en su entorno, concentrado, puede visualizar mejor porque no está pendiente de los gestos del cliente, su canal está más limpio y ve más y mejor.
4. ¿Cuántas veces se puede consultar el Tarot?
El Tarot no se debe utilizar a la ligera , primero porque es un sistema que pierde efectividad si se consulta muy a menudo con las mismas preguntas una y otra vez , y segundo, porque es un servicio que te puede salir muy caro si no controlas tus consultas. Debe ser un servicio que se consulte cuando hay necesidad, no como juego o diversión.
5. ¿Por qué cobráis el servicio que prestáis?
No entendemos porque no debemos cobrar el servicio, nuestro equipo está formado por profesionales que se han dedicado toda su vida a esto, ya sea de forma innata o estudiada, dedican su tiempo, su esfuerzo en conseguir ver aquello que los consultantes no ven y de muchas formas ayudan a personas a diario, por lo tanto, deben cobrar por su trabajo, como cualquier profesional que dedique esfuerzos y trabajo en su actividad profesional.
6. ¿Quién consulta el Tarot?
El Tarot lo consulta todo aquel que lo necesite en algún momento de su vida, tenemos clientes de todas las clases sociales, de todas las profesiones posibles, de todos los países del mundo, y con multitud de problemas de toda índole, por lo tanto, el tarot lo consulta quien quiera y quien sea, si es mayor de 18 años, claro.
7. ¿Las consultas que yo haga son privadas?
Por supuesto, todas las consultas que usted realice con cualquiera de nuestros profesionales son confidenciales y no pueden ser desveladas a nadie, ni grabadas, garantizamos su privacidad.
8. ¿Vosotros acertáis en las consultas que hacéis?, ¿ qué tanto por ciento acertáis?
Aquel Tarotista o equipo de Tarotistas que diga que acierta en un tanto por ciento, realmente no lo dice correctamente. No tenemos unas estadísticas o tablas fiables que nos digan nuestro porcentaje de aciertos. Lo único que confirman nuestros aciertos son los testimonios de nuestros clientes, que son los que comprueban si con el tiempo las predicciones realizadas se han cumplido, y por ahora hay muchísimas que se han cumplido, algunas esperando ser cumplidas y otras que por ahora no se han cumplido. Creemos que nuestro Gabinete es uno de los más consultados actualmente porque tenemos grandes profesionales con un índice de aciertos muy alto, recibimos a diario cientos de confirmaciones y agradecimientos por ello.
9. ¿Por qué es tan difícil que el tarotista adivine con exactitud el tiempo o las fechas en que se van a realizar las predicciones?
No somos una ciencia exacta, por lo tanto, es normal, que en cuestiones de fechas, nos aproximemos, pero no somos exactos. Si fuera así, adivinaríamos con mucha facilidad números de loterías, premios diversos, etc, y no es el caso.El Tarot es más complicado de lo que parece, no es fácil “ver“ lo que se pregunta, y muchas veces se ve lo que no se pregunta, por esto, necesitamos mucha concentración y energía.
10. ¿Por qué una tarotista me acierta a mí y otra no, y ésta le acierta todo a otra persona y la mía no?
Los tarotistas son como los médicos, lo psicólogos, los abogados, etc, el que es bueno para unos no lo es tanto para otros, por esto, siempre aconsejamos que se pruebe a varios tarotistas y con mucha paciencia, se quede con el que mejor les acierte. Somos seres con energía, conectamos con algunos, pero con otros no tanto, por eso decimos que la lectura del Tarot depende del consultante y del consultado, no hay un solo canal, se necesitan los dos canales para conectar bien.
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2020.01.11 03:07 fabio4487 A tirania do excepcionalismo

Retirado do livro "a sutil arte de ligar o foda-se "
A maioria das pessoas é bastante medíocre em quase tudo que faz. Mesmo que você seja excepcional em uma área, é provável que seja medíocre ou mesmo abaixo da média em outras. É a natureza da vida. Para se tornar incrível em
alguma atividade, é preciso investir nela uma quantidade absurda de tempo e energia. E, como esses recursos são limitados, já é raro se tornar excepcional em uma coisa, que dirá em mais que isso.
Assim, podemos dizer que é estatisticamente improvável que uma mesma pessoa seja extraordinária em todas as áreas da vida, ou mesmo em várias. Empresários brilhantes geralmente têm a vida pessoal toda ferrada. Atletas extraordinários costumam ser superficiais e burros como uma pedra lobotomizada. Muitas celebridades têm uma noção da vida tão limitada quanto seus fãs e seguidores mais implacáveis. Todos somos, basicamente, bem comuns. Mas são os extremos que atraem os holofotes. Já meio que sabemos disso, mas raramente pensamos e/ou tocamos no assunto, e menos ainda levantamos a questão de que isso pode ser um problema. Ter acesso à internet, ao Google, Facebook, YouTube e a centenas de canais de televisão é incrível. Só que nossa atenção é limitada. Não existe a menor chance de processarmos a tsunami de informações que nos atinge o tempo todo. Assim, só o que chama a atenção são as realmente excepcionais — aquele 0,000001%. Todos os dias, todas as horas, somos inundados com o que é realmente extraordinário. O melhor do melhor. O pior do pior. As maiores façanhas físicas. As piadas mais engraçadas. As notícias mais perturbadoras. As ameaças mais assustadoras. Sem parar. Nossa vida é repleta de informações sobre os extremos da experiência humana, porque no ramo da mídia é isso que chama atenção, e atenção gera lucro. É o mais importante. A maior parte da vida, no entanto, se dá na monótona média. A grande maioria da vida não é extraordinária, e sim bastante medíocre. Essa inundação de extremos noticiados nos condicionou a acreditar que, agora, ser excepcional é a norma. E, como somos todos bastante comuns na maior parte do tempo, o dilúvio de informações sobre o excepcional nos deixa inseguros e desesperados, porque, obviamente, não somos bons o bastante. Assim, sentimos a necessidade cada vez maior de compensar isso com arrogância e vício. Lidamos com isso da única forma que sabemos: enaltecendo a nós
mesmos ou aos outros. Alguns fazem isso criando esquemas fraudulentos de enriquecimento rápido. Uns atravessam o mundo para salvar crianças da desnutrição. Há quem se destaque nos estudos e ganhe mil prêmios acadêmicos. Outros entram na escola atirando. Alguns tentam fazer sexo com qualquer criatura que se mova. Isso tem a ver com a crescente cultura da arrogância que já analisei. Muitas vezes os millennials são responsabilizados por essa mudança cultural, mas, provavelmente, apenas porque são a geração mais conectada e mais visível. A tendência à arrogância abrange toda a sociedade, e acredito que seja consequência da excepcionalidade gerada pelos meios de comunicação de massa. O problema é que a onipresença da tecnologia e do marketing está dando um nó nas expectativas de muita gente. A enxurrada do excepcional faz as pessoas se sentirem menores, as faz sentir que precisam ser mais extremas, mais radicais e mais autoconfiantes para serem notadas ou terem valor. Quando eu era jovem, minhas inseguranças com intimidade eram exacerbadas por todas as narrativas de masculinidade ridículas difundidas pela cultura pop. Essas mesmas narrativas ainda circulam hoje: para ser popular, o cara tem que sair e beber como um astro do rock; para ser respeitado, tem que ser admirado pelas mulheres; sexo é o bem mais valioso que um homem pode obter, e para consegui-lo vale sacrificar qualquer coisa (inclusive a dignidade). Esse fluxo incessante de notícias irreais alimenta nossa insegurança ao nos expor a padrões fantasiosos impossíveis de corresponder. Não só nos sentimos sujeitos a problemas insolúveis, como nos consideramos fracassados porque uma simples pesquisa no Google mostra milhares de pessoas livres desses problemas. A tecnologia resolveu antigos problemas econômicos mas nos trouxe novos problemas psicológicos. A internet não disponibilizou apenas informação para todos — ela fez o mesmo com a insegurança, a incerteza e a vergonha.
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2020.01.11 03:04 fabio4487 A tirania do excepcionalismo

Retirado do livro "a sutil arte de ligar o foda-se"
A maioria das pessoas é bastante medíocre em quase tudo que faz. Mesmo que você seja excepcional em uma área, é provável que seja medíocre ou mesmo abaixo da média em outras. É a natureza da vida. Para se tornar incrível em
alguma atividade, é preciso investir nela uma quantidade absurda de tempo e energia. E, como esses recursos são limitados, já é raro se tornar excepcional em uma coisa, que dirá em mais que isso.
Assim, podemos dizer que é estatisticamente improvável que uma mesma pessoa seja extraordinária em todas as áreas da vida, ou mesmo em várias. Empresários brilhantes geralmente têm a vida pessoal toda ferrada. Atletas extraordinários costumam ser superficiais e burros como uma pedra lobotomizada. Muitas celebridades têm uma noção da vida tão limitada quanto seus fãs e seguidores mais implacáveis. Todos somos, basicamente, bem comuns. Mas são os extremos que atraem os holofotes. Já meio que sabemos disso, mas raramente pensamos e/ou tocamos no assunto, e menos ainda levantamos a questão de que isso pode ser um problema. Ter acesso à internet, ao Google, Facebook, YouTube e a centenas de canais de televisão é incrível. Só que nossa atenção é limitada. Não existe a menor chance de processarmos a tsunami de informações que nos atinge o tempo todo. Assim, só o que chama a atenção são as realmente excepcionais — aquele 0,000001%. Todos os dias, todas as horas, somos inundados com o que é realmente extraordinário. O melhor do melhor. O pior do pior. As maiores façanhas físicas. As piadas mais engraçadas. As notícias mais perturbadoras. As ameaças mais assustadoras. Sem parar. Nossa vida é repleta de informações sobre os extremos da experiência humana, porque no ramo da mídia é isso que chama atenção, e atenção gera lucro. É o mais importante. A maior parte da vida, no entanto, se dá na monótona média. A grande maioria da vida não é extraordinária, e sim bastante medíocre. Essa inundação de extremos noticiados nos condicionou a acreditar que, agora, ser excepcional é a norma. E, como somos todos bastante comuns na maior parte do tempo, o dilúvio de informações sobre o excepcional nos deixa inseguros e desesperados, porque, obviamente, não somos bons o bastante. Assim, sentimos a necessidade cada vez maior de compensar isso com arrogância e vício. Lidamos com isso da única forma que sabemos: enaltecendo a nós
mesmos ou aos outros. Alguns fazem isso criando esquemas fraudulentos de enriquecimento rápido. Uns atravessam o mundo para salvar crianças da desnutrição. Há quem se destaque nos estudos e ganhe mil prêmios acadêmicos. Outros entram na escola atirando. Alguns tentam fazer sexo com qualquer criatura que se mova. Isso tem a ver com a crescente cultura da arrogância que já analisei. Muitas vezes os millennials são responsabilizados por essa mudança cultural, mas, provavelmente, apenas porque são a geração mais conectada e mais visível. A tendência à arrogância abrange toda a sociedade, e acredito que seja consequência da excepcionalidade gerada pelos meios de comunicação de massa. O problema é que a onipresença da tecnologia e do marketing está dando um nó nas expectativas de muita gente. A enxurrada do excepcional faz as pessoas se sentirem menores, as faz sentir que precisam ser mais extremas, mais radicais e mais autoconfiantes para serem notadas ou terem valor. Quando eu era jovem, minhas inseguranças com intimidade eram exacerbadas por todas as narrativas de masculinidade ridículas difundidas pela cultura pop. Essas mesmas narrativas ainda circulam hoje: para ser popular, o cara tem que sair e beber como um astro do rock; para ser respeitado, tem que ser admirado pelas mulheres; sexo é o bem mais valioso que um homem pode obter, e para consegui-lo vale sacrificar qualquer coisa (inclusive a dignidade). Esse fluxo incessante de notícias irreais alimenta nossa insegurança ao nos expor a padrões fantasiosos impossíveis de corresponder. Não só nos sentimos sujeitos a problemas insolúveis, como nos consideramos fracassados porque uma simples pesquisa no Google mostra milhares de pessoas livres desses problemas. A tecnologia resolveu antigos problemas econômicos mas nos trouxe novos problemas psicológicos. A internet não disponibilizou apenas informação para todos — ela fez o mesmo com a insegurança, a incerteza e a vergonha.
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2020.01.10 17:58 Rubens322 Como melhorar o sexo: 12 dicas irresistíveis para uma vida sexual saudável

Como melhorar o sexo: 12 dicas irresistíveis para uma vida sexual saudável

Dicas para ter uma vida sexual feliz.
O sexo é uma parte natural da vida humana. Ter uma vida sexual satisfatória demonstrou melhorar muito o nosso bem-estar geral, podendo até reduzir o risco de sofrer certas doenças. No entanto, muitos fatores podem tornar o sexo menos do que surpreendente. Com isso em mente, Flo está aqui para lhe dar algumas dicas maravilhosas que ajudarão você a ter uma vida íntima saudável. Aprender alguns fatos interessantes sobre saúde sexual ao longo do caminho também tornará mais fácil para você ter relações sexuais mais agradáveis!

1. Comunique-se com seu parceiro

Isso pode parecer uma dica óbvia, mas é uma das coisas mais fáceis de esquecer. Nossa vida diária geralmente envolve trabalho, família, amigos e algumas situações estressantes. Muitas vezes tomamos nossa comunicação com nosso parceiro como garantida.

Em um relacionamento, é essencial manter uma comunicação aberta sobre todos os assuntos, e o sexo não é exceção. Os casais que se sentem à vontade para conversar um com o outro terão mais facilidade em discutir questões como horários conflitantes, falta de privacidade e preferências sexuais.

Algo tão comum quanto o estresse pode causar problemas de saúde sexual masculina, como baixa libido e disfunção erétil. Nesses casos, a comunicação com seu parceiro de maneira respeitosa pode ajudá-lo a identificar e resolver quaisquer problemas subjacentes.

2. Mantenha uma dieta para uma vida sexual saudável

Comer alimentos cheios de minerais, aminoácidos, antioxidantes e nutrientes pode beneficiar sua saúde geral e melhorar seu humor, por isso não é de admirar que os alimentos certos possam aumentar sua libido e melhorar seu desempenho sexual.

Uma dieta saudável para o sexo pode incluir:

Carne ou outras fontes de proteína
Nozes e sementes
Frutas cítricas
Ostras
Salmão
Folhas verdes
Cenouras
Melancia
Grãos integrais
Comer refeições com seu parceiro também pode ser saudável para o seu relacionamento. As refeições podem relaxar e fortalecer os laços, e muitos casais aproveitam esses momentos para relaxar juntos.

Sexo é vida e saúde para o casal.

3. Limite seu consumo de álcool

O copo ocasional de vinho tinto pode aumentar o desejo e a lubrificação sexual, mas é um fato bem conhecido da saúde sexual que o álcool em excesso pode ser prejudicial à sua vida íntima.

Estudos descobriram que o consumo excessivo de álcool pode aumentar emoções negativas, como ansiedade. O álcool também pode prejudicar sua atenção e suas habilidades de tomada de decisão, dificultando a prática de sexo seguro.

O álcool também atua como um depressor para o nosso sistema nervoso. Depois de beber muito álcool, os nervos do corpo não respondem tão facilmente aos estímulos sexuais, tornando o sexo menos agradável. Nos homens, o álcool também pode causar disfunção erétil.

4. Tome vitaminas para a saúde sexual

Você já pensou em tomar vitaminas para sua saúde sexual?

Vitaminas diferentes têm efeitos diferentes em nossas vidas sexuais. A vitamina C pode melhorar a circulação, foi demonstrado que a vitamina D aumenta os níveis de hormônios sexuais e melhora a disfunção erétil e sexual.

Outros suplementos também podem ajudar sua vida sexual. O zinco pode melhorar a função sexual e aumentar os níveis de testosterona. O aminoácido arginina pode melhorar sua circulação sanguínea, essencial para ereções e prazer sexual. O seu médico pode recomendar um suplemento de L-citrulina, que é convertido em arginina pelo seu corpo.

5. Exercite-se fora da cama

Exercício e atividade física podem melhorar sua vida sexual de muitas maneiras diferentes. Primeiro de tudo, o exercício aumenta os níveis de hormônios sexuais e endorfinas no corpo, aumentando o humor e o desejo sexual.

Sexo e saúde estão inextrincavelmente ligados: ser saudável aumentará sua resistência, o que é muito importante para uma vida sexual satisfatória.

O treino também pode ajudá-lo a se sentir mais confiante em si mesmo, o que, por sua vez, facilitará o seu sexo!

6. Faça seus exercícios de Kegel!

Os exercícios de Kegel são uma maneira fácil de alcançar o aprimoramento sexual feminino. Para executá-los, apenas aperte os músculos do assoalho pélvico por alguns segundos e solte-os; repita isso por alguns minutos todos os dias.

Se você não tiver certeza sobre quais músculos deve usar, finja que precisa fazer xixi e interrompa o fluxo de urina: os músculos que você aperta são os músculos do assoalho pélvico. Fortalecê-las pode aumentar o prazer sexual das mulheres, melhorar a lubrificação e até facilitar a recuperação do parto.

7. Conheça seus próprios desejos

Para ter um sexo satisfatório, você precisa descobrir o que gosta na cama. A masturbação, seja você solteira ou em um relacionamento, pode ser uma maneira muito eficaz de descobrir como se excitar. Também pode ajudar a ser uma maneira saudável de se sentir mais confortável com seu corpo.

Outra ótima maneira de descobrir o que você gosta é assistindo pornô ou lendo livros eróticos. Isso pode ajudá-lo a aprender sobre diferentes coisas nas quais você pode estar interessado; você pode fazer isso sozinho ou com um parceiro, e pode até melhorar a intimidade entre você.

8. Evite fumar

O tabaco contém nicotina, que é um potente vasoconstritor. Isso significa que ele irá estreitar os vasos sanguíneos, diminuindo o fluxo sanguíneo. A má circulação sanguínea pode causar disfunção erétil e sexual, tornando o sexo menos agradável para todos.

9. Faça o teste como parte de sua estratégia de saúde sexual

Se você é solteiro ou tem um relacionamento, precisa conversar sobre doenças sexualmente transmissíveis com seus parceiros sexuais. Sentir-se seguro é um grande incentivo para o desejo sexual, e a melhor maneira de se sentir seguro durante o sexo é saber que você é saudável e livre de doenças sexualmente transmissíveis.

Não tenha medo de perguntar ao seu parceiro sobre a história sexual dele. Independentemente de você ter um parceiro fixo ou não, saber que os dois são testados lhe dará tranqüilidade e permitirá que você desfrute do sexo plenamente. Visite uma clínica de saúde sexual feminina para fazer o teste.

10. Obtenha conselhos profissionais de saúde sexual

Se você suspeitar que há problemas mais profundos que o impedem de desfrutar totalmente do sexo, não hesite em falar com seu médico. Muitas condições médicas podem causar baixo desejo sexual ou disfunção sexual, desde distúrbios hormonais até endometriose.

Certos medicamentos, como contraceptivos orais e antidepressivos, podem diminuir sua libido. Seu médico será a melhor pessoa para ajudá-lo a identificar a fonte de possíveis problemas e como corrigi-los.

11. Proteja-se sempre

A menos que você esteja em um relacionamento estável, sempre use preservativos. Eles são o único método contraceptivo que também o manterá protegido das DSTs. Manter um preservativo por perto é sempre uma boa ideia se você é sexualmente ativo.

Se você deseja parar de usar preservativos, existem muitos métodos de controle de natalidade por aí que são muito eficazes e podem mantê-lo protegido contra gravidezes indesejadas.

Lembre-se de consultar o seu médico antes de escolher um método contraceptivo. Saber que sua saúde está sob controle fará com que você se sinta mais relaxado e o desfrute do sexo mais facilmente.

12. Use produtos de saúde sexual

Muitos produtos de saúde sexual podem ajudar você a ter uma vida sexual mais agradável. Muitos fatores, como idade, estresse e contraceptivos, podem diminuir a capacidade de lubrificação da mulher. Isso pode tornar o sexo desconfortável, mas usar um lubrificante pode ser uma solução fácil.

Atualmente, existem muitos tipos de lubrificantes disponíveis. Se você estiver usando preservativos de látex, fique longe de lubrificantes à base de óleo, pois eles podem danificá-lo e causar rupturas. A incorporação de lubrificantes em sua rotina pode tornar o sexo mais confortável e agradável para os dois.

Em muitos casos, levar um estilo de vida saudável comunicar-se abertamente com seu parceiro e levar sua sexualidade para suas próprias mãos pode fazer uma enorme diferença na maneira como você experimenta sexo e seu próprio corpo. Então, conheça a si mesmo, esteja seguro e divirta-se!
Fonte!
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2020.01.05 00:01 visatarot Tarot amor gratis piensa en mi, La Cañiza, Pontevedra

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Horóscopo para hoy Sábado, 4 de Enero de 2020 todos los signos del zodiaco

Aries:

La mayor cualidad de un Aries: el coraje y la franqueza.
El amor. Jornada tendiente a disputas y tensiones; habrá que mantener la calma, modera tus reacciones, la rigidez en los conceptos puede conducirte a rupturas y distanciamientos. La economía. Excelente predisposición para realizar tareas de alta concentración o actividades relacionadas con todo lo intelectual o el estudio. Su salud. Bienestar.

Tauro:

Tauro: no les mate su inspiración con pendejadas porque si no, pueden enojarse mucho.
El amor. Acciones positivas estimulan uniones y reencuentros entre parejas en crisis o distanciadas; para los solos del signo, también se amplía el horizonte social, habrá invitaciones, nuevos amigos, y alegrías, relacionados con la profesión o el estudio. La economía. Prosperan las actividades en equipo, así como las oportunidades relacionadas con amistades y todo lo que provenga de mentores o personas protectoras. Su salud. El equilibrio emocional repercute favorablemente en la salud.

Geminis:

Géminis es vengativo, siempre prepara sus venganzas con mucha paciencia. Ten especial cuidado si este signo es enemigo tuyo.
El amor. Tus estructuras emocionales se modifican, una apertura sentimental augura un momento de planes y profundización en los pactos amorosos. La economía. En tus actividades, aparece una oportunidad favorable para operaciones de compraventa. Su salud. Salud, muy equilibrada.

Cancer:

Cáncer: si te dañan pueden pasar días o meses sin que contestes ni llamadas, ni mensajes, ni nada.
El amor. Una atracción que comienza en un lugar compartido puede ser el inicio de una relación muy apasionada. La economía. Tampoco será fácil la convivencia en el ámbito laboral; evita las discusiones con colegas, con tolerancia y buena voluntad es más fácil solucionar los problemas. Su salud. El bienestar general aumenta.

Leo:

Leo, eres muy [email protected]. Te enfadas con los que te quieren y no los hablas por orgullo, pero te mueres de ganas de decirles algo.
El amor. Soplan vientos a favor en tu universo sentimental: la estabilidad amorosa se mostrará en su apogeo en los matrimonios o noviazgos establecidos. La economía. Buen momento para elaborar ofertas y estudiar nuevas propuestas laborales. Su salud. Tomar unos minutos al día para reflexionar te enriquecerá interiormente.

Virgo:

Virgo ♍ siempre anda apoyando a los demás, le gustaría recibir lo mismo pero nunca le llega todo lo que da.
El amor. Tus exigencias frente a disconformidades de orden doméstico pueden poner en peligro la convivencia: a veces tus críticas ácidas y hostiles pueden tornarse injustas y exageradas. La economía. En el terreno profesional, aprovecha al máximo todas las oportunidades que se presenten para cumplir tus ansiadas metas. Su salud. Gran dinamismo.

Libra:

Libra se distrae fácilmente y muy frecuentemente se pierde en sus propios pensamientos.
El amor. Algunas tentaciones pueden poner a prueba tu relación amorosa, no olvides que tus sentimientos son claros y tu objetivo a la larga es construir un proyecto en común, no te arriesgues por vivir relaciones casuales. La economía. El ámbito profesional da cuenta de una enérgica consolidación de tu accionar, la madurez y el compromiso con tus ocupaciones te llevan a un lugar de respeto y admiración de parte de quienes comparten tus tareas. Su salud. Salud, muy bien.

Escorpio:

A los Escorpio les encanta lo misterioso y lo prohibido.
El amor. Tu audacia natural domina tus acciones en las cuestiones del corazón, y a veces puede exponerte a situaciones comprometidas; trata de pensar antes de actuar. La economía. La corriente de energía alcanza el ámbito laboral, se reactiva el rendimiento profesional y el entendimiento entre jefes, colegas o socios resulta fluido y enriquecedor. Su salud. La actividad física mejora tanto el cuerpo como el ánimo.

Sagitario:

Si quieres la verdad no le preguntes a un niño, pregúntale a Sagitario.
El amor. En asuntos amorosos, las cosas son cada vez más claras y puedes ver tu futuro sentimental como nunca antes lo habías hecho, disfruta de tu estabilidad emocional. La economía. Con respecto a tus ocupaciones, pueden producirse choques frontales con personas intolerantes, la falta de decisión para reaccionar en el momento apropiado puede debilitar tus argumentos. Su salud. Necesitas más distracciones.

Capricornio:

A los Capricornio les gusta mostrarse tal y como son. Son auténticos. A eso no les gana nadie.
El amor. La balanza cósmica se inclina a favor de la familia y las relaciones amorosas; será una jornada para disfrutar serenamente de la intimidad del hogar y la pareja. La economía. Una positiva energía aumenta tu sentido práctico y perspicacia para las oportunidades laborales, aprovecha la lucidez de este período para proyectar tu crecimiento. Su salud. Buena salud.

Acuario:

Acuario piensa, demasiado, y tarda mucho en tomar decisiones.
El amor. Atención los solteros del signo porque podrían encontrar un prospecto de pareja muy interesante y de mucha afinidad sexual. La economía. Jornada agotadora y mucha actividad en el ámbito profesional, no intentes implementar cambios drásticos en tu dinámica laboral porque podrías cometer errores. Su salud. Las contracturas o calambres pueden estar originados en las tensiones nerviosas acumuladas.

Piscis:

Piscis sabe a quién entregar su corazón. Si no le mereces la pena, no se abrirá a ti...
El amor. El Sol siempre sale después de las tormentas: punto final al clima de melancolía en lo amoroso, te sentirás más optimista y con ganas de disfrutar de un domingo tranquilo en lo emocional. La economía. En tus actividades, no te dejes impresionar por los obstáculos que pudieran aparecer y ten en cuenta que el temple de espíritu lo es todo: la presión y el tiempo convierten el carbón en valiosos diamantes. Su salud. Controla tu alimentación.
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.07.27 00:48 Tinyze Quando as insuficiências pessoais se tornam evidentes e impossíveis de serem gerenciadas

Essa deve ser a quarta vez que começo a escrever esse desabafo. Porém, sempre paro na metade ou escrevo tudo o que precisava “vomitar” e apago, tamanha a vergonha de perceber a habilidade que meu subconsciente tem de jogar contra mim mesmo. Porém, tamanha a aflição que isso me causou hoje, resolvi ir até o fim.
Eu sempre fui o tipo de pessoa mais introspectiva, que veste a máscara do “nerd”, com um pouco de dificuldade em termos de socialização, sem amigos (no máximo colegas), e que nunca sentiu a famigerada paixão por outra pessoa.
Comecei a sair dessa zona de conforto há dois anos atrás, principalmente por conta da minha sexualidade, por necessidades sociais, medo de ficar velho e solitário, entre outras carências. Apesar de fazer coisas que nunca imaginei que faria e conhecer pessoas que nunca achei que conheceria, sempre volto para essa redoma de solitude, de uma forma ou de outra. Apesar de serem claras as faltas que essa realidade evidencia na minha vida, parece que essa é minha origem e o único lugar em que me sinto realmente quem sou.
Não foi diferente no meu local de trabalho. Durante o meu estágio, depois de me formar, e agora, após quase dois anos trabalhando nessa empresa, minhas atividades sempre foram bem “solitárias”, focadas em problemas específicos que me proporcionaram oportunidades de crescimento e mudanças... Pelo menos esse era o ambiente, até poucos meses atrás.
Como fui ganhando novas responsabilidades, foi necessário que uma pessoa fosse contratada para me auxiliar. E assim foi feito. Apesar de demorar pegar o jeito, o menino contratado está dando conta do trabalho. E quando não está realizando atividades em outros setores ou me auxiliando, está junto de mim. Desde o dia em que começou a trabalhar, fomos ganhando intimidade, passamos a compartilhar pensamentos e opiniões sobre o mundo e sobre os outros (algo me faz sentir extremamente vulnerável), trocar experiências e conhecimentos.
Sinto uma liberdade para falar sobre quase todo assunto com ele. Falamos de roupa, moda, depilação, trabalho, sonhos, problemas familiares – e dele com a namorada - com muita naturalidade e, eu imagino, de maneira confortável para ambos. Olhamos um ao outro usando o celular e mandando mensagens pelo Whatsapp. Chegou ao ponto de me chamar para dividir um apartamento, mas para manter o distanciamento entre vida particular e trabalho, recusei inventando uma desculpa qualquer.
Se eu tivesse que elencar a coisa que mais me confortável quando perto dele, seria a ausência do arquétipo do menino com a heteronormativiade tóxica (Apenas perto de mim, conforme já reparei). Aliado esse apreço, também sinto uma atração física descomunal por ele. Apesar de ele estar relativamente longe do que as pessoas julgam como o padrão de beleza ideal, eu acho realmente difícil acreditar da capacidade da natureza em gerar um ser completamente simétrico, desenhado pelas mãos de um ser superior ou algo do tipo, como ele é.
Situações em que nossas pernas se encostam, em que os nossos corpos ficam tão próximos que sinto o seu cheiro doce, que nossas mãos se tocam quando ele me leva um copo de café, ou quando ele pede para sentir algo na sua mão se tornaram algo muito bom para mim. E apesar de existir culpa por estar cruzando algum limite ético e profissional, ela não diminui a atração e prazer nesses atos.
Neste ponto já me sinto extremamente envergonhado de mim mesmo, pois apesar de tentar me afastar desse arquétipo, meus relatos e sentimentos aqui expostos não são nada mais nem menos que o típico gay que sente atração por um hétero. Sempre achei isso a coisa mais degradante que podemos fazer, porque em última instancia, estamos desejando alguém que na realidade não entende o que você sente e até te despreza.
Uma situação, porém, mostra como sou um ser faltante em diversos aspectos. Após algumas semanas trabalhando na empresa, ele começou a falar com uma menina, que logo teve que sair pois precisará se mudar de estado. Percebi que ele começou a ficar mais discreto quando mandava mensagem e logo entendi que era para ela, e sempre desconversava. Não tinha o número adicionado e apagava a conversa. Obviamente por conta dos ciúmes por parte da namorada. Hoje, no dia em que ela está se mudando de fato, percebi que ele respondia um “textão” no final da tarde. Isso deixou ele bem pensativo, e me deixou com um sentimento horrível no estômago.
Em uma análise rápida penso que isso não é nada mais do que ciúmes. Inveja de algo que eu nunca vou poder sequer chegar perto. Desejo ou interesse que nunca serei capaz de experimentar.
Penso também que a heterossexualidade dele me agride de alguma forma nesse aspecto. Assim como me senti agredido pela sua beleza quando o vi, o fato de fazer algo digno de louros – pegar a menina que todos acham linda – e estabelecer sua imagem de poder e masculinidade me diminui no meu local de trabalho.
Ou também me sinto mal por ele não compartilhar isso comigo. Talvez até ofendido, por ele menosprezar o respeito e cumplicidade estabelecidos. Ou mesmo mal pela namorada dele, a qual tive a oportunidade de conhecer e conversar.
De qualquer forma, sendo só a alternativa mais simples, ou todas, ou nenhuma delas, essa situação evidencia o ser faltante que sou. A necessidade em possuir um vínculo de amizade sincero e natural, o complexo de inferioridade, o desejo sexual reprimido, a necessidade instintiva de romantizar tudo... Enfim.
Talvez deva perguntar naturalmente sobre esse fato para ele, com um amigo faria. Talvez deva criar um distanciamento e “enxotar” do meu ambiente cada vez mais. Talvez deva guardar esse fato e jogar na cara para forçar um distanciamento. Talvez não deva fazer nada e continuar sentindo esse incômodo e agonia.
Essa situação é extremamente desconfortável e paralisante, pois além de estar sofrendo por algo que só existe na minha cabeça, coloco minha única chance na vida, meu desempenho e a minha carreira, muito próximos de irem para o ralo, por conta de "necessidades" que sempre estiveram fora do ambiente de trabalho. Se eu der mais “pinta” do que já dou, a equipe homofobica não irá hesitar em destruir minhas chances na empresa.
A vida era mais simples quando eu só precisava jogar Skyrim e estudar.
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2019.05.15 11:15 Dsingh81 6 maneras de usar números de teléfono virtuales

Los números de teléfono virtuales son una nueva y poderosa herramienta de comunicación para empresas y uso personal, pues los números virtuales son el claro ejemplo para conseguir esto. Ayudan a mantener la distinción entre un número y garantizar la privacidad de os usuarios.
Sus orígenes comenzaron como números de Reenvío de llamadas remotas (RCF) de compañías telefónicas como AT&T y Verizon. Aunque tienen muchas aplicaciones y resuelven muchos problemas, su uso se vio limitado por la práctica de las compañías telefónicas de cobros extravagantes y basados ​​en el uso.
Hoy en día, muchos proveedores como Segunda Línea Movistar entregan números de teléfono virtuales a precios asequibles.
No obstante, se puede dar múltiples aplicaciones para sacarles todo el provecho posible, y aquí están sus 6 usos principales para resolver cualquier tipo de duda:
1. Los números virtuales pueden ser enviados a teléfonos móviles. La privacidad y el tiempo de inactividad adecuado están protegidos mediante el suministro de números virtuales en lugar de números de teléfonos móviles a clientes clave.
2. Los números de teléfono virtuales ayudan a una empresa a retener el control de los números de contacto que usan las personas. Es decir, que cuando un empleado no está en su puesto, los clientes que gestiona, los podrá llamar debido a la habilidad del número virtual a su dispositivo personal, pero sin invadir la intimidad de su teléfono personal. Con los números de teléfono virtuales, la compañía puede redirigir fácilmente las llamadas a cualquier número que elijan y mantener el control de a quién llama el cliente.
3. Los números de teléfono virtuales pueden publicarse en mercados remotos sin necesidad de una presencia física. Estos números pueden sonar en casi cualquier lugar, lo que permite a los empleados de la oficina en el hogar responder la mayoría de las llamadas y dejar que los empleados remotos hagan sus trabajos específicos.
4. Después de cerrar una oficina, los números de teléfono publicados locales pueden convertirse en un número virtual y reenviarse a otra oficina o la casa de alguien. Las oficinas pueden cerrarse y el dinero puede ahorrarse sin sacrificar la sensación local de atender a los clientes restantes en el área.
5. Mientras mantiene abierta la oficina remota, los números de teléfono locales publicados pueden convertirse en números virtuales y sonar a la oficina principal o a cualquier otro número de su elección. Los empleados remotos que usan muchos sombreros y pueden estar escasos de recursos pueden tener la carga de contestar el teléfono, lo que libera al personal esencial para manejar otros asuntos importantes.
  1. En algunos casos, los principales proveedores de líneas telefónicas obligan a sus clientes a cambiar los números de teléfono cuando se mudan. Los números virtuales se pueden reenviar al nuevo número de teléfono de la oficina.
Las empresas pueden cerrar y expandir fácilmente las operaciones con su uso, así como ajustar las asignaciones de tareas del personal remoto. Los proveedores avanzados de VoIP alojado tienen la capacidad de que sus usuarios realicen llamadas utilizando el número virtual como el identificador de llamadas saliente.
Y, finalmente, casi cualquier número se puede convertir en un número de teléfono virtual.
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2019.04.12 17:13 laura9sks Viernes de Feminismo con V de Vagina

Viernes de Feminismo con V de Vagina

Dado que esta semana se dio un acontecimiento muy importante, la primer fotografía de un agujero negro, quería dedicar este post a nuestro propio agujero negro: la vagina!

Así que he aquí un par de productos vaginales que me parció que está bueno que estemos al tanto de su existencia.

La copa menstrual
La copa menstrual es un recipiente de silicona que se inserta en la vagina para contener el flujo menstrual, se retira y enjuaga cada 12 hs.
Tiene muchos beneficios como:
  • Necesitas solo una, que se esteriliza, por lo cual no te genera un gasto mensual.
  • No genera residuos, por lo cual es "ecofriendly", en comparación a toallitas y tampones. Cada copa dura 10 años aproximadamente (dependiendo la marca).
  • No absorbe la humedad natural que nuestro cuerpo necesita y de esta forma no altera la flora vaginal. Vienen por talles, según la edad, partos vaginales y cantidad de flujo.
Esta es una de las marca que se comercializa en Argentina y tienen bastante info en su web https://www.copamenstrual.com.acopas-menstruales/maggacup/
Y en ML pueden encontrar más modelos y marcas: https://listado.mercadolibre.com.abelleza-y-cuidado-personal/higiene-personal/higiene-femenina/
En cuanto a desventajas, escuché (porque yo aún no me animé a usarla) que lleva un tiempo acostumbrarse. De hecho, si no están acostumbrades a usar tampones, seguro sea más difícil. Pero con un poco de tiempo y paciencia, todo se puede.

Les dejo este video instructivo de como colocar una copa menstrual https://www.youtube.com/watch?v=LmYSbFOA-eo

Esponjas vaginales sin cordón
Se trata de una esponja que puede ser natural o artificial que se introduce en la vagina como si fuese un tampón y absorbe el flujo menstrual. Al ser tampones extremadamente blandos se amoldan a la vagina, por lo que son ideales para aquellas personas las que los tampones convencionales o la copa menstrual les resultan molestos. Además al ser tan moldeables se pueden usar mientras se mantienen relaciones sexuales.
Se venden en bolsitas individuales envasadas al vacío, y pueden aguantar hasta 3hs. Si bien no es mucho, es una opción útil si no nos gusta usar tampones y queremos meternos al mar / pileta / charco de lodo o, lo que me parece su máximo beneficio, coger.

https://preview.redd.it/dedp51hxmur21.png?width=1600&format=png&auto=webp&s=00fc9484802e4e4928c4c083726a04ce52cf85ea
Colocación Para insertarlos se aplasta hasta que se quedan más o menos del grosor de un tampón y se empujan hacia dentro como de un tampón sin aplicador se tratase.
https://preview.redd.it/ilheh34zmur21.png?width=1600&format=png&auto=webp&s=577a30b4f19139ee43fda10d3c1ab98eb5fbd20d
Extracción Estos tampones no disponen de un hilito por el que tirar por lo que es necesario introducir los dedos en la vagina para sacarlos. Por lo general a medida que se van saturando van descendiendo por la vagina debido al peso de la sangre dentro de la esponja, lo cual facilita mucho la extracción.
No pude encontrar ningún lugar (online) que los vendan acá en Argentina, así que si alguien tiene info al respecto, estaría bueno que la comparta.

Parches contra los dolores menstruales Estos parches se pueden colocar en el vientre, cerca del pubis y en la zona lumbar que también suele generar molestias. Funcionan generando calor. El calor de se activa al contacto con el aire, aumentando el flujo sanguíneo y relajando los músculos del útero, de esta manera proporciona un rápido alivio a los dolores asociados a la menstruación como los cólicos y el dolor de espalda hasta por 12 horas.
De nuevo, no encontré dónde lo venden en Argentina, pero quien tenga la opción, lo puede traer de afuera (y convidar).
Desodorantes Intimo
No es lo más recomendable, pero si deciden usarlo, lo mejor es buscar alguno que sea hipoalergénico, que no tenga alcohol ni sea muy perfumado y que no modifique el PH natural de la vagina.
Creo que es una experiencia muy común perseguirse con el olor, especialmente si vamos a tener algún tipo de intimidad, por lo cual está bueno para ese tipo de situaciones, pero no se recomienda el uso regular ya que puede generar irritaciones, modificación del ph y hasta la proliferación de hongos.

Lubricantes vaginales
Para elegir un buen lubricante vaginal tener en cuenta:
  • que sea lo más natural posible (sin parabenos ni tóxicos químicos),
  • que sea antialérgico y respete el pH de las mucosas
  • que tenga propiedades antibacterianas y desinfectantes.

Los lubricantes pueden ser en base a agua, aceite o silicona.

Lubricantes de agua Entre los beneficios de este tipo de gel lubricante están la facilidad de limpieza y el que pueda ser usado sin problemas junto con preservativos. Sin embargo, según el tipo de productos (de ahí la importancia de escoger uno natural e hipoalergénico) podría causar irritaciones en la piel, en especial aquellos que tienen algún sabor y olor. Otro aspecto negativo es que si la relación sexual se extiende por un periodo largo de tiempo, el lubricante se secará y se debe volver a aplicar. Lubricantes de aceite Generalmente, están hechos a base de aceites naturales como de oliva y de maíz, entre otros. Estos permanecen por más tiempo que los de agua, pero son más difíciles de quitar de la piel y pueden quedar manchas en las telas. Pero su verdadero inconveniente es que podrían causar daños a los anticonceptivos a base de látex, como los forros y el diafragma femenino, provocando que no funcionen correctamente.

Lubricantes de petróleo o silicona Este tipo de gel lubricante inicialmente no fue creado para usarse como lubricante vaginal, e incluye la vaselina y los aceites para bebés, aunque algunas personas los utilizan de esta manera. Pueden causar irritaciones, cambios en el pH de la vagina y hasta infecciones; y entre sus contras está que destruyen el látex fácilmente, por lo que si se utilizan junto con el condón o diafragma, estos métodos no resultarán efectivos.

Por último, algo que uso mucho, una app para seguir el ciclo menstrual.
En mi caso uso "Clue" porque me permite ingresar los distintos síntomas que puedo experimentar, desde físicos, como dolores, niveles de energía, antojos, deseo sexual, hasta emocionales y distintos estados de ánimo. En base a la info que une vaya ingresando, se puede luego analizar en qué momento o momentos del ciclo une, por ejemplo, está más fatigade, o de buen humor, o con dolores de cabeza, etc. Me reultó muy útil para entender mis cambios de ánimo y mis cambios en cuanto a nivel de energía física. También te informa cuando es tu período de ovulación y cuando será tu SPM (síndrome pre menstrual).
Muchas de las opciones mencionadas nos empujan a involucrarnos más con nuestra vagina y nuestra menstruación, que en general es algo que no tenemos muy inculcado. Ya el hecho de colocarnos algo mientras estamos menstruando a muches nos genera un poco de rechazo. Y la realidad es que la vagina es parte de nuestro cuerpo, una parte con la cual muches no estamos tan familiarizades, y creo que algunos de estos productos ayudan a romper ese tabú que existe con procesos naturales de nuestros cuerpos.

Y para retomar con la idea del agujero negro, les dejo esta foto que me gustó mucho, con Margaret Hamilton, junto con el código del software de navegación que desarrolló junto a su equipo en el MIT para el proyecto Apolo y Katie Bouman (una experta en ciencias de la computación que ayudó a crear el algoritmo con el que se creó la imagen), junto a la data que se juntó para formar la primer fotografía de un agujero negro. Vamos las pibas!


https://preview.redd.it/cv6anlednur21.png?width=892&format=png&auto=webp&s=d21722698ff27a65b76a059b3ed80c99269afa65
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2019.02.15 15:18 keylanaomi Defensa integral contra los argumentos anti-trans

Traducido del post original publicado por el usuario u/Dgunner para asktransgender
Link> Comprehensive Defense Against Anti-Trans Talking Points
Siento no poder traducir todos los links, ya que tampoco los leeré, (me gusta informarme pero tampoco soy tan minuciosa)

📷

Como veo que muchas personas dicen lo mismo una y otra vez, quise hacer una lista bien hecha con referencias. Lo estructuraré comenzando con un punto de conversación anti-trans de uso común, y luego intentaré refutar el punto de conversación. Tenged en cuenta que esto solo es aplicable si acepta a la Asociación Americana de Psiquiatría, la Organización Mundial de la Salud y el Centro Nacional de Información Biotecnológica como fuentes confiables de información sobre salud y bienestar psiquiátrico.
Para aquellxs de ustedes que no son de los Estados Unidos, el Manual estadístico y de diagnóstico de trastornos mentales de la APA versión 5 es muy similar a la Clasificación estadística internacional de enfermedades y problemas de salud relacionados de la Organización Mundial de la Salud (CIE-10), y Si bien algunas de las frases y la terminología son diferentes, la mayoría de los conceptos y principios fundamentales son los mismos.
Con eso dicho, aquí va.
1.) "Las personas transgénero tienen, por definición, un trastorno mental".
La organización responsable de definir qué es y no es un trastorno psiquiátrico , la Asociación Estadounidense de Psiquiatría, tiene esto que decir al respecto (a través del Manual Diagnóstico y Estadístico de los Trastornos Mentales Versión 5 (DSM-5 en breve, solo lo usaré la forma abreviada de aquí en adelante):
"El DSM-5 tiene como objetivo evitar el estigma y garantizar la atención clínica para las personas que se ven y sienten que son de un género diferente al género asignado. Reemplaza el nombre de diagnóstico" Trastorno de identidad de género "por" Disforia de género ", al igual que otros importantes aclaraciones en los criterios. Es importante tener en cuenta que la no conformidad de género no es en sí misma un trastorno mental. El elemento crítico de la disforia de género es la presencia de un trastorno clínicamente significativo asociado con la enfermedad ".
En resumen, las personas que literalmente escribieron la definición de trastorno mental, el 100% rechazan la idea de que ser transgénero significa ser un trastorno mental.
2.) "Las identidades transgénero son una ilusión/alucinación".
Una identidad transgénero no se ajusta a la definición psiquiátrica de "ilusión", ni ha sido codificada como tal en el DSM.
Si bien la definición de "ilusión" puede variar [1] [2] [3] [4] [5] , el consenso común parece ser que una ilusión es una creencia sostenida con una fuerte convicción a pesar de la evidencia superior al contrario.
Hay evidencia aquí en este post, y por todas partes si la buscas. La evidencia para apoyar tanto la legitimidad de las identidades no binarias y transgénero como fenómenos no disfuncionales, y pruebas que demuestran los beneficios clínicos significativos de lo que comúnmente se llama "atención afirmando" (intervención médica principalmente a través de la terapia de reemplazo hormonal y alteraciones quirúrgicas, diseñado para cambiar o "Transición" del cuerpo de una persona para ser más congruentes con el género que sienten que son).
Pruebas de apoyo = no ilusión.
3.) "Las estadísticas sobre las tasas de suicidio de personas transgénero demuestran que son mentalmente inestables".
Se acepta dentro de las comunidades médica, de salud mental y sociológica que estas estadísticas de suicidio adverso reflejan una combinación de estrés de minorías y falta de acceso a la afirmación de atención médica. Cuando se les da acceso a entornos de apoyo y atención médica, la calidad de vida de las personas transgénero (incluida la salud mental) no es significativamente diferente de la población general .
Este estrés minoritario se agrava cuando se considera que las personas transgénero lo están experimentando en relación con una parte gigantesca de la experiencia humana que nunca se ha cuestionado realmente antes, al menos no en los medios de comunicación tradicionales como lo ha hecho en los últimos años.
Hay que añadir el hecho de que todavía no comprendemos completamente el género en el cerebro, y ustedes tienen una receta para el estrés, la duda, el odio a sí mismo y un sentido de total desesperanza / pérdida de identidad. La receta perfecta para un ser humano que sufre emocionalmente.
4.) ¿Qué pasa con la teoría autoginefilia del Dr. Ray Blanchard?
La teoría del Dr. Blanchard se publicó por primera vez en 1985, y el último artículo se publicó en 1993. Han pasado muchas cosas en los últimos 30 años , y la autoginefilia de Blanchard ha regresado recientemente a la luz de la cal debido a la creciente conciencia y representación del transgénero. Personas en los medios de comunicación.
La teoría de Blanchard esencialmente sugiere que solo hay 2 clasificaciones de individuos transgénero, "transexuales homosexuales" y "transexuales heterosexuales".
(Transexual es un término anticuado, las personas que en realidad son "transexuales" ahora se llaman "intersexuales". El sexo es una descripción biológica del cuerpo físico, y no implica género , un fenómeno de la mente).
Los "transexuales homosexuales" de Blanchard:
Los "transexuales heterosexuales" de Blanchard:
Desde el BAT (juego de palabras destinado a [Teoría de Autogynephila de Blanchard]), esta teoría se puede descartar por el hecho de que no tiene responsabilidad ni explicación para los transgéneros entre mujeres y hombres, y géneros no binarios. De hecho, esas personas existen, por lo que la autoginefilia no explica o encapsula completamente la experiencia transgénero.
Otra crítica común de la investigación de Blanchard es que no solo se trata exclusivamente de personas transgénero de hombres a mujeres, sino que también se basa exclusivamente en la noción de hombres sexualmente agradables. No tiene en cuenta la idea de una mujer homosexual transexual real (una lesbiana). Las lesbianas no entienden la idea de sí mismas como mujeres, se desprenden al tener intimidad con otras mujeres por las que se sienten atraídas.
Además, el hecho de que la investigación de Blanchard no tenía un grupo de control, y gran parte de ella fue víctima del sesgo del observador , un fenómeno en el que la (s) persona (s) que realiza el estudio distorsiona los datos al no ser totalmente objetivo y metódico, es también Una buena refutación de la validez de su teoría.
La investigación de Blanchard también cometió los errores de confundir la correlación con la causalidad, y la combinación de la orientación sexual con la expresión de género, que eran errores bastante comunes de cometer hace 30 años . Sin embargo, dado que gran parte de su investigación se basó en estas conexiones falsas, no puede conciliarse con nuestra comprensión moderna del género y la sexualidad, o con los principios modernos del método científico. La correlación que confunde honestamente con la causalidad es bastante mala incluso hace 30 años.
Además, el estrés de las minorías era mucho más alto en el momento de las personas transgénero, y muchos de ellos sentían una presión inmensa para decir las cosas correctas, para que no se les negara el tratamiento o, peor aún, encerrados en un instituto mental. No fueron los sujetos más óptimos para un estudio psicológico.
En esencia, Autogynephilia es una teoría fechada que fue víctima de las visiones menos educadas de su tiempo, los sesgos de quienes dirigen el estudio y los temores dentro de los que se estudian. Expertos modernos en ciencia y medicina casi por unanimidad dan reseñas mordaces de BAT .
BAT no es aceptada por ninguna de las principales organizaciones psiquiátricas o de atención médica.
5.) "El género es simplemente una construcción social. No hay evidencia de que puedas tener un cerebro femenino en un cuerpo masculino o viceversa".
En realidad, hay pruebas muy sólidas de los orígenes biológicos de la identidad de género.
De Winneke et Al , Environmental Health Perspectives, 2013:
"... Llegamos a la conclusión de que existe evidencia suficiente de que las EDC modifican el dimorfismo sexual del comportamiento en los niños, presumiblemente al interactuar con el eje hipotálamo-pituitaria-gonadal (HPG)".
De Chung y Wilson , European Journal of Physiology, 2013:
"La diferenciación del cerebro dependiente del género se ha detectado en todos los niveles de organización (morfológica, neuroquímica y funcional) y se ha demostrado que está principalmente controlada por las diferencias de sexo en los niveles de hormonas esteroides gonadales durante el desarrollo perinatal".
De Swaab y Bao , Neurociencias en el siglo XXI, 2013:
"La identidad de género (la convicción de pertenecer al género masculino o femenino), la orientación sexual (hetero, homo o bisexualidad) ... están programadas en nuestro cerebro durante el desarrollo temprano. No hay evidencia de que los entornos sociales posnatales tengan alguna Efecto crucial en la identidad de género u orientación sexual ".
De Serkan Karaismailoğlu; Ayşen Erdem , Revista de la Asociación Ginecológica Turco-Alemana, 2013:
"En los machos humanos, mostramos que la variación en la testosterona fetal (FT) predice más tarde el volumen local de materia gris de regiones específicas del cerebro en una dirección que sea congruente con el dimorfismo sexual observado en una gran muestra independiente de machos y hembras de la misma edad del NIH Repositorio de datos de resonancia magnética pediátrica ".
De Jürgensen, et al. , Revista de endocrinología y metabolismo pediátrico, 2010:
"Hay pruebas sólidas de que las altas concentraciones de andrógenos conducen a un comportamiento más típico de los hombres y que esto también influye en la identidad de género".
Según estos y muchos otros médicos, las identidades de los transgéneros parecen ser un desajuste genuino entre las características sexuales primarias y los fenotipos neurológicos durante el desarrollo prenatal.
6.) "Estas personas necesitan asesoramiento sobre salud mental para corregir su identidad, no una intervención médica".
Cada organización médica y de salud mental importante en los Estados Unidos apoya oficialmente el acceso a la atención afirmativa. Esto se debe a que décadas de investigación revisada por pares han demostrado que es la forma más efectiva de tratar la disforia de género .
Se ha demostrado de manera abrumadora que afirmar que la atención médica es efectiva y tiene un beneficio clínico importante para las personas con disforia de género. Los estudios de seguimiento han demostrado un efecto benéfico innegable de la cirugía reconstructiva genital en los resultados postoperatorios, como el bienestar subjetivo, la cosmesis y la función sexual (DeCuypere et al., 2005; Gijs & Brewaeys, 2007; Klein & Gorzalka, 2009; Pfafflin & Junge, 1998). También se ha encontrado que GRS conduce a una disminución cuantitativa en los intentos de suicidio y el uso de drogas en poblaciones postoperatorias (C. Mate-Kole et al., 1990). En estudios donde se negó la atención afirmativa, los pacientes mostraron resultados significativamente peores (Ainsworth y Spiegel, 2010; C. Mate-Kole et al., 1990).
Además, se ha encontrado que la asesoría para cambiar la identidad de género es inefectiva y potencialmente dañina. El cuerpo principal de expertos médicos y de salud mental en el cuidado de personas transgénero, WPATH, tiene esto que decir acerca de cómo cambiar las identidades de género de las personas:
"El tratamiento dirigido a tratar de cambiar la identidad y expresión de género de una persona para que sea más congruente con el sexo asignado al nacer se intentó en el pasado sin éxito (Gelder y Marks, 1969; Greenson, 1964), particularmente a largo plazo (Cohen- Kettenis y Kuiper, 1984; Pauly, 1965). Tal tratamiento ya no se considera ético ".
En 2012, como resultado de fracasos pasados ​​y los daños observados, la Asociación Estadounidense de Psiquiatría emitió la siguiente declaración sobre los intentos de cambiar la identidad de género de una persona:
"La técnica psicoanalítica no abarca los intentos decididos de" convertir "," reparar ", cambiar o cambiar la orientación sexual, la identidad de género o la expresión de género de un individuo. Dichos esfuerzos dirigidos van en contra de los principios fundamentales del tratamiento psicoanalítico y con frecuencia resultan en un dolor psicológico sustancial al reforzar Dañar actitudes internalizadas ".
Los tribunales también están reconociendo esto. Los tribunales federales de Nueva Jersey y el Noveno Circuito acordaron que las afirmaciones de los defensores de la terapia reparativa para la identidad de género y la orientación sexual noestán respaldadas por la ciencia . El tribunal de distrito en Nueva Jersey también está permitiendo que los demandantes demanden por daños y perjuicios como resultado del daño causado por la terapia reparativa.
Simultáneamente, un nuevo estudio del Instituto Williams sobre consejería de salud mental para minorías sexuales muestra que aquellos que buscaron consejería de salud mental de un consejero religioso o espiritual (que es más probable que los inste a cambiar) tuvieron más probabilidades de intentar suicidarse posteriormente que aquellos que no buscó ningún tratamiento en absoluto.
7.) "XX Cromosomas = Mujer, XY = Hombre".
Así es como funcionan normalmente los cuerpos humanos, sí. Sin embargo, es posible tener síndrome completo de insensibilidad a los andrógenos (CAIS) , o deficiencia de 5-alfa-reductasa , o síndrome de Swyer , o [mosaicismo genético] ( https://en.m.wikipedia.org/wiki/Mosaic_ ( Genética)) ), o deficiencia de 17-beta-hidroxiesteroide deshidrogenasa III , o virilización inducida por progestina , o exposición prenatal a dietilestilbestrol , disforia de género , o cualquiera de una amplia gama de variaciones basadas en endocrina que pueden hacer que una persona tenga cromosomas. que no coinciden con sus características sexuales primarias o identidad de género.
En al menos un caso documentado, una mujer con cromosomas XY se desarrolló como una mujer normal, se sometió a la pubertad espontánea, alcanzó la menarquia, menstruó con regularidad, experimentó dos embarazos no asistidos y dio a luz a una hija 46, XY con disgenesia gonadal completa.
Es importante comprender la distinción entre cromosomas, rasgos sexuales primarios, genitales, orientación sexual y género. Todas estas son propiedades descriptivas separadas de los seres humanos.
Sus cromosomas no son más que estructuras similares a hilos de ácidos nucleicos y proteínas que se encuentran en los núcleos de la mayoría de las células vivas, y contienen información genética en forma de genes.
Los cromosomas no son una impresión azul, son una receta. Cada vez que pasas la receta, la naturaleza la altera solo un poco. A veces esas alteraciones no hacen nada médicamente significativo, a veces hacen que una persona sea diferente de lo que la mayoría consideraría "normal". Esto es simplemente un subproducto de la evolución y las copias imperfectas del ADN creado durante la reproducción.
Sus rasgos sexuales primarios son una descripción biológica de su cuerpo físico. ¿Esta persona tiene un pene o una vagina? ¿Pechos o no senos? ¿Ovarios o testículos? Etc.
Dado que los genitales (una subcategoría de rasgos sexuales primarios) deben explicarse por sí mismos, saltaré directamente al género.
Imagina al hombre más estereotípicamente físico y mentalmente masculino del mundo y a la mujer más estereotipada física y mentalmente femenina del mundo. Cada uno de los seres humanos que ha estado, y siempre estará vivo, se sienta en algún lugar en un espectro entre estas dos personas imaginarias (a excepción de los no binarios, sienten que no existen en ningún lugar en ese espectro).
El género es tu sentido general de dónde estás en ese espectro. Al igual que con muchas otras cosas, la diferencia entre dónde se encuentra y donde la sociedad cree que debería estar es donde reside la controversia.
La orientación sexual es lo que te atrae, física y mentalmente.
En términos generales, la mayoría de las personas se orientan en sus niveles más básicos por los rasgos sexuales primarios. Ven a una persona con un cuerpo femenino, masculino u otro atípico, y se sienten atraídos sexualmente por esa persona.
Muchas personas también se orientan por personalidad e inteligencia. Incluso hay algunas personas que se orientan casi exclusivamente por estos rasgos mentales. Estas personas son conocidas como pansexuales.
8.) "¿Cómo puede un niño saber si es o no transgénero? Cuando yo era niño quería ser (inserte un nombre arbitrario)".
En primer lugar, el argumento de "cuando era joven quería ser XYZ" es irrelevante porque las personas que lo usan están combinando el sentido constante de ser hombre, mujer u otro género, con el deseo pasajero de ser objetos inanimados. , personas completamente diferentes, ideas abstractas u otros conceptos intangibles, etc.
En segundo lugar, nada permanente le tiene que pasar al niño una vez que declaran que son transgénero. Ese no es el fin del mundo. No reciben de inmediato la cirugía reconstructiva genital o la terapia de reemplazo hormonal, ni nada de eso. En la mayoría de los casos, lo que sucede a continuación está determinado únicamente por los tutores legales del niño, quienes pueden elegir:
O...
Solo hay una opción en esta lista que puede causarle daño mental o físico inmediato al niñx, y eso es ignorar al niñx. Descubrir que tus padres no te apoyan simplemente por lo que eres (especialmente para un hijo único como yo) es devastador. Cuanto más joven es el niño, mayor es el daño que puede causar. El temor de que estos niños sean demasiado ignorantes para comprender sus propias identidades lo suficientemente bien como para hacer cambios permanentes en sus cuerpos es, en realidad, bastante noble.
Sin embargo, hay un gran problema en dejar que el miedo guíe la decisión de si el niñx recibe atención afirmativa ... Tiende a hacer más daño que beneficio . Lxs jóvenes transgénero son extremadamente vulnerables a una multitud de problemas, incluido el abuso de sustancias, el suicidio, el abuso infantil, el abuso / asalto sexual y los trastornos psiquiátricos. Grossman, Arnold H. y Anthony R. D'augelli. "Jóvenes transgénero: invisibles y vulnerables". Diario de la homosexualidad 51.1 (2006): 111-128. Negarles las hormonas no solo les causa agitación emocional, sino que también con frecuencia los lleva a obtener hormonas de todas formas por medios ilícitos, y posteriormente dañar sus cuerpos y exacerbar la angustia emocional de su disforia de género.
Investigaciones recientes han demostrado que en pacientes cuidadosamente seleccionados (seleccionados cuidadosamente para el tratamiento, no para los propósitos del estudio), las personas que hacen la transición a los jóvenes sufren pocos efectos adversos y mantienen un nivel de funcionamiento más alto que antes de la transición . Además, los resultados del tratamiento se consideran mejores cuando se ofrece a una edad más temprana. Cohen-Kettenis, P T. Dillen, C M. Gooren, L J. (2000) "Tratamiento de transexuales jóvenes en los Países Bajos" Nederlands Tijdschrift voor Geneeskunde 144 (15): 698-702, 8 de abril de 2000
Como advertencia final presentaré mi propia experiencia personal en el asunto. Cuando tenía aproximadamente 4-5 años, le dije a mi madre que quería ser una niña como ella cuando creciera, y la reacción que tuve, combinada con las reacciones que tuve en otras épocas durante mi juventud cuando mostraba rasgos femeninos. , me hizo interiorizar muchos aspectos de mi personalidad.
Ahora, más de dos décadas después, ya pasé la pubertad masculina, todavía me siento más como una mujer que como un hombre, pero mucho peor por esperar tanto tiempo. Por un lado, nunca me veré como me siento, porque la pubertad masculina ha terminado para mí y mis huesos han terminado de crecer y moldear. Por otra parte, ahora tengo más de 20 años de conflictos internos y el filtrado de la expresión para desactivar, y 20 años de tiempo perdido cultivando una versión masculina de mí mismo en lugar de descubrir quién soy realmente como persona, independientemente de si coincide con la forma en que otras personas Creo que debería serlo.
Entonces, si estás de acuerdo con que estos niñxs estén marcados emocionalmente por siempre, solo para adaptarse a las nociones regresivas y conservadoras del género, entonces no cambies. Solo recuerde que ignorar o racionalizar el dolor de un niño no hace que desaparezca. Te lo puedo decir personalmente, siempre estará ahí ...
Ahora tengo 27 años y no hay nada de lo que me arrepienta más en el mundo, que mi ingenua e impulsiva decisión de esconderme de esto cuando era un niño pequeño. No sabía nada mejor, solo quería que mamá y papá estuvieran orgullosos de mí y me di cuenta de que eso nunca sucedería mientras yo todavía quisiera ser una niña.
9.) "Nunca pasarás porque ________".
"La pubertad ha terminado, ya no tienes la estructura ósea correcta:"
Esta mujer transgénero comenzó cuando tenía 30 años.
Este hombre transgénero comenzó cuando tenía 27 años.
"Eres demasiado alto / bajo".
Esta es Jennifer Lacy, una jugadora de la WNBA de 6 pies y 3 pulgadas de alto, con género femenino al nacer.
Este es el famoso actor y comediante Kevin Hart, hombre de género al nacer, 5 pies y 3 pulgadas de alto.
"Todos sabrán, las personas transgénero nunca pasan".
Esta es Ines Rau, una mujer transgénero que trabaja como modelo.
Este es Shane Ortega, un hombre transgénero que es sargento en el ejército de los Estados Unidos.
Entiendo que algunos de estos son casos extremos, pero escúchame. La gente viene en todas las formas y tamaños. Si trabajas lo suficiente , todo es posible.
La forma en que se ve solo debería ser importante para usted, y ajustarse a un estereotipo visual para el género que quiere que se vea, es en cierto modo tan malo como ajustar un estereotipo visual para el género que las personas asumen que está basado en su sexo primario. rasgos Es una forma de esconderse del hecho de que cada persona es diferente.
Es triste que las personas juzguen a los demás de forma tan dura por su apariencia, pero no hay forma de escapar. No puedes cambiar la naturaleza humana, y con eso en mente hay un par de cosas importantes que debes considerar.
En primer lugar, decir que alguien parece demasiado masculino para ser mujer o demasiado femenino para ser hombre, no tiene en cuenta todo el increíble ingenio que los seres humanos pueden ejercer (jeje) cuando cambian y dan forma a sus cuerpos.
Hay hormonas, dieta, ejercicio, cirugía, corsés, pelucas, remeras, acolchados, acolchados, suplementos proteicos, trasplantes de cabello, afeitado, cuidado de la piel, propecia, rogaína, maquillaje, estilo de ropa y muchas otras formas de cambiar su apariencia física. a algo con lo que estás más bien.
La resistencia y la determinación son muy poderosas al unísono.
De cualquier manera, la mayoría de nosotros solo queremos que nos dejen solos para vivir nuestras vidas en paz, pero de una manera seremos absolutamente miserables y de la otra manera seremos felices, lo que me lleva a mi segundo punto ...
Decirle a alguien que nunca se verá como quiere es una de las cosas más malas que puedes decirle a alguien que nunca se ha visto como quiere.
Ser hiriente no va a traer progreso, no va a resolver nada. Ser hiriente es ceder al caos del problema, en lugar de actuar con la intención y tratar de resolverlo.
10.) "No me importa lo que tengan que decir los científicos y los psiquiatras: si naciste con un pene, eres un hombre, si no eres una mujer".
Más allá del hecho de que atacar a nuestra sociedad en general se considera una mala forma, esta línea de pensamiento no tiene en cuenta a las personas intersexuales (las personas cuyos cromosomas, genitales y rasgos sexuales primarios no coinciden "normalmente", y / o los genitales de quiénes son difíciles de distinguir como estrictamente hombres o mujeres). Como las personas intersexuales existen , los genitales claramente tampoco pueden ser el factor decisivo en el género.
Afortunadamente, las organizaciones de medicina y salud mental siguen una investigación revisada por pares cuando desarrollan políticas, y los tribunales a su vez se remiten a expertos reales en la materia, no a ideólogos, personas que falsifican sus investigaciones o expertos.
La creciente aceptación de la afirmación de atención en las comunidades médicas se debe al hecho de que la vasta preponderancia de la evidencia científica real sobre los problemas de las personas transgénero contradice directamente sus puntos de discusión anti-transgénero.
Sin embargo, si no te importa lo que la ciencia y la medicina modernas tienen que decir, entonces parece que hemos llegado a un punto muerto. Pero antes de irte, considera los siguientes sentimientos:
¿Desde cuándo algo sobre los seres humanos ha sido blanco o negro, sí o no, encendido o apagado? Casi nada de nosotros es tan simple, entonces, ¿por qué el género sería tan simple?
Los seres humanos son organismos complicados con decenas de miles de partes y piezas intrincadas en nuestros cuerpos y mentes, y casi todos pueden desarrollarse de manera insuficiente, desarrollarse demasiado, mutar, deformarse, fusionarse o saltearse durante el desarrollo prenatal.
El género está incluido en muchas de esas piezas, y las posibilidades de que todas se formen a la perfección son muy bajas. En consecuencia, a veces, las personas nacen mirando de una manera y sintiéndose de otra manera. Seguramente eso no puede ser demasiado extravagante u ofensivo para aceptar, ¿verdad?
Artículo original
EDITAR : Estaré revisando y editando esto a medida que encuentre nuevos recursos, y afinaré el tono y la expresión de las cosas en mi tiempo libre.
Planeo usar todo el muro de texto como respuestas de comentarios a comentarios ignorantes en subreddits de mierda de vez en cuando. Educar a la gente sobre el tema es la mejor manera de combatir la ignorancia y el odio. Paz.
EDITAR : Formato.
EDITAR : Se agregó una sección para jóvenes transgénero.
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EDIT : ortografía y gramática.
EDITAR : Elaborado número 2 y enlaces agregados en el número 7. Fraseo y brevedad refinados.
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2018.07.05 20:11 master_x_2k Enredo IX

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Enredo IX

Querida Miss Militia...
¿Estaba mal comenzar con querida? ¿Implicaba eso más amistad o intimidad que la que existía? ¿Parecería una burla?
Miss Militia, nos encontramos esta noche...
No. Si fuera por esa ruta, ella podría tirarla a un lado junto con todos los otros correos de admiradores que recibió.
Miss Militia, usted me conoce como Skitter, pero realmente no me conoce...
Mejor, pero no me gustó el tono. Lo dejaría como está, seguiría adelante y volvería más tarde.
*...*Verá, no soy un villano, a pesar de...
¿A pesar de que? ¿A pesar del hecho de que aterroricé y lastimé a mucha gente inocente? ¿A pesar de que casi había matado a Lung y luego le había cortado los ojos? ¿Que tenía casi doscientos ochenta mil dólares en dinero ilegítimo a mi nombre?
Me estremecí, saqué mis manos de mis bolsillos y arreglé mi sudadera para cubrir mi estómago expuesto. Después de llegar al departamento, Brian sugirió que estábamos demasiado cansados ​​para discutir la propuesta de Coil, por lo que postergamos toda la discusión hasta la mañana. Me alegré por la excusa para evitar oír o ver algo que pudiera hacer esto más difícil. Además, le había prometido a mi papá que estaría en casa esta noche.
Eran más de las nueve, así que el autobús del ferry solo llegaba cada noventa minutos. Pensé que era mejor caminar a casa que esperar. También podría usar el estiramiento, dado el abuso que mi cuerpo había sufrido mientras montaba a Judas.
Metiendo las manos en los bolsillos, volví mis pensamientos a que diría en mi carta a Miss Militia. Taché “a pesar”. ¿Otro enfoque, tal vez?
...Lo creas o no, mis intenciones todo el tiempo han sido buenas. Me uní a los Undersiders en primer lugar para ayudarles. Para ayudar a esta ciudad...
¿Era eso completamente cierto? No. Si fuera sincera conmigo misma, parte de la razón por la que me había unido y me había quedado con los Undersiders era porque me había sentido sola. ¿Qué tal si ofrecía algo de honestidad?
...Me tomó por sorpresa lo fácil que fue que me agradaran. Estaba en un mal momento, y me aceptaron. Así que escribir este correo electrónico es difícil. Pero es necesario. Al final, decidí seguir este camino porque sirve al bien mayor...
Eso fue lo que me dije a mí misma, mas temprano, antes de irnos para el trabajo. Que seguir con esos tipos representaría el mayor riesgo para los inocentes, que eventualmente llevaría a alguien a quedar atrapado en el fuego cruzado, o que me arresten por algo serio.
Pero ahora tenía el plan de Coil que considerar. ¿Realmente estaba siendo honesta acerca de cómo planeaba ayudar a esta ciudad? No tenía ninguna razón para creer que él estaba mintiendo, y Tattletale lo estaba avalando. Pero al mismo tiempo, el símbolo de Coil era una serpiente, y Tattletale había ocultado la verdad y me había engañado antes.
La pregunta era, ¿estaba tomando esta ruta porque serbia al bien mayor? No. O al menos, no estaba segura de que fuera mi razón para tomar una decisión u otra.
¿Por qué lo estaba haciendo, entonces?
Había sido una pregunta difícil de responder horas atrás, y ahora era doblemente difícil. Suficiente como para asustarme. ¿Cómo había llegado a este punto?
Mi mente se remontó a una ves que me senté en una de las clases de la universidad de mi madre. No podría haber tenido más de diez años, mi padre había estado ocupado y mi madre no había podido encontrar una niñera. Así que había sido precoz, orgullosa como un demonio de estar sentada en esa conferencia de inglés con adolescentes y veinteañeros y entendiendo lo que mi madre estaba diciendo. Incluso habíamos leído el libro juntas, durante las semanas anteriores, así que sabía el material. El libro Las Naranjas no son la Única Fruta.
Mientras estaba sentada y escuchando, un hombre mayor había entrado y se había sentado a mi lado, en la última fila. Con una voz amable, había murmurado un comentario sobre cómo mi madre era una excelente profesora. Luego, unos minutos más tarde, cuando reuní el valor suficiente para levantar la mano y responder a una de sus preguntas, él me había hecho un cumplido a mí, se levantó y se fue. A pesar de todo mi orgullo por mi madre y propio, lo que me sorprendió del encuentro fue el cabello del hombre. Un ridículo peinado para cubrir calvicie.
Después de que la clase había terminado y mi madre me había llevado a casa, mencioné al hombre, y ella lo identificó como el jefe de su departamento, su jefe. Luego mencione el peinado y lo mal que se veía.
“Míralo desde su perspectiva”, me había explicado. “Tal vez, hace mucho tiempo, comenzó a perder un poco de cabello, pero podía cepillarlo hacia un lado de una manera que hacía que no se notara mucho. Cada año que pasaba se cepillaba el pelo un poco más. Fue gradual, algo a lo que lentamente se acostumbró, viéndolo en el espejo todas las mañanas y todas las noches. Muchos pequeños pasos.”
“¿Por qué alguien no lo señala?” Yo le había preguntado.
“No tiene a nadie que se lo señale”, me había respondido, “y cualquiera que lo conozca lo suficientemente bien no quiere herir sus sentimientos, incluso si fuera mejor a la larga.”
“Tú podrías”, le dije.
Así que ella lo hizo, más tarde esa semana. Fue brutalmente honesta con el viejo jefe del departamento de inglés. Según ella, se había cortado el pelo y luego le había dado las gracias en una fecha posterior. Ese evento y lo que mi madre había hecho después siempre quedó grabado en mi memoria.
Tragué un nudo en mi garganta. Siempre me tomaba desprevenida, lo mucho que la extrañaba, cuando pensaba en ella. Daría cualquier cosa por una conversación de treinta minutos con ella, en este momento. No tenía la menor duda en mi mente de que podría haberle dado sentido a todo, poner las cosas en términos tan simples que resolverlo parecía fácil.
Tuve que parar, mirar hacia arriba, parpadear para contener las lágrimas en mis ojos, y tomar una respiración profunda antes de seguir.
¿Era mi situación la misma que la del anciano? ¿Me había permitido deslizarme gradualmente a una mala situación, debido a mi falta de perspectiva más allá de lo que estaba sucediendo dentro de mi propia cabeza?
No había estado pensando en esto claramente. Todavía tenía la confianza suficiente para poder enviar ese correo electrónico, hacer la llamada... pero antes de hacerlo, tenía que ordenar mis pensamientos. Componer la carta en mi cabeza no funcionaría, necesitaba las palabras en la pantalla de mi computadora frente a mí, palabras concretas en blanco y negro.
Caminé por la parte trasera de mi casa y busqué las llaves en mi bolsillo. Antes de que pudiera obtenerlas, mi padre abrió la puerta.
“Taylor. Es bueno verte sana y salva.” Mi papá parecía cansado, años más viejo que la última vez que lo vi.
Le di un breve abrazo, “Hola, papá. ¿Recibiste mi mensaje, diciendo que llegaría tarde?”
“Lo recibí.” Él cerró y puso llave a la puerta detrás de mí. “¿Qué pasó?”
Me encogí de hombros cuando me quité la sudadera, me aseguré de que mi spray de pimienta, el teléfono y las llaves estuvieran todos en los bolsillos, luego la colgué junto a la puerta. “Nada importante. Estuve en casa de Brian, lo ayudé a armar muebles, luego su hermana y la asistente social de ella llegaron sin previo aviso. No pude encontrar una manera de irme sin que fuera algo incómodo.” Lo que sucedió, casi, solo más temprano.
“Ya veo”, murmuró. “¿Estaban ustedes dos solos?”
“No”, le mentí, para evitar que obtuviera la impresión equivocada. “Al menos, no por mucho tiempo. Lisa se fue unos minutos antes de que el asistente social pasara por allí.”
“Y tienes una camisa nueva, ya veo. Es agradable.”
“De Lisa”, mentí, retorciéndome un poco bajo el escrutinio.
“Ah”, asintió.
“Voy a ir a mi habitación, si eso está bien. Estoy algo agotada.”
Mi papá negó con la cabeza, “Preferiría que te quedaras para hablar.”
No es lo que quería hacer. Mi mente estaba bastante llena de basura y debates internos que no quería preocuparme de inventar más mentiras para mi padre.
“¿Podemos hacerlo mañana por la mañana?” Le ofrecí, retirándome hacia la puerta del frente, presionando mis manos en un gesto de súplica. “Realmente necesito sentarme en mi computadora por un minuto y organizar mis pensamientos.”
Empujé la puerta y no se abrió. Extraño. Probé el pomo de la puerta, y no sirvió de nada.
“La puerta está atascada”, dije.
“La puerta está cerrada, Taylor. También lo está la puerta de la sala de estar.” Mi papá me respondió. Cuando lo miré, él me mostró la antigua llave en su mano.
Mientras miraba, sacó dos sillas de al lado de la mesa de la cocina, colocó una en el centro de la habitación, luego colocó la segunda silla contra la puerta trasera y se sentó en ella.
“Siéntate.”
“Papá, esta noche no es realmente-”
“Siéntate.”
Mi corazón se cayó de mi pecho. O al menos, así se sintió. Sentí una fea sensación amarga en el estómago.
“Hablé con tu escuela hoy”, me informó, confirmando ese sentimiento desagradable.
“Lo siento.”
“Te has perdido casi un mes de clases, Taylor. Tres semanas. Te has perdido pruebas importantes, las fechas de vencimiento de proyectos, la tarea... dicen que puedes perder el año, si no lo has hecho ya.”
“Lo- lo siento”, me repetí.
“Tal vez podría entender, sé con lo que has estado lidiando, excepto que no solo no me contaste nada. Me mentiste.”
No pude formar las palabras para otra disculpa.
“Llamé a la escuela para obtener una actualización sobre cómo te estaba yendo, y me dijeron que no habías asistido a clase por un tiempo, y no supe qué hacer. Yo solo- me sentí completamente perdido. Llamé a tu Nona.”
Hice una mueca. Nona era la madre de mi madre, una mujer austera que nunca había aprobado totalmente a mi padre como pareja para su hija. No habría sido fácil para él hacer esa llamada.
“Ella me convenció de que tal vez estuve demasiado concentrado en ser tu aliado, y no me concentré lo suficiente en ser tu padre. Si ella me hubiera dicho eso hace una semana, le hubiera colgado. Pero después de hablar con tu escuela, dándome cuenta de lo mal que te fallé...”
“No me fallaste”, le dije. Me sorprendió que mi voz se rompiera un poco con emoción.
“Lo hice. Está claro que lo que hemos estado haciendo no ha funcionado, si estás en esta situación, si no puedes hablar conmigo. No más secretos, no más medias verdades. Así que nos quedaremos aquí toda la noche si es necesario. Incluso faltaré al trabajo mañana si tengo que hacerlo, pero vamos a hablar.”
Asentí con la cabeza y tragué saliva. Todavía no me había sentado en la silla que había dejado en el medio de la cocina.
“Yo, um, necesito usar el baño.”
“Está bien”, se puso de pie. “Te acompañaré hasta allí y te llevaré de vuelta a la cocina después.”
“¿Me estás tratando como si fuera una prisionera?”
“Eres mi hija, Taylor. Te amo, pero sé que está pasando algo, y no es solo el acoso, o tiene algo que ver con el acoso que aún no has mencionado. Tengo miedo por ti, Taylor, porque me estás evitando y callando incluso si eso significa abandonar la escuela.”
“Entonces fuerzas mi mano haciéndome tu prisionera”, le respondí, dejando que la rabia y el dolor se apoderaran de mi voz. “¿Crees que esto esta remotamente bien, después de todas las veces que fui acorralada por esas perras de la escuela? ¿Tengo que volver a casa con esta mierda de abuso de poder también?”
Mi papá me respondió con la mayor paciencia, “Espero que sepas que estoy haciendo esto porque te amo.”
Lo sabía. La cosa era que eso no lo hacía ni un poco más fácil de manejar.
“¿Necesitas ir al baño, Taylor?”
Negué con la cabeza. Lo que necesitaba era salir de esta habitación. Lo vi fruncir los labios, sabía que era consciente de que acababa de buscar un escape.
“Habla conmigo, Taylor.”
“No tengo ganas de hablar.” Crucé la habitación para probar las otras puertas, la sala de estar y el sótano. Cerradas.
“¿Por qué insistes tanto en escapar?”, Preguntó. Pude escuchar el dolor en su voz, lo que no me hizo sentir mejor. “Por favor, solo relájate, siéntate.”
Sentí el crujido de mi poder en los bordes de mi conciencia, me di cuenta de que estaba apretando los puños. ¿Por qué las personas en las que se suponía que podía confiar eran las personas que se volvian contra mí, me arrinconaban y me hacian sentir lo peor? Emma, ​​la escuela, Armsmaster, ¿ahora mi papá?
Pateé la silla, lo suficientemente fuerte como para hacer una marca cuando golpeó la nevera. Los ojos de mi padre se agrandaron un poco, pero él no se movió ni habló. Pude sentir el tirón de mi poder a medida que los bichos de mi vecindario comenzaron a moverse a mi ubicación. Tuve que cancelar intencionalmente la orden para hacerlos retroceder y volver a su comportamiento normal.
No sintiéndome ni remotamente mejor después de mi abuso de la silla, empujé los libros de cocina y las impresiones fuera de la estantería al lado de la nevera, dejándolos caer al suelo. Un marco de foto que se había escondido en el medio de la pila se rompió cuando golpeó el suelo.
“Maldita sea”, murmuré. Todavía no me sentía mejor, y me costaba más mantener el enjambre a raya.
“Las posesiones pueden ser reemplazadas, Taylor. Ventila como necesites.”
“¿Papá? P-” Tuve que parar por unos segundos hasta que sentí que podía recuperar el aliento y hablar sin que mi voz se rompiera, “¿Hazme un favor? ¿Quédate callado un momento y déjame pensar?”
Me miró cuidadosamente antes de responderme. “Bueno. Puedo hacer eso.”
Sin otro lugar donde sentarme, puse mi espalda a la pared debajo de la estantería que acababa de limpiar y me dejé caer al suelo, mis piernas hicieron sentir sus protestas cuando puse mis piernas contra mi pecho. Crucé mis brazos, descansándolos sobre mis rodillas, y enterré mi cara contra ellos.
Sabía que eran las 9:24 cuando entré. Para el momento en que suprimí los bichos, controlé mi poder y me sentí segura para levantar la cabeza, eran las 9:40. Mi papá todavía estaba sentado en la silla.
Solté un largo suspiro, silencio, luego enterré mi cara en mis brazos otra vez.
¿Ahora qué?
Vamos, Taylor. Te has enfrentado a Supervillanos en situaciones de vida o muerte. Te enfrentaste a Armsmaster esta noche. ¿Es tan difícil enfrentar a tu propio padre?
No. Diez veces más duro.
Pero tenía que enfrentar el problema de la misma manera. Catalogar mis opciones, mis herramientas a mano. La violencia física estaba fuera. Lo mismo usar mi poder. ¿Qué me dejó eso?
La situación era en definitiva la misma, decidí. Todavía tenía que escribir esa carta a Miss Militia, organizar mis pensamientos. El problema era que ahora tenía algo más que hacer. Tenía que confesarle a mi padre lo que había hecho.
No estaba segura de poder decirlo. Mi garganta estaba cargada de emoción, y dudaba de poder organizar mis pensamientos lo suficiente como para convencer a mi padre de que había hecho todo por las razones correctas. Abría la boca para decírselo, tartamudear lo básico, quizás incluso se viera preocupado al principio. Luego, mientras seguía hablando, sin poder describir adecuadamente lo que había hecho y por qué, pude ver que su rostro se convertía en confusión. ¿Después de eso? ¿Disgusto, desilusión?
Una pequeña parte de mí murió en el interior al pensarlo.
Lo escribiría. Levanté mi cabeza abruptamente, miré los papeles esparcidos a mi alrededor. Encontré un sobre, del tipo en que pones los documentos dentro. Entonces encontré un marcador.
En la parte superior del sobre, escribí las palabras: “SOY UN SUPERVILLANO.”
Miré esas palabras en el sobre marrón que descansaba sobre mis piernas. Luego miré a mi papá. Estaba leyendo un libro, su tobillo derecho descansando sobre su rodilla izquierda.
Me imaginé entregándole el sobre tal como estaba. Solo esa línea.
“Carajo.” Murmuré.
“¿Dijiste algo?” Mi padre levantó la vista de su libro y se acercó para dejarlo.
“Está bien. Sigue leyendo,” dije, ausente, molesta por la distracción, todavía enojada con él por arrinconarme así.
“Está bien”, estuvo de acuerdo, pero no miró el libro más de tres segundos antes de volver a mirarme, como para controlarme. Traté de ignorarlo y enfocarme en el sobre.
¿Qué escribiría? Después de un segundo, comencé a escribir debajo del título que había puesto en el sobre.
Me agradan Brian y Lisa. Incluso me agradan Alec y Rachel. Pero también son supervillanos. Me uní a ellos con la idea de que obtendría detalles que necesita el Protectorado y luego los traicionaría.
Levanté el marcador y fruncí el ceño.
¿Por qué era tan difícil?
Le puse la tapa y nerviosamente golpeé el marcador contra mi rodilla. Pensando, tratando de medir mis sentimientos, explorar mis pensamientos para ver qué era lo que hacía que ese nudo en lo profundo de mis entrañas se hiciera más fuerte.
¿Mi papa? ¿Estaba demasiado consciente de lo que iba a leer, de cómo lo percibiría? Sí. Pero también había sido difícil escribir cuando estaba escribiendo mentalmente solo para Miss Militia. Esa no era la imagen completa.
¿Tenía miedo de ser arrestada? No. Bueno, había visto a la burocracia trabajando en la escuela, no confiaba en el sistema, esperaba que en algún momento me jodieran. Pero eso no era lo que impulsaba mis elecciones. Fue algo más personal.
El equipo. ¿Estaba preocupada sobre cómo lo tomarían? ¿Posiblemente tenerlos como enemigos? Al igual que Coil había dicho, no había ninguna garantía de que cualquier acción contra ellos fuera totalmente exitosa. Tattletale probablemente podría darse cuenta que un equipo ERP estaba allí antes de que pudieran ponerse en posición, y el equipo era bueno para escapar en un apuro. Entonces tendría uno o más enemigos detrás de mí, que sabían todo lo que necesitaban y tenían todas las herramientas para hacer de mi vida un infierno.
Más cerca.
Tenía que ver con esos chicos, y poco a poco me di cuenta de qué se trataba.
Me puse de pie, luego caminé hacia el horno.
“¿Taylor?”, Mi padre habló, despacio.
Doblé el sobre a lo largo para ocultar las palabras, encendí el quemador del horno, luego sostuve la punta del sobre en la llama hasta que se encendió.
Mantuve el sobre ardiente sobre el fregadero hasta que estuve segura de que mi mensaje fue borrado. Dejé caer los restos del sobre en el lavabo y lo observé arder.
No quería enviar ese correo electrónico a Miss Militia porque me gustaban esos chicos. Esa no fue la gran realización. Lo que me hizo ponerme de pie y quemar el sobre fue darme cuenta de que me gustaban esos chicos, que los quería mucho, confiaba en que me apoyarían...
Sin embargo, siempre me había mantenido alejada.
Era estúpido, era egoísta, pero realmente, quería saber cómo sería llegar a conocer a Lisa, sin preocuparme de que descubriera mi plan. Me gustaría ver cómo era interactuar con ella sin tener que censurarme por temor a dar esa pista que lo arruinara. Quería conocer mejor a Perra y a Alec. Y Brian. Quería estar más cerca de Brian. No podría expresarlo mejor que eso, porque no sabía si habría algún futuro con él más allá de una simple amistad. No esperaba que hubiera. Aún importaba.
Me permitía pensar que había intentado una amistad con estos chicos, que había crecido como persona, por lo que estaba bien seguir adelante con mi plan. Pero no lo hice. Nunca me permití realmente abrirme y conectarme con ellos, y me estaba dando cuenta de lo mucho que quería.
Mis razones para seguir adelante con mi plan fueron disminuyendo, cada vez más difícil de justificar. Mi reputación probablemente estaba en ruinas, había hecho enemigos de todos los que importaban, y tenía una serie de delitos graves en mi haber. Por mucho que trate de ignorar todo eso y decirme que lo estaba haciendo por el bien de todos, mi conversación con Coil me había dejado menos segura. Eso no quiere decir que le creyera completamente, o que pensara que sería tan exitoso como él creía, pero estaba menos segura.
Maldita sea, quería pasar más tiempo con los Undersiders. Sabiendo que me había quedado sin razones para seguir con el plan, toda la porquería que llovería sobre mi cabeza si lo hacía, ¿cuánto me odiaría por traicionar a mis amigos? Este pequeño deseo de una amistad real y genuina fue suficiente como empujón en esa dirección. Podía cambiar de opinión. No enviaría ninguna carta a Miss Militia.
Pasé el agua del grifo sobre los restos humeantes del sobre, observé cómo los restos se borraban. Vi el agua corriendo por el desagüe durante un largo tiempo después de que el último trozo de papel quemado se había ido.
Cerré el grifo, metí las manos en los bolsillos y crucé la cocina para recostarme contra la puerta que daba al vestíbulo, mirando brevemente el picaporte y la cerradura antes de apoyarme en la puerta de espaldas a ella. Llamé a algunos bichos desde la sala de estar, el pasillo y los conductos de calefacción del pasillo delantero hasta la puerta y el mecanismo de la cerradura. ¿Podrían mover las partes necesarias?
No hubo suerte. No eran lo suficientemente fuertes como para manipular el funcionamiento interno de la puerta, y cualquier bicho que pudiera ser lo suficientemente fuerte no encajaría en su interior. Lárguense, les dije, y lo hicieron.
Lo que no me dejó una buena manera de evitar tratar con mi padre. Me sentí más culpable que nunca mientras lo miraba a través de la habitación. Parecía tan desconcertado, tan preocupado, mientras me miraba. No tenía en mí la voluntad de mentirle a su cara otra vez.
Pero lo que sea que hiciera lo iba a lastimar.
Crucé la habitación y él se puso de pie, como si no estuviera seguro de lo que iba a hacer. Lo abracé fuerte. Él me abrazó más fuerte.
“Te amo, papá.”
“Yo también te amo.”
“Lo siento.”
“No tienes nada por lo que lamentarse. Solo- solo háblame, ¿de acuerdo?”
Me aparté y agarré mi sudadera del gancho junto a la puerta. Cuando volví al otro lado de la habitación, busqué en los bolsillos y recuperé el teléfono.
Empecé a escribir un texto.
“Tienes un teléfono celular”, estaba muy callado. Mi madre había muerto usando un teléfono celular mientras conducía. Nunca habíamos hablado de eso, pero sabía que él había tirado el suyo poco después del accidente. Connotaciones negativas. Un feo recordatorio.
“Sí”, respondí.
“¿Por qué?”
“Para estar en contacto con mis amigos.”
“Es... es solo inesperado. No lo hubiera pensado.”
“No es la gran cosa.” Terminé el texto, cerré el teléfono y lo metí en el bolsillo de mis jeans.
“Ropa nueva, estás más enojada, mintiéndome, faltando a la escuela, este teléfono celular... Siento que ya no te conozco, pequeña lechuza”, usó el antiguo apodo de mi madre para mí. Me estremecí un poco.
Cuidadosamente, respondí, “Tal vez eso sea algo bueno. Porque seguramente no me gustaba lo que era antes.”
“A mí sí”, murmuró.
Desvié la mirada.
“¿Al menos puedes decirme que no estás tomando drogas?”
“Ni siquiera fumando o bebiendo.”
“¿Nadie te obliga a hacer algo que no quieres hacer?”
“No.”
“Está bien”, dijo.
Hubo una larga pausa. Los minutos se extendieron como si los dos estuviéramos esperando que el otro dijera algo.
“No sé si sabes esto”, dijo, “pero cuando tu mamá estaba viva, y tú estabas en la escuela media, surgió la posibilidad de que te saltaras un año.”
“¿Sí?”
“Eres una chica inteligente y temíamos que te aburrieras en la escuela. Tuvimos discusiones sobre el tema. Yo-yo convencí a tu madre de que estarías más feliz a la larga asistiendo a la escuela secundaria con tu mejor amiga.”
Tosí una carcajada. Entonces vi la mirada herida en su rostro.
“No es tu culpa, papá. No podrías haberlo sabido.”
“Lo sé, o al menos, entiendo eso en mi cabeza. Emocionalmente, no estoy tan seguro. No puedo evitar preguntarme cómo hubieran sido las cosas si hubiésemos seguido lo que tu madre quería. Lo estabas haciendo muy bien, ¿y ahora estás fallando?”
“Así que fallo, tal vez”, le dije, y sentí un levantamiento de pesas, admitiéndolo en voz alta. Habría opciones. Entendí lo suficiente como para que aún pudiera presionar a los directivos para que dejara pasar un grado. Tendría la edad suficiente para tomar clases en línea como Brian.
“No, Taylor. No deberías tener que hacerlo. El personal de la escuela conoce tus circunstancias, definitivamente podemos obtener algunas exenciones, extender los plazos...”
Me encogí de hombros. “No quiero regresar, no quiero suplicar y pedir ayuda a esos pendejos en la directiva de la escuela, solo para poder volver la misma posición en el que estuve hace un mes. Tal como lo veo, el acoso escolar es inevitable, imposible de controlar o prevenir. Es como una fuerza de la naturaleza... una fuerza de la naturaleza humana. Es más fácil de manejar, si lo pienso así. No puedo luchar contra eso, no puedo ganar, así que me centraré en lidiar con los efectos secundarios.”
“No tienes que rendirte.”
“¡Yo no estoy rindiendo!” Levanté la voz, enojada, sorprendida de mí misma por estar enojada. Tomé aliento, me obligué a regresar a un volumen normal, “Estoy diciendo que probablemente no haya ninguna manera de entender por qué ella hizo lo que hizo. Entonces, ¿por qué perder mi tiempo y energía deteniéndome en eso? A la mierda, ella no merece la cantidad de atención que le he estado prestando. Estoy... replanteando las prioridades.”
Él cruzó sus brazos, pero su frente estaba arrugada por la preocupación. “¿Y estas nuevas prioridades tuyas son?”
Tuve que buscar una respuesta. “Vivir mi vida, recuperar el tiempo perdido.”
Como para responder mi declaración, la puerta trasera se abrió detrás de mi padre. Mi papá se volvió, sorprendido.
“¿Lisa?” Preguntó, confundido.
Lisa reveló la llave que había tomado de la piedra falsa en el jardín trasero, y luego la colocó en la barandilla de los escalones de atrás. Sin sonreír, ella miró a mi padre y a mí. Ella se encontró con mis ojos.
Me abrí paso empujando a mi padre, y él agarró mi brazo antes de que estuviera lejos de la puerta.
“Quédate”, me ordenó, me imploró, apretándome el brazo.
Solté mi brazo, girándolo hasta que no pudo mantener su agarre, y bajé los escalones de atrás, sentí que me dolían las rodillas al aterrizar. A tres o cuatro pasos de distancia, di vuelta en su dirección, pero no pude mirarlo a los ojos.
“Te amo, papá. Pero yo necesito-” ¿Qué necesitaba? No pude formar el pensamiento. “Yo, eh, estaré en contacto. Para que sepas que estoy bien. Esto no es permanente, solo... necesito un respiro. Necesito entender todo esto.”
“Taylor, no puedes irte. Soy tu padre, y este es tu hogar.”
“¿Lo es? Realmente no parece que ese sea el caso en este momento”, respondí. “Se supone que mi hogar es un lugar donde me siento segura.”
“Tienes que entender, no tenía otras opciones. Me estabas evitando, no hablabas, y no puedo ayudarte hasta que reciba respuestas.”
“No puedo darte ninguna respuesta”, le respondí, “y de todos modos no puedes ayudar.”
Dio un paso adelante, y rápidamente retrocedí, manteniendo la distancia entre nosotros.
Volviendo a intentarlo, me dijo: “Entra. Por favor. No te presionaré más. Debería haberme dado cuenta de que no estabas en un estado en el que podía.”
Dio otro paso hacia mí, y Lisa dio un pequeño paso hacia un lado para ponerse en su camino, mientras retrocedía de nuevo.
“¿Lisa?” Mi papá volvió su atención hacia ella, mirándola como si nunca la hubiera visto antes. “¿Estás bien con esto?”
Lisa miró entre nosotros otra vez, luego dijo cuidadosamente, “Taylor es inteligente. Si ha decidido que necesita alejarse y resolver las cosas por sí misma, confío en que sea por una buena razón. Hay mucho espacio para ella en mi casa. No es un problema en lo más mínimo.”
“Ella es solo una niña.”
“Ella es más capaz de lo que le das crédito, Danny.”
Me volví para irme, y Lisa se apresuró a alcanzarme, poniendo un brazo sobre mis hombros cuando llegó a mi lado.
“Taylor”, llamó mi padre. Dudé, pero no volteé. Mantuve mi mirada fija en la puerta del patio trasero.
“Por favor mantente en contacto”, dijo, “puedes volver a casa en cualquier momento.”
“Está bien”, respondí. No estaba segura de si mi voz era lo suficientemente fuerte como para que él oyera.
Mientras Lisa me guiaba hacia su auto, tuve que controlarme para no mirar hacia atrás.

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2016.10.15 00:35 RaulMarti "LA FELICIDAD TECNOLOGICA" (Andrés Herrero) Entrega No. 13 (Mujeres Chanel, se relacionan con ideologías Arman; personalidades Rolex y triunfadores Ferrari contemplan con desdén a individuos Zara...)(La resurrección de la carne llega vía viagra.....)

La aceleración de la maquinaria económica se transmite puntualmente a los individuos que la sirven.
A la sociedad le importa que el tren salga a su hora, cuales sean las necesidades del maquinista, sus problemas, lo que éste sienta o piense, le trae sin cuidado, al igual que en el ejército, el soldado, opine lo que opine, debe marchar al paso del batallón y disparar contra quien le ordenen.
Se exige actuar desprovisto de cualquier emoción, consideración humana o apego a sus semejantes.
“La crueldad con un fin, no es crueldad, sino eficacia”, aleccionaba el capitán de la Bounty a sus oficiales para que trataran con mayor dureza a la tripulación.
Mantener el paso de las máquinas obliga al ser humano a funcionar con el piloto automático puesto todo el día, desoyendo su ritmo vital.
El individuo no puede distraerse un segundo ni permitirse el más mínimo fallo, porque su vehículo se saldrá de la carretera, la prensa le atrapará o se producirá alguna fuga tóxica.
La técnica moderna es absorbente y cuanto más poderosa, más gravosas son sus servidumbres, al igual que cuanto más grandiosas sus creaciones, más insignificante y prescindible se vuelve él mismo.
*La sociedad pretende transformar los problemas humanos en tecnológicos, como si la tecnología pudiera resolver el exceso de egoísmo, la mala distribución de la riqueza o la insatisfacción con uno mismo. *
La tecnología ha creado un mundo sin memoria ni raíces, en el que la novedad, la moda, la interminable sucesión de cambios y un consumo exacerbado hasta la náusea constituyen la perfecta droga del olvido para hacer tabla rasa de la experiencia.
Cada día supone borrón y cuenta nueva.
Las marcas proporcionan al hombre moderno su identidad.
La identidad del hombre del siglo XXI resulta tan frágil, volátil e insustancial como la de un best seller.
*Su vida consiste en hacer cosas que no le interesan, para conseguir un dinero con el que comprar cosas que no necesita *.
Porque cuando a las personas no se les permite desarrollar identidades reales, tienen que adquirir identidades publicitarias, prestadas, ficticias, que se consumen tan fugazmente como se crean.
«A velocidad electrónica, todo se vuelve instantáneo, inmediato, y así es como aparece el vértigo de la conexión permanente.
Cuando la vida se acelera, sentir y actuar, se tornan una misma cosa.
Los medios electrónicos (radio, teléfono, satélite, cine, televisión y ordenador) crean al hombre masa.
La atrofia emocional constituye su forma de defensa frente a la constante agresión anímica del exterior, porque la electricidad destruye la individualidad.
A la velocidad de la luz, todos se fusionan con todos.
Sin privacidad no hay identidad.
El hombre se encuentra demasiado cercano a los demás individuos, perdiendo su identidad.
El hombre actual integrado en la multitud no es nadie: al ser introducido en de un banco de datos, se convierte sólo en un número
Los medios lobotomizan. La liposucción mental triunfa por encima de la física.
En la modernidad “líquida” el individuo flota arrastrado por la corriente de los medios, como una cáscara sin sustancia, rellena de consumo, tan vacío por dentro como lleno de cosas por fuera.
La lucha de clases se ha trasladado a las marcas.
** Mujeres Chanel, se relacionan con ideologías Arman; personalidades Rolex y triunfadores Ferrari contemplan con desdén a individuos Zara, Ikea o Renault que aspiran a ser como ellos. En el supermercado global de las apariencias una imagen vale por mil realidades. Al reconocimiento entre personas le ha sucedido el afán audiovisual de salir por la tele, única forma de ser alguien**.
Nuestra autoestima está hecha de silicona.
La cirugía estética se erige como el elixir de la eterna juventud, como el fotoshop orgánico encargado de adaptar los cuerpos al canon de belleza imperante.
Nos esculpimos el pecho, el rostro, las nalgas, borramos las arrugas y nos depilamos de arriba abajo, curando nuestros complejos a golpe de láser y bisturí.
Hay que derrotar al organismo traidor, remasterizándonos desde la talla del pecho a la del pene para no perder caché. A los 40 recuperar la tersura de los 20.
La resurrección de la carne llega vía viagra. Se acabó el pene mustio y la mediocridad. La eyaculación precoz puede durar ahora una semana y si la mujer se declara insatisfecha le devuelven el orgasmo
. Nuestros antepasados acariciaban molla y nosotros silicona.
La boina ha cedido su lugar al implante de cabellos; el vicio solitario a la satisfacción multimedia.
Sin darnos cuenta, del cilicio hemos pasado a la milla urbana; de la mortificación del alma a la del cuerpo: hemos salido del confesionario para entrar en la pista de atletismo.
La primera obligación ciudadana es estar en forma.
Agotados de tanto correr, pero sanos. Casi resulta más grave ser gordo que delincuente o fumador.
Nos hemos deshecho del corsé para recalar en el implante de senos
. Occidente rechaza la ablación, pero no vacila en extirpar los labios genitales. Los motivos religiosos no son de recibo, pero los económicos merecen todos los respetos.
El ciudadano civilizado canaliza su necesidad de distinguirse de los demás a base de apariencia y adquisiciones más que de criterio propio.
Se lleva el cambio constante; mudar de ropa, de imagen, de casa, de coche, de empresa, de pareja, de ciudad, de piel y hasta de cuerpo. Solo vale lo nuevo, lo último; el ayer se identifica con lo caduco y fosilizado.
Los humanos tenemos que estar siempre impecables, perfectos, como recién salidos de fábrica.
Noticias, personas, objetos y tecnologías caducan a la velocidad de la luz.
Renovación constante por cambio de temporada.
El hoy destruye al mañana, lo joven devora a lo viejo y todo se disuelve en la nada.
Para la tecnología, la carne es débil y ni ella, ni la edad, ni el género suponen un obstáculo; podemos hormonarnos, mudar de sexo, de edad o de color de piel; la tecnología ha disuelto todas las fronteras entre hombre y mujer, joven y anciano.
El marquetin nos proporciona una identidad; la apariencia manda y la impostura triunfa.
Lo estable ha sido derrotado por lo superficial y perecedero, quedándose huérfano de significado; lo sólido, como vaticinó Marx que sucedería, se ha desvanecido en el aire.
Todo está hueco y adulterado: leche, belleza, conciencia o democracia.
El humor sabe a risa enlatada, el colorante a tomate, y el hombre se ha convertido en un brik de traje y corbata envasado al vacío.
La cirugía estética, que nació durante la Primera Guerra Mundial - la primera guerra tecnológica de la historia-,para reparar los rostros desfigurados de sus víctimas, se ha transformado en una disciplina artística.
Como es lógico en un mundo que ha hecho del culto a la apariencia una religión, las patologías de la imagen proliferan por doquier.
La dismorfobia es el rechazo al propio cuerpo, provocado por algún pequeño defecto físico, real o imaginario.
** La mayoría de las mujeres se encuentran insatisfechas con su aspecto corporal. **Se obsesionan contando calorías y se operan aunque estén sanas: afortunada la que esté libre de dietas y encuentre bikini de su talla
. En cuanto a los varones afectados de vigorexia, acuden al gimnasio para hipermuscularse viéndose siempre débiles y enclenques, lo que les lleva a efectuar ejercicios de forma compulsiva, e inyectarse anabolizantes hasta que su cuerpo alcanza proporciones exageradas.
Otras muchas personas caen en la ortorexia, la obsesión enfermiza por la vida sana, que implica alimentarse exclusivamente con comida ecológica, utilizar prendas y muebles confeccionados a base de fibras naturales, curarse con medicinas alternativas y recuperar el equilibrio interior (ya que el exterior no es posible) con filosofías orientales, como reacción contra la excesiva tecnologización de la vida.
Una búsqueda de lo natural a través de la máxima artificialidad.
Nos hemos convertido en yonquis electrónicos, habitantes de un paraíso multimedia que buscamos en el ciberespacio la felicidad digital que en la tierra se nos niega.
El morbo reemplaza a la falta de contenido.
Disney y Hollywood nos mantienen sumidos en una hipnosis letal que con frecuencia concluye en el diván del siquiatra.
En el mundo de la sonrisa permanente y la piel estirada, “la gente frustrada por no poder cambiar la sociedad, se cambia a sí misma
. Las cosas se mantienen eternamente jóvenes porque se reemplazan sin cesar, y por eso, los humanos tratan de convertirse en cosas”, señala Guy Débord.
Desde que la vida se ha transformado en espectáculo multimedia, el deporte en dopaje, la belleza en cirugía y la intimidad en escaparate, nuestras vivencias se han vuelto tan intensas como poco profundas.
Hay que exhibirse para ser alguien.
Los senos y pectorales hipertrofiados son nuestra mejor tarjeta de visita.
No importa desnudarse o vender el alma, si la pagan bien
. De la calle al hogar, todos los espacios públicos o privados han pasado a transformarse en improvisados platós.
Fisgar y entrometerse en la vida ajena se ha convertido en un derecho constitucional
 ____________________ 
CONTINUARA
En la sociedad actual vivir contrarreloj exige disfrutar igualmente contrarreloj. Las almas hipotecadas buscan su salvación en las ofertas del supermercado más que en las de la iglesia
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2016.06.05 19:48 ShaunaDorothy EE.UU.: Cacería de brujas asesina “Delincuentes sexuales” marcados por el estado: Parias de por vida (Febrero de 2014)

https://archive.is/HdHvI
Espartaco No. 40 Febrero de 2014
Durante las últimas décadas, la policía sexual de este país ha capturado a cerca de un millón de personas. Se les encarcela, se les humilla públicamente y se les pone en peligro mediante los registros de “delincuentes sexuales” en Internet, se les rastrea con tobilleras de GPS, se les expulsa de sus propias comunidades y se les obliga a vivir bajo los puentes o en los bosques. Se han convertido en parias sociales, en los leprosos de la actualidad.
Incluso mientras el matrimonio gay —y los boy scouts (abiertamente) gays— son cada vez más aceptados, el esfuerzo de los gobernantes por legislar el sexo y la “moralidad” parece no tener fin. Su más reciente expresión es el frenesí azuzado contra un supuesto brote de incorregibles “depredadores sexuales”, especialmente los que supuestamente tienen como blanco a niños en Internet (es decir, un mundo fantástico) o a través de la pornografía (también pura fantasía). No hay tal epidemia; sin embargo, parece haber un gran número de policías infiltrados al acecho en los chat rooms. Se ha victimizado a miles sólo por mirar pornografía o por intentar comunicarse con otros, por no hablar del sexo consensual con menores, nada de lo cual sería un crimen en una sociedad racional.
Tal como ocurrió con la histeria de los años ochenta y noventa sobre las supuestas redes satánicas de abuso de menores en las guarderías, el depredador de Internet es un mito manufacturado por el gobierno y los medios. Incitando y manipulando el miedo y las actitudes sociales atrasadas, su finalidad subyacente es legitimar y fortalecer los poderes del estado capitalista. Mientras los políticos demócratas y republicanos sermonean sobre “proteger a nuestra niñez”, los imperialistas estadounidenses bombardean a niños en todo el mundo y millones pasan hambre incluso en este país, donde la tasa de mortalidad infantil llega al lugar 51 del mundo.
Entre las innovaciones legales más perniciosas, diseñadas para aumentar el control del gobierno, están las leyes federales que firmó el presidente demócrata Bill Clinton a mediados de los noventa y que le exigen a los delincuentes sexuales liberados que se registren en Internet y notifiquen a la comunidad su paradero. Otro estatuto le exige a las autoridades estatales que transmitan sus datos y huellas digitales al FBI para que éste forme una base de datos nacional. También está el “confinamiento civil”, que permite mantener a los prisioneros recluidos más allá del término de sus sentencias. Con estas leyes, los convictos de delitos sexuales se ven inmersos en un laberinto kafkiano de presunta culpabilidad, ostracismo social, castigos preventivos, miedo y violencia, frecuentemente de por vida.
Para Charles Parker de Jonesville, Carolina del Sur, y para su esposa, registrarse como delincuente sexual fue una sentencia de muerte. En julio, Jeremy Moody halló el nombre de Parker en el registro y ubicó su hogar en un mapa, se dirigió ahí y disparó y apuñaló a la pareja. “No he venido a robarte. He venido a matarte porque eres un abusador de niños”, dijo Moody, quien tiene la palabra “skinhead” [cabeza rapada] tatuada en el cuello. (Parker no había sido convicto por abuso de menores.) Posteriormente, Moody admitió que se preparaba para matar a otra persona que figuraba en el registro.
Un caso de estudio: Los Friedman
Hace poco volvió a las noticias el caso de Arnold Friedman y su hijo adolescente Jesse, documentado en la escalofriante película nominada al Oscar de 2003 Capturando a los Friedman. La película muestra cómo los dos hombres de Long Island, víctimas del abuso policiaco, la histeria de la comunidad y el sesgo judicial, fueron obligados a confesar en falso decenas de casos de abuso de menores que supuestamente ocurrieron en las clases de computación de Arnold, con la ayuda de Jesse. Un amigo adolescente de éste, Ross Goldstein, también fue condenado a trece meses de prisión tras ser obligado a confesar y a hacer acusaciones falsas contra Jesse.
Los cargos de esa cacería de brujas iban desde lo inverosímil hasta lo imposible. Como lo puso Jesse Friedman, un niño de diez años que asistía a las clases semanalmente alegó que había sido forzado a tener sexo anal u oral 30 veces en un periodo de diez semanas y —tras reinscribirse— fue violado 41 veces a lo largo del siguiente año. Entre lo que un cargo describía como abusos en grupo se incluía el “salto de rana”, en el cual Arnold y Jesse supuestamente sodomizaban a toda la clase de niños desnudos saltando de uno al otro. Pese a las historias de violencia física, abuso verbal y sexo forzado frente a toda la clase, no se presentó una sola evidencia: ni moretones ni ropa manchada de sangre. Ni uno solo de los padres expresó la menor sospecha hasta que la policía llegó a sus casas a interrogar a sus hijos.
El único hecho incuestionable es que en 1987 los agentes aduanales interceptaron un paquete dirigido a Arnold Friedman que contenía pornografía infantil, lo que llevó a la policía a allanar el hogar de los Friedman en el suburbio de Nueva York de Great Neck. La policía confiscó unas 20 revistas de pornografía infantil tomadas de varias partes de la casa y una lista de los niños que asistían a las clases de Arnold.
¡Al poseer pornografía infantil, Arnold Friedman no cometió crimen alguno! Fotografías, sexo de fantasía, entretenimiento: la pornografía no hace daño a nadie. ¿Cuántos de nosotros podríamos librarnos de la prisión si los “pensamientos desviados” se castigaran con cárcel? Al contrario de ciertos feministas y de los maoístas del Revolutionary Communist Party [Partido Comunista Revolucionario], quienes quisieran prohibir la pornografía sobre la espuria base de que provoca violencia contra la mujer, nosotros reconocemos que las leyes antipornografía dañan a todos al legitimar la censura y desatar la interferencia estatal en la vida privada. Nos oponemos a las leyes contra la pornografía y a las leyes contra los “crímenes sin víctimas”, como la prostitución, las drogas y las apuestas. ¡El gobierno debería sacar los ojos, oídos y narices de las alcobas y de las vidas privadas de la gente!
Según la retorcida lógica que esta sociedad promueve, Arnold Friedman, espectador de pornografía, debía ser por lo tanto un abusador de menores, por lo que fue condenado a una sentencia de diez a 30 años de prisión y murió en la cárcel en 1995, aparentemente por suicidio. Jesse recibió una sentencia de seis a 18 años tras las rejas. Lo liberaron en 2001 después de trece años, sólo para que comenzara una cadena perpetua de persecución legal y social.
Ya antes de que comenzara el juicio, las autoridades promovieron la noción de que cada uno de los estudiantes de Arnold debía ser considerado una víctima. Cientos de padres de familia histéricos se apiñaron en reuniones comunitarias exigiendo asesoría sobre cómo ayudar a sus hijos. Se les dijo que fueran a terapia. Años después, muchas supuestas víctimas testificaron respecto al terrible daño que sufrieron ellos y sus familias cuando el estado los obligó a inventar historias, y luego por la subsiguiente “terapia” basada en esas ficciones.
En 2013, la oficina del mismo fiscal que condenó a los Friedman revisó el caso en respuesta a una acusación de calumnia que el Tribunal de Apelaciones del II Distrito emitió en 2010. El tribunal escribió: “Aquí las actas indican una ‘probabilidad razonable’ de que Jesse Friedman fuera injustamente sentenciado”. Para la revisión de la fiscalía, Ross Goldstein (a quien los documentos legales se refieren como Kenneth Doe) habló por primera vez en 23 años. En un documento de nueve páginas dirigido al fiscal de distrito, afirmó: “Ninguno de los sucesos que Kenneth Doe supuestamente describió o que se atribuyen a él tuvo lugar en realidad”. Goldstein reunió a numerosos ex alumnos que hoy afirman que en las clases no ocurrió absolutamente nada y que la policía los intimidó para que rindieran falsos testimonios. Sin embargo (predeciblemente), el resultado del autoexamen fue que la oficina del fiscal se absolvió a sí misma de cualquier falta en el proceso.
La sexualidad infantil y el estado
El caso Friedman, una tragedia incesante para toda una familia, subraya varias cuestiones políticas importantes. El enfoque de la Spartacist League deriva de nuestra concepción marxista del mundo y nos enfrenta con el moralismo burgués y con frecuencia también con muchos grupos autodenominados socialistas. La sexualidad humana es muy amplia, pero su práctica está condicionada por cada sociedad particular. La sociedad burguesa estadounidense, con su componente de fanatismo religioso, destina una cantidad considerable de energía a delimitar los apetitos sexuales en nombre del orden social. Con sus policías, jueces y prisiones, la intervención del estado en las relaciones sexuales privadas tiene como fin imponer la moralidad que profesa la burguesía, y con frecuencia transforma una experiencia inofensiva y muchas veces positiva en una pesadilla. El estado burgués no es ni un árbitro neutral ni un protector de la ciudadanía; existe para asegurar la conservación del dominio capitalista.
La premisa de muchas leyes contra el sexo es que los niños son seres asexuales. De manera absurda, los púberes y los adolescentes con las hormonas desbocadas son considerados niños. De hecho, la sexualidad es parte de la constitución humana desde la infancia. Como discutimos con amplitud en el artículo “Unholy Alliance of Feminists and Christian Right—Satan, the State and Anti-Sex Hysteria” (La impía alianza de los feministas y la derecha cristiana—Satanás, el estado y la histeria antisexo, Women and Revolution No. 45, invierno-primavera de 1996), los niños son pequeños animales inquisitivos que en su camino a la madurez llevan a cabo experiencias y observaciones sexuales y de todo tipo. Tal como ocurre con otras especies de primates, el sexo entre los humanos tiene un amplio componente de aprendizaje. Hoy, en gran parte del país se le niega a la juventud el acceso oportuno a los métodos anticonceptivos y a la educación sexual, dejándola vulnerable a los embarazos no deseados y a las enfermedades de transmisión sexual. Si intenta actuar como la televisión e Internet le enseña, se mete en problemas.
Las leyes contra el estupro varían mucho de un estado a otro, pero todas criminalizan toda actividad que un tribunal considere sexual por el solo hecho de que un menor (alguien que no haya llegado a la “edad de consentimiento”) participe en ella, independientemente de si lo que suceda sea o no consensual. La ley mezcla deliberadamente el sexo consensual con el ataque sexual violento y con la violación. Cualquiera que sea hallado culpable de haber tenido sexo con un menor, o cualquier cosa considerada contacto sexual, se considera automáticamente un delincuente violento. La designación “depredador” puede aplicarse cuando un tribunal decide que una relación fue establecida o promovida con fines de “victimización”.
El único lineamiento para cualquier relación sexual debería ser el consentimiento efectivo —es decir, el entendimiento mutuo de las partes participantes— independientemente de la edad, el género o la preferencia sexual. Sin duda, determinar incluso lo más básico —por ejemplo, si un acto tuvo lugar realmente y si fue consensual— puede ser problemático a veces. Y ciertamente hay muchos casos en que la víctima de una violación o de un abuso violento puede recurrir a la ley. Al mismo tiempo, como alguna vez comentó el dramaturgo irlandés Brendan Behan en un contexto diferente: “Nunca he visto una situación tan terrible que un policía no pueda empeorar”. Además, desentrañar las cuestiones de la sexualidad humana del entramado de prejuicios sociales es casi imposible en esta sociedad dividida en clases y razas. Libre de la crueldad y la fría indiferencia que resultan de la búsqueda de ganancia, una sociedad socialista buscaría un enfoque científico a estas cuestiones difíciles.
Enciérrenlos...
Las leyes antisexo han creado una enorme masa de blancos potenciales, alimentando pesquisas con vastas sumas de dinero para trabajo encubierto y alentando procesos fraudulentos mediante el uso de oscuras invenciones siquiátricas y “testigos expertos”. En consecuencia, cada vez más víctimas caen en las fauces del sistema carcelario estadounidense, que ya es el mayor del mundo. Las cifras de la guerra contra los “depravados” sexuales se suman a las de la anterior “guerra contra el crimen” y a la continua “guerra contra las drogas”, eufemismos para nombrar la persecución legal racista que ha cuadruplicado la población carcelaria a cerca de 2.2 millones de personas al día de hoy, de las cuales casi la mitad son negras.
Desde los años setenta hasta hoy, el número de personas encarceladas como delincuentes sexuales se ha multiplicado. El libro Sex Panic and the Punitive State (Pánico sexual y el estado punitivo, University of California Press, 2011), de Roger N. Lancaster, aporta una investigación útil que describe el desarrollo de estos pánicos y muestra con precisión cuán vasto es el archipiélago de víctimas de la persecución sexual estatal. Lancaster escribe: “Nacionalmente, los casos reportados de abuso infantil saltaron de seis mil en 1976 a 113 mil en 1985 y a 350 mil en 1988: la cifra se multiplicó 58 veces en doce años”. Apuntando al terror irracional al “desconocido que acecha”, en un artículo publicado en el New York Times del 20 de agosto de 2011 titulado “Sex Offenders: The Last Pariahs” [Delincuentes sexuales: Los últimos parias], señaló: “El riesgo de que un niño sea asesinado por un depredador sexual desconocido es comparable al de morir fulminado por un rayo”. Lancaster también señala que “la mayoría de los perpetradores de abusos sexuales son miembros de la familia, parientes cercanos, amigos o conocidos de la familia de la víctima”.
Las cacerías de brujas antisexo han sido usadas para deshacerse de elementos básicos que los estadounidenses habían aprendido a considerar inherentes a la democracia, así como la “guerra contra el terrorismo” ha destripado toda una gama de derechos constitucionales. Como puede verse en el caso Friedman, lo primero que se pierde es la privacidad, seguida de la presunción de inocencia, cuando los acusados son satanizados. Luego se marca a los convictos de por vida. Hoy, cerca de 750 mil personas están en el registro de Internet que instituyó la “Ley Megan” de la era Clinton, promulgada tras el brutal asesinato de la pequeña Megan Kanka de siete años en un ataque sexual en 1994.
Al salir de la cárcel, Jesse Friedman —quien para empezar no había hecho nada— fue clasificado como “depredador sexual violento nivel III”, es decir, como alguien en alto riesgo de reincidir y como una amenaza a la seguridad pública. Como tal, tuvo que abandonar su casa tres veces. Con respecto a las restricciones de residencia, que le prohíben la proximidad con niños, escribió en su página web: “Si miras un mapa, te darás cuenta de que eso significa prácticamente cualquier parte. En algunos estados y ciudades se me prohibiría estar en cualquier lugar ‘donde se sabe que los niños se congregan’, incluyendo bibliotecas, museos, acuarios, playas e incluso eventos deportivos públicos”. “La Ley Megan”, escribió, “es el exilio social”.
Otros miles han sido convertidos en parias de manera similar. En Southampton, un destino vacacional para las celebridades neoyorquinas y los tiburones de Wall Street, unos 40 hombres convictos de diversos delitos sexuales se ven obligados a vivir en dos tráilers alejados de los centros habitados. Sólo uno de los tráilers tiene regadera y los que viven en el otro tienen que tomar el autobús dos veces por semana para ducharse.
La novela agudamente realista de Russell Banks, Lost Memory of Skin (La memoria perdida de la piel, HarperCollins, 2011), explora el horrendo mundo de los nuevos parias. El héroe es un joven tímido e ingenuo al que se le llama “el Chico”, cuyo fiel compañero y único amigo es su iguana Iggy. El Chico va a conocer a “brandi18”, con quien había tratado sólo por Internet, sólo para encontrarse con que en casa de ella lo esperan el padre de Brandi y cinco policías. Tras ser arrestado y condenado, se halla a sí mismo sin hogar, viviendo bajo un puente junto a otros “delincuentes sexuales”, pepenando comida de los basureros. En nombre de políticos que buscan un encabezado de prensa, la policía allana incluso ese lugar diminuto, sucio y semioculto, con resultados trágicos. A estos hombres del puente se les obliga implacablemente a recargar constantemente sus tobilleras de monitoreo:
“Toma media hora cargar completamente la batería del monitor, y durante esa media hora el Chico se siente íntimamente conectado a los demás millones de delincuentes sexuales, jóvenes, viejos y de otras edades...todos los cuales han conectado sus tobilleras electrónicas a contactos y están sentados en alcobas, salas y sótanos de casas, apartamentos y remolques, en estacionamientos, refugios de indigentes, parques públicos, aeropuertos, estaciones de tren, salas de espera, oficinas, en las trastiendas de restaurantes de comida rápida, bajo pasos a desnivel y puentes peatonales —como si todos ellos fueran hojas temblorosas en las ramas grandes y pequeñas de un vasto árbol eléctrico cuya sombra cubriera todo el país—”.
...y tiren la llave
Las diversas leyes estatales y federales de “confinamiento civil” que se han aprobado desde 1990 son una burla de la noción de “cumplir tu sentencia” y de la pretendida rehabilitación. Por ejemplo, la “Ley Adam Walsh de Protección y Seguridad de los Niños” de 2006 posibilita la detención indefinida de cualquier prisionero federal —incluso si nunca ha sido convicto de ningún delito sexual— que haya cumplido su sentencia pero sea considerado mentalmente “anormal” y se crea probable que cometa algún delito sexual en el futuro.
En el artículo “When the Feds Decide Who’s Sexually Dangerous” [Cuando los federales deciden quién es sexualmente peligroso], publicado en The Atlantic (20 de mayo de 2010), Wendy Kaminer señala: “Quienes confían en la burocracia federal y creen que los funcionarios usarán su poder adecuadamente, con imparcialidad y buena fe, pueden sentirse protegidos por él; a los demás debe preocuparles que el gobierno pueda detener ciudadanos indefinidamente, sin juicios con jurado, basándose en especulaciones sobre su futura peligrosidad”. Díganselo a los prisioneros de Guantánamo.
Bajo algunas leyes estatales, los sometidos a confinamiento civil pueden tener derecho a un proceso ante un juez, pero no a un juicio con la posibilidad de preparar una defensa. La mayoría no recibe “tratamiento” y prácticamente nadie obtiene algo de él. ¡Incluso se dio el caso de un hombre de Wisconsin de 102 años que no pudo someterse a tratamiento por fallas en la memoria y problemas de oído!
Hasta 2007, dos mil 700 hombres estaban recluidos en centros de confinamiento civil. Para escapar de las garras de estas instituciones penales/“terapéuticas” en las que se encuentran sepultados, algunos prisioneros incluso solicitan ser castrados, como lo relata el artículo “The Science of Sex Abuse” [La ciencia del abuso sexual] de Rachel Aviv (The New Yorker, 14 de enero de 2013). La primera persona detenida bajo la Ley Adam Walsh, Graydon Comstock, cuestionó la legislación en un caso ante la Suprema Corte en 2010. Aviv observa: “Para cuando el caso fue atendido, cuatro años después de que la sentencia criminal de Comstock expirara, él tenía ya 67 años y padecía del corazón, de diabetes e incontinencia. Ya dos veces había solicitado ser castrado, creyendo que la operación ayudaría en su caso, pero se le dijo que no estaba médicamente justificada”. En años recientes, la Suprema Corte ha refrendado diversos estatutos del confinamiento civil.
El poderoso análisis de Aviv de los horrores del confinamiento civil gira en torno al caso real de un soldado solitario llamado John, que se hizo amigo en un chat room de “Indy-Girl”. Sí, era un policía encubierto. El soldado, invitado a un tentador picnic al aire libre, rápidamente fue capturado por la Unidad Militar de Investigaciones y el FBI. John fue sentenciado a 53 meses en una prisión federal por poseer pornografía infantil y por “usar Internet para inducir a un menor a tener sexo”. Pero entonces fue cuando empezaron sus verdaderos problemas.
Tras salir en libertad condicional, John recayó y volvió a mirar pornografía con menores, por lo que rápidamente fue sentenciado a otros dos años en prisión. Seguía preso cuando el Congreso aprobó la Ley Adam Walsh, por lo que se le transfirió a una prisión médica de Massachusetts y, sin audiencia legal, se determinó que era de “alto riesgo”. Así pasaron cuatro años. En 2011 comenzó su audiencia de confinamiento civil. Al año siguiente, un juez dictaminó que John era demasiado peligroso para ser liberado y lo condenó a un “confinamiento terapéutico” indefinido en el sistema carcelario federal. Desde entonces sigue en ese limbo, donde una “terapia” diaria lo alienta a declarar cada vez más historias fantasiosas para ganarse la aprobación de los siquiatras, historias que sólo contribuyen a incriminarlo. Vivir en una tienda de campaña bajo un puente parece un destino preferible.
Nuevas brujas, nuevos inquisidores
En Estados Unidos, con su vena profundamente puritana y su insidioso racismo, la combinación de sexo y raza siempre ha sido usada como medio de control social. El mito del hombre negro depredador acosando a mujeres y niños blancos se conjuró para mantener aterrorizada a la población negra cuando la ley linchadora imperaba en el Sur de Jim Crow. Con frecuencia se ha recurrido a leyes antisexo para poner a hombres negros tras las rejas, incluyendo a celebridades como el boxeador Jack Johnson en 1912 y a Michael Jackson en 1994 y de nuevo diez años después.
Las cruzadas antisexo fueron una de las armas que se usaron para revertir las conquistas de las luchas por los derechos civiles y para apagar el descontento social de los años sesenta y principios de los setenta, especialmente el provocado por la Guerra de Vietnam. Tras tomar posesión en 1977, el gobierno demócrata de Jimmy Carter desató un asalto de reacción social interna mientras llevaba a la Casa Blanca el fundamentalismo religioso de los “renacidos”. Bajo el lema de los “derechos humanos” lanzó también la Segunda Guerra Fría del imperialismo estadounidense con el objetivo de destruir a la Unión Soviética.
La siguiente década presenció una de las cacerías de brujas más terribles y peculiares de la historia estadounidense: la histeria respecto al “abuso satánico” en las guarderías, que le arruinó la vida a cientos de hombres, mujeres y niños. El auge de esta cacería de brujas, que se extendió hasta principios de los años noventa, coincidió con la reacción reaganista —la cual, entre otras cosas, intentó enviar a las mujeres de vuelta a los hogares—. Se recortaron los fondos para el bienestar social y otros programas sociales, como las guarderías y preescolares para madres trabajadoras, provocando enormes dificultades y daños a las mujeres y los niños. El pánico del “abuso satánico” sirvió para encubrir un abuso real por parte del gobierno.
En el juicio más largo de la historia estadounidense, que se extendió de 1986 a 1990, el caso de la escuela preescolar McMartin, los niños testigos contaron historias de sacrificios animales, orgías, pasadizos secretos, mutilación de cadáveres y otras ficciones. El caso comenzó en 1983, y para el año siguiente el gran jurado había reunido 354 declaraciones que implicaban hasta 369 supuestas víctimas, mientras la policía anunciaba una enorme conspiración criminal. Más de 70 personas fueron condenadas injustamente. Mientras tanto, decenas de otros casos de “satanismo” barrieron el país, desde el condado de Kern en California, hasta Fells Acres en Massachusetts y la guardería Little Rascals de Carolina del Norte. En estos casos no se encontró evidencia alguna. Los acusados eran completamente inocentes, como señalamos entonces (a diferencia de prácticamente todo el resto de la izquierda) al defender a los trabajadores de las guarderías. Los Friedman fueron arrestados en medio de esa cacería de brujas.
Los liberales y feministas burgueses ayudaron a impulsar esa locura. Aunque se presentan como protectores de las mujeres y los niños, su remedio es pedirle al estado leyes más numerosas y más duras, así como más vigilancia policiaca. La versión más extrema de esa misma política fue el libro de 1975 de Susan Brownmiller, Against Our Will [Contra nuestra voluntad], famoso por su aseveración de que la violación es la principal forma en que todos los hombres controlan a todas las mujeres. Su propuesta: más mujeres policías.
En los años setenta y ochenta, los florecientes escuadrones de dios, dirigidos por gente como el fundamentalista católico Patrick Buchanan y el líder de la Mayoría Moral Jerry Falwell, se movilizaban contra el aborto y declaraban que el sida era un castigo de dios a los gays. Mientras los fanáticos de derecha sitiaban las clínicas de aborto, los feministas apuntaban contra la pornografía y un imaginario abuso satánico. Al impulsar este programa antisexo, los “progresistas” entablaron una alianza temporal con los evangélicos.
El estado respondió gustoso. En 1974, el demócrata Walter Mondale promovió la Ley de Prevención y Tratamiento del Abuso Infantil, que obligaba a los terapeutas, maestros y trabajadores sociales a informar a la policía de cualquier indicación de abuso. Así, se suponía que cientos de miles de educadores y trabajadores sociales actuarían como auxiliares de la maquinaria de represión del estado capitalista. En los años ochenta, el procurador general de Reagan, Edwin Meese, lanzó una gran campaña contra la pornografía, con bastante ayuda de sus aliados liberales. Con Internet, las cosas no hicieron sino empeorar. En los últimos quince años, las sentencias federales por posesión de pornografía infantil han aumentado en extensión más de 500 por ciento y pueden ameritar hasta cadena perpetua, la sentencia que suele darse al homicidio en primer grado.
Entre las feministas más prominentes que impulsaban las reaccionarias campañas antiporno estaba la fundadora de la revista Ms., Gloria Steinem, quien empezó su carrera como informante de la CIA. La despreciable Steinem también se subió con furor al tren del ritual satánico y la memoria reprimida. A mediados de los ochenta financió una excavación que los padres de familia de la escuela preescolar McMartin realizaron en busca de los (inexistentes) túneles y calabozos de los que habían hablado sus hijos bajo coerción. En 1993, Ms. salió con el encabezado: “El abuso ritual de las sectas existe —¡Créanlo!”.
En 1995, Steinem narró el documental de HBO The Search for Deadly Memories. Los apócrifos “recuerdos recuperados” de abuso cumplieron una función perniciosa en numerosos casos. Estos “recuerdos reprimidos”, como los llaman los trabajadores sociales fraudulentos, son la versión secular liberal de la histeria religiosa. Como materialistas convencidos, no nos lo creímos. Como señalamos en “Satan, the State and Anti-Sex Hysteria”, las técnicas que supuestamente revelan traumas reprimidos han demostrado ser excelentes para inducir recuerdos falsos, especialmente en niños pequeños y susceptibles. En ocasiones, es la policía quien implanta los supuestos recuerdos en el curso de los interrogatorios, como ocurrió en el caso Friedman. Los traumas verdaderos realmente trauman a la gente, que tiende a recordarlos.
El sexo, el matrimonio y la familia
¿Cómo es que la expansión de la tolerancia (salvo en reaccionarios endurecidos y fanáticos religiosos) respecto al matrimonio gay puede coexistir con una implacable cacería de brujas antisexo? Esto se debe a que el matrimonio, un contrato legal, es uno de los principales sostenes sociales del estado burgués. En una presentación el pasado mayo, David Thorstad, quien en 1978 estuvo entre los fundadores de la North American Man/Boy Love Association (NAMBLA), señaló la desbandada del movimiento radical gay:
“El anterior desafío a la heterosupremacía, dirigido a liberar la sexualidad reprimida de todos, ha sido remplazado por un enfoque conservador y convencional por la aceptación de la sociedad capitalista heterosupremacista. Donde esto es más obvio es en la búsqueda del matrimonio y la participación abierta en instituciones opresivas como el ejército, así como los llamados a fortalecer las fuerzas represivas del estado mediante las leyes contra los llamados crímenes de odio”.
Así, en la búsqueda de la respetabilidad burguesa, las marchas del orgullo gay acogen contingentes de policías gays, cuyo trabajo incluye el arresto de “delincuentes sexuales”. Mientras tanto, los organizadores de las marchas vetan a organizaciones como NAMBLA, que llama por la despenalización de las relaciones consensuales entre hombres adultos y menores de edad.
A diferencia de los feministas, el establishment gay y, asquerosamente, la mayor parte de la izquierda “socialista”, nosotros siempre hemos defendido a NAMBLA y a sus miembros tanto de la represión estatal como de la victimización por parte de los patrones. Se trata de algo más que una cuestión de “libertad de expresión”. Muchísimos jóvenes, torturados y confundidos por sus propios sentimientos, en conflicto con la severidad represiva de esta sociedad, encontrarían reconfortante hablar de estas cosas con personas más experimentadas, como lo han hecho generaciones anteriores. En esta época, sin embargo, tener cualquier tipo de intimidad intergeneracional es jugar con fuego.
En un artículo titulado “Youth, Sexuality and the Left” [Juventud, sexualidad y la izquierda], Sherry Wolf de la International Socialist Organization (ISO, Organización Socialista Internacional) se sumó al linchamiento de Thorstad acusándolo de ser “el más constante y sonoro defensor de la pederastia en la izquierda” (socialistworker.org, 2 de marzo de 2010). Conservando la premisa reaccionaria de las leyes de la edad de consentimiento, Wolf cita su libro Sexuality and Socialism: History, Politics and Theory of LGBT Liberation [Sexualidad y socialismo: Historia, política y teoría de la liberación LGBT]: “Es incongruente que un niño dé verdadero consentimiento, libre de la desigualdad de poder, a un hombre de 30”. El artículo de Wolf continúa: “En nuestra sociedad, los adultos y los niños no se enfrentan como iguales en lo emocional, lo físico, lo social o lo económico. Los niños y los adolescentes más jóvenes no tienen la madurez, la experiencia ni el poder necesarios para tomar decisiones verdaderamente libres en sus relaciones con los adultos. Sin ello, no puede haber verdadero consentimiento”.
No importa que la mayoría de las relaciones entre adultos no cumpla con este criterio de consentimiento. En cuanto a la afirmación de Wolf de que “los adolescentes maduran a distintas edades”, ¿quién debe determinar la edad adecuada para la actividad sexual en una especie en la que esta edad ha estado, durante el 99 por ciento de su existencia, muy por debajo de la supuesta “edad de consentimiento” de la actualidad? Bajo el inhumano status quo capitalista, se asume que es el estado. Para los comunistas, es el ABC el oponernos a la intervención del gobierno en la vida privada de la gente y defender a cualquier grupo que luche por aumentar la libertad en las relaciones sexuales. Esto es una expresión del ideal de la vanguardia leninista como tribuno del pueblo. La ISO y cía. bailan a un son diferente, acomodándose a los valores burgueses y a la cacería de brujas contra aquéllos cuyas proclividades sexuales se consideran verboten [prohibido, en alemán en el original].
En El origen de la familia, la propiedad privada y el estado (1884), Friedrich Engels rastreó el surgimiento simultáneo de la familia y el estado como medios que la clase propietaria usó para consolidar y reproducir su poder cuando emergió de la sociedad humana primitiva. La monogamia de la esposa era necesaria para asegurar la paternidad para la transmisión hereditaria de la propiedad. Actualmente, la familia sigue siendo la principal fuente de opresión de la mujer. A los niños, la familia debe imbuirles la sumisión y el respeto por la autoridad, lo que frecuentemente engendra frustración y violencia. Como escribimos en “Satan, the State and Anti-Sex Hysteria”: “Las proclividades sexuales de las especies gregarias de mamíferos, como la nuestra, claramente no encajan con la rígida monogamia heterosexual que constituye el fundamento ideológico de la institución de la familia, reforzada por la religión organizada”.
La mayor parte del terrible daño que se inflige a los jóvenes y las mujeres tiene lugar en el seno de la familia. Sin embargo, en esta sociedad capitalista, la familia suele ser lo único que le queda a uno. Son escasos los servicios alternativos que la sociedad provee para criar a los hijos o cuidar a los enfermos y a los ancianos.
El fanatismo antisexo y la perversa persecución estatal persistirán mientras imperen la propiedad privada y la producción por ganancias. El estado capitalista no puede ser reformado para que sirva a los intereses de los explotados y los oprimidos. Debe ser barrido y sobre sus ruinas debe erigirse un estado obrero basado en la expropiación de los medios de producción. Para erradicar la opresión de la mujer y de los homosexuales, se requiere construir una sociedad socialista donde las funciones de la familia sean colectivizadas —guarderías y cocinas comunales, atención médica gratuita y de calidad, etcétera— liberando a la mujer de la carga de la crianza de los niños y de la esclavitud doméstica. En cuanto a lo que una sociedad racional conservaría de las relaciones sexuales, y de las relaciones sociales en general, los marxistas compartimos la amplitud de la visión que expresó el fallecido Gore Vidal (a quien tanto echamos de menos) en su artículo “Pink Triangle and Yellow Star” (Triángulo rosa y estrella amarilla, The Nation, 14 de noviembre de 1981):
“Cualquiera que sea el arreglo al que llegue la sociedad del futuro, debe reconocerse que los niños que lo necesiten serán criados con bastante más cuidado que hoy, y que a los adultos que no deseen ser padres ni madres debe dejárseles en paz”.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/40/delincuentes.html
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2015.08.03 20:56 Podemoslogrono CIBERBULLYING, SEXTING, GROOMING…

Incluir en el currículo escolar la navegación segura y responsable por Internet, para evitar conductas inapropiadas o delictivas; lo que incluye adaptar la educación a las necesidades que se van creando con el uso de las TIC, y que hace imprescindible educar a los niños desde edades tempranas en: . La concienciación, aprendizaje y asimilación de la LOPD en su relación con los demás tanto en la red como fuera de ella y conociendo los derechos al Honor y la Intimidad que protege esta ley. . Aprendizaje de Perfiles conflictivos o delictivos; para que los niños tengan la suficiente información y educación, y que en el caso de necesitarlo, sepan cómo deben actuar y así evitar situaciones de servilismo traumático y victimista que les impide un desarrollo normal en un entorno seguro y limpio, provocando en ellos problemas muy graves de salud mental y física. En general, establecer normas y comportamientos para hacer un uso libre y responsable de la tecnología
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2015.03.10 13:13 anarxy_XXX Razones para la igualdad de genero con exposicion cientifica, opinión personal.

Esto no lo he escrito ahora, pero quiero compartirlo se hunda o no ahi queda
e aunque los que escribimos sea mejor o peor y seamos seres empaticos por naturaleza, en mi caso muchas no puedo hablar demasiado debido a mi heterosexualidad, por ejemplo, la cual me impide sentir como si fuera mío el deseo hacia mi propio sexo; pero eso no quita que sea una defensora de tal derecho, pues aunque no lo entienda, se que cada cual es como es, y que independiente al género, son personas igual de válidas que otro cualquiera, que para ser malo o bueno, equilibrado o no, no obedece al sexo al que pertenezca si no a la calidad de persona que sea.
Y es que me parece tan injusto que se defenestre a las personas, por lo que siente o en su intimidad hace o disfruta, que no puede quedar indiferente en mis hilos o escritos que dejo dispersos en la plaza.** Históricamente el sufrimiento de estas personas ha sido tan brutal al equivalente al genocidio del holocausto, y los castigos tan crueles y desmedidos por el mero hecho de ser diferentes que diré abiertamente que al pensar en ello, siento una pena infinita por la humanidad.** No obstante hoy no voy a hacer esa entrada, sin antes escribir si es posible una diferencia con base científica que sirva para humillar, rebajar o excluir a acorde al género., cuidado con el matiz sobre las diferencias,** la pregunta es si las diferencias invalidan a las personas por su genero**
Todos los seres pese a su sexualidad somos igual de válidos Existe una gran controversia sobre el tema del dimorfismo cerebral; por la parte que me toca abogar por el género humano, más que por el sexo que el azar decidió para mi, pues está en mi creencia que no hay limitaciones en el pensamiento más que los listones que te pone la vida. Al igual que asumo mis limitaciones en cualquier ámbito soy consciente de las diferencias entre hombre y mujer, al igual que lo soy con el resto de humanos donde se que existen, gente más fuerte o débil, más lista o tonta, más guapa o fea, o mas adinerada o más pobre, pero no se trata de competencias, porque no es un carrera hacia un puesto, si no de la justa recompensa de cualquier ser humano a buscar su puesto mediante el trabajo y el esfuerzo, para aprender a reconocer los valores individuales, y ver los pensamientos como el producto de un cúmulo de voluntades hacia la apertura del conocimiento, y no como roles biológicos que coartaran las posibilidades y argumentan la línea divisoria ya existente que provoca la mentalidad machista o feminista; si no es para ver en el contraste el complemento, para así aprender a potenciar nuestras actitudes, y reconocernos primero como ser, y después como integrante de una sociedad que aporta lo mejor de si mismo sea del sexo que proceda, dejando esto último a beneficio intimo de cada quien y causa individual de gozo.
Tengo que decir que la historia demuestra en su trayectoria multitud de vejaciones hacia el sexo femeninoy/o homesexual, y que esta diferencia que se hace alusión sobre una base científica, por lo general, sirve y es la causa de que no estemos en los puestos relevantes salvo casos puntuales o que paradojicamente apoyen politicas restrictivas, o conservadoras moralistas . Ppero no se trata de elevar por encima la mujer lo que persigue esta entrada, ni siquiera la igualdad porque ésta no existe en ningún ámbito, si no la igualdad referida como género humano donde como grupo nos complementamos con nuestras habilidades personales. Sobre todo comprender que más allá del sexo y sus estadísticas, todos somos personas donde las diferencias se hacen complementos y los roles no sean imposiciones, si no fruto individual de sus capacidades, con el mismo valor en todas las escalas a nivel social e intelectua
HISTORIA DE LA LATERIZACIÓN CEREBRAL A través de varios estudios científicos, se ha comprobado la necesidad diferenciada de sexos como fin reproductivo, siendo este tras algunos incisos sobre lo que apoya, tal dimorfismo, pues no es cierto que haya asimetría morfológica entre los hemisferios. No hay pruebas concluyentes fehacientes. Sólo hay docenas de observaciones contradictorias. A veces se publica que hay asimetría morfológica, y a veces que no. Lo único que ha sido comprobado, es a nivel reproductivo, siendo las hormonas las causantes de tal diferenciación, sin interferir en la capacidad de inteligencia, y por ende, en el cociente intelectual.
La inteligencia ha sido un factor fundamental para clasificar a las personas y justificar su posición social. Los modos de medirla han ido variando con el tiempo. Así, en el siglo XIX Se la evaluaba en función del tamaño del cráneo y del volumen del cerebro. Durante el siglo XX se modificó el método, empezando a aplicarse los tests de inteligencia. Lo que subyace a estas técnicas, según S. J. Gould, es el planteamiento erróneo de que la inteligencia es propiamente una entidad, una cosa unitaria.
Una vez rectificada la inteligencia, se comete una segunda falacia, explica el autor, que consiste en establecer una gradación numérica. De este modo, a cada individuo se le adjudica un número y se lo coloca en un lugar de la escala. Este procedimiento lleva siempre a descubrir que los grupos humanos (razas, clases o sexos)oprimidos y menos favorecidos son naturalmente inferiores y deben ocupar esa posición. Se concibe, entonces, la inteligencia como algo separado, medible, hereditario y, como tal, innato. Continuamos tratando aquí, por tanto, con planteamientos biologistas.
CRANOMETRÍA (medición del cráneo )
En el siglo XIX, como acabamos de señalar, se llevaron a cabo una serie de mediciones para calcular el grado de inteligencia de distintos grupos humanos. En estas investigaciones destacó P. Broca, con el que la craneometría se fue convirtiendo en una ciencia rigurosa y respetable. Según esta supuesta ciencia, el tamaño del cráneo y, con él, el del cerebro, estaba directamente relacionado con el nivel de inteligencia de cada persona.
Broca se documentó muy bien acerca de la diferencia de tamaño entre el cerebro masculino y el femenino, llegando a la conclusión de que el segundo era notablemente más pequeño. Era consciente de que había que tener en cuenta que los varones tenían en general un mayor tamaño corporal que las mujeres, pero, según decía, era evidente que éstas eran menos inteligentes. Por tanto, la distinta constitución física de las mujeres respecto de los hombres por sí sola no podía dar cuenta de las variaciones en el tamaño del cerebro. Sin embargo, Broca sí consideró el correctivo de la talla para mostrar que los alemanes no eran superiores G. Le Bon, psicologo francés discípulo de Broca, fue especialmente misógino, elitista y racista.
Según sus estudios, el volumen del cerebro de una mujer de raza blanca era semejante al de un varón negro. Los deterministas biológicos tienden a adjudicar rasgos semejantes a los diversos grupos humanos que consideran inferiores, justificando con ello que sus miembros ocupen escalafones bajos en la sociedad. Lo que llama la atención especialmente es que Le Bon, en su estudio de las civilizaciones y de las razas, que publica en 1894, llega incluso a reconocer que si los hombres tienen unas dotes intelectuales superiores a las de las mujeres, ello se debe a que han recibido educación y, posteriormente, se han ido transmitiendo hereditariamente de varón a varón estos avances adquiridos gracias a la instrucción. De ahí que en las razas inferiores las diferencias de tamaño entre cerebros según el sexo sean poco importantes. Esto se explica además porque en estos grupos las mujeres comparten los trabajos de los hombres, lo cual aumenta el volumen de sus cerebros y, con ello, su inteligencia. La mujer de raza blanca recibe, sin embargo, una educación que en lugar de desarrollar su inteligencia, la restringe. Pero esto ha de continuar siendo sí, afirma el científico, pues de lo contrario se pone en peligro la estabilidad social.
Los datos recogidos por estos científicos eran interpretados según sus creencias y conveniencias, pues si hubieran introducido los correctivos necesarios, ni siquiera hubieran podido afirmar con fundamento que el cerebro de los hombres es mayor que el de las mujeres.
Una muestra de que existió un gran sesgo en la valoración de esos datos lo tenemos en las conclusiones que sacó de ellos María Montessori, quien apoyó muchas de las tesis de Broca, pero no aceptaba las que se referían a la menor inteligencia de las mujeres. Según los cálculos hechos por ella, para los que tuvo en cuenta ciertos correctivos, los cerebros femeninos eran un poco mayores que los masculinos, por lo que afirmaba que las mujeres eran intelectualmente superiores a los hombres, que habían prevalecido únicamente por su fuerza física. De este modo, Montessori, al igual que los otros estudiosos, llegó a las conclusiones más acordes con sus propios deseos.
TEORIA DE LA LATERIZACIÓN HEMISFÉRICA Además de investigar el volumen del cerebro en función del sexo, Broca localizó el centro del lenguaje en el hemisferio izquierdo, dando lugar con ello a posteriores estudios sobre la localización de las diferentes aptitudes. Se empezó a hablar entonces de dominancia hemisférica y de lateralización haciendo referencia a este fenómeno. Los nuevos descubrimientos que fueron apareciendo ya en el siglo XX iban mostrando que el cerebro del varón estaba más lateralizado que el de la mujer. Teniendo en cuenta que el fenómeno de la asimetría entre los dos hemisferios no se daba en los animales, se concluyó que el hombre estaba más evolucionado en ese sentido que las mujeres y que, por lo tanto, ejecutaba mejor las tareas intelectuales.Se calificó el hemisferio izquierdo como racional y consciente y el derecho como emocional e intuitivo.Considerando que la conexión entre ambos era mayor en las mujeres que en los varones, se dijo que éstas eran más irracionales, pues la parte emocional de su cerebro impregnaba la racional. También durante el pasado siglo se llevaron a cabo investigaciones científicas que se centraban en las hormonas como responsables de estas diferencias. Las hormonas, se afirmó entonces, en diversos momentos del desarrollo del feto, masculinizan o feminizan el cerebro. El neuroendocrinólogo S. Goldberg en su obra "La inevitabilidad del patriarcado", publicada por primera vez en 1974, explica que los hombres muestran desde muy pronto una fuerte tendencia agresiva y dominante y sitúa la causa de este fenómeno en la hormona propiamente masculina, es decir, en la testosterona. De este modo, el patriarcado se convierte en una estructura natural e inevitable en cualquier tipo de sociedad humana. El sexo en la sociedad es, para los deterministas biológicos que estamos viendo no sólo inevitable, pues las hormonas así lo ordenan, sino también socialmente funcional, como demuestra la cita de Le Bon En la actualidad las investigaciones científicas parecen apuntar que, efectivamente, el cerebro es fuertemente influido por las hormonas sexuales (estrógenos y andrógenos) durante el período de gestación, lo que determina su estructura. De ahí, se afirma, que hombres y mujeres presenten diversas aptitudes. En este sentido, es ya un tópico señalar que las mujeres poseen más fluidez verbal que los varones, mientras que éstos son más aptos para determinadas tareas espaciales. No se detectan diferencias en el nivel de inteligencia global, simplemente hombres y mujeres resuelven los problemas de distinta manera y activan zonas diversas del cerebro para realizar una misma función. (*) Un articulo complementario del que extraigo un trocito: enlace *Cita TEXTUAL: --Para especies como la nuestra, en la que la única forma de reproducción es la sexual, la selección por sexos ha generado dimorfismo sexual; cada individuo para reproducirse debe ser macho o hembra. La diferenciación sexual es el proceso mediante el que los individuos desarrollan un cuerpo, sistema nervioso y conducta masculina o femenina. Aunque el cerebro sea un órgano sexualizado, ello no implica que un tipo de organización cerebral sea mejor que el otro, ni que el sexo sea usado como criterio fundamental per se para determinadas opciones profesionales y ocupacionales * No me cabe entero el estudio de un neurologo , pero lo dejare en un comentario abajo...
pero viene a concluir que
Señalando el matiz, que las diferencias son existentes como fines reproductivos y acercamiento y relación sexual.

- opinion.

cualquier diferenciación de los cerebros en base a la inteligencia en cada género, solo es un argumento más para establecer la linea divisoria entre sexos a lo largo de una penosa historia; no solo las mujeres lucharon, evidentemente, el libre pensamiento, la cultura, una sociedad completa...y no, no creo en las diferencias pese a los dimorfismos cerebrales, porque hombres y mujeres juntos lucharon para conseguir lo que hoy disfrutamos mujeres como yo, tanto monta, monta tanto, unos como otros.. Los dimorfismos cerebrales son tan solo válidos para el tratamiento médico en disfunciones sexuales u otros campos de la medicina. Lo único que se demuestra es que en la opción de como resolver un teroema, o ejecutar una acción , pese a que usara diferentes habilidades o su lógica discurriera cerebralmente para realizarlo vías diferentes, el resultado sería el mismo. Pero esto es una tontería también si lo pensamos pues si ya de principio cada ser humano tiene una habilidad y una perspectiva de ver la vida y hacer la cosas, dependerá más de la destreza o habilidades aprendidas y su capacidad individual como ser humano.
Lo único que se ha demostrado fuera de las diferencias de género que aumenta la capacidad intelectual, es la cultura y progresivo aprendizaje de la vida, entorno y demás Hombres, mujeres y homosexuales tenemos las mismas capacidades, la misma inteligencia, y la misma validez. Mientras convivamos con una palabra que tan solo marca la diferenciación como animales inteligentes y sociales que somos, con esa palabra impresa en nuestro cerebro, que se llama respeto y que tan solo dibuja un horizonte llamado libertad , amor. tolerancia, cultura y sobre todo procurar hacer más felices a quienes nos rodean intentando ser cada día mejor persona, sea hombre, mujer u homosexual. Nuestras diferencias nos complementan y son necesarias, pero la igualdad humana en el sentido de validez humana y o inteligencia jamás podrá medirse por el género si no por la capacidad, habilidades o inteligencia de cada individuo. El idiota lo será toda la vida independiente que sea hombre, mujer, o gay . Podrán ser buenos padres quienes sean capaces de educar a sus hijos y comprenderlos, independiente si la figura es paterna o materna o asexual , u homosexual. Amar, soñar, llorar, sentir, crecer,leer y cualquier acto humano que nunca nadie se olvide atañe a toda la humanidad y en eso exactamente somos igual de humanos.
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2015.01.27 01:06 pachicidio 31E: CONSEJOS A SEGUIR PARA LA MANIFESTACION (se aceptan aportaciones)

Compañeros, os adjunto el post de Juan Ignacio Vera, pues son unos buenos consejos para que la manifestación sea un éxito:
Juan Ignacio Vera:
  1. Sentido común, id preparados. No llevéis a menores de edad, enseñarles 'lo bonito de la democracia' está guay, y es chachi piruli, pero para empezar una aglomeración tan grande de gente no es un sitio seguro para los niños aunque no vaya a pasar nada. Ya tendrán tiempo de crecer, estudiar y aprender democracia, no queramos que la aprendan en un solo día. Si queréis os tomáis unas fotos y en unos años se las enseñáis orgullosos (Yo estuve ahí, hijo)
  2. Llevad lo imprescindible para el tiempo que dure la manifestación, no llevéis mochilas ni bolsas grandes donde la policía pueda meteros algo para decir luego que era vuestro.
  3. No os tapéis la cabeza, no os tapéis la cara, no llevéis capuchas, no les demos motivos para sospechar o fotos 'no claras' con las que justificar cualquier cosa a la policía. Somos ciudadanos normales y además tenemos que parecerlo.
  4. Calzado cómodo, ropa cómoda.
  5. Emblemas autorizados y banderas constitucionales (la de la República no es ilegal, quien quiera llevarla que la lleve)
  6. Llevad los teléfonos móviles con espacio suficiente en la memoria y con batería cargada a tope. Si veis a encapuchados o personas sospechosas fotografiadlos (cuidado sí con el derecho a la intimidad, pero es un riesgo que hay que correr), porque pueden ser tanto elementos de ultraderecha como de cualqueir otro tipo (policía infiltrada) que quieran sacar algun tipo de rédito de montar pelea. Cuantos más datos tengamos para esclarecer posibles problemas, mejor. NO QUEREMOS violencia, y cualquiera que actúe de forma violenta debería ser denunciado por nosotros, aunque sea compañero. El éxito de la marcha depende de que no haya ningún tipo de incidente, no le demos cartuchos 'al enemigo'. ¡¡¡MUY IMPORTANTE!!! Si veis a algún encapuchado o alguien utiliza la violencia, sentaros todos en el suelo, para dejar en evidencia a los violentos que traten de reventar la manifestación. Ademas asi, la gente que este alrededor de la sentada podra grabar lo que ocurra sin problemas y conseguir asi disuadir a los violentos. Se que a las personas mayores les puede resultar dificil, asi que sed solidarios. Ayudadles todo lo que podais para que puedan sentarse y levantarse después.
  7. Si os detienen no os resistáis. Nunca jamás, llevaréis las de perder y solo conseguiréis empeorar las cosas. Repasaos eso si las reglas básicas a tener en cuenta en una detención, sobre todo las que harán que nuestra seguridad física y jurídica esté garantizada. Avisad a alguien de que estáis en la manifestación, que gente de vuestro círculo cercano que no vaya a ir estén informados de vuestros movimientos. No vayáis solos, en la medida de lo posible id con amigos y no os separéis. Así si pasa algo los demás pueden ser testigos o informar a los allegados.
  8. Llevad vuestra documentación en regla, DNI/pasaporte. No tenerla también es darle munición al enemigo.
  9. Seguid estrictamente las instrucciones de la organización, por seguridad, por imagen, por seriedad. Actuemos correctamente y tranquilamente y todo saldrá a pedir de boca.
  10. NO os dejéis provocar POR NADIE ni POR NADA. No ofende quien quiere sino quien puede.
Solo vamos a pedir democracia, libertad y progreso. No hay nada de malo en ello, vamos tranquilos de conciencia y limpios de corazón. Actuemos en consecuencia.
Suerte a todos los compañeros. Estaré encantado de veros a todos allí. Podemos.
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2014.11.12 11:28 Gataqueladra Círculos al pairo-Posibles soluciones

Durante los últimos días la mayor parte de los hilos giran en torno al proceso de votaciones. La democracia no consiste sólo en votar, sino en debatir ideas y deliberar, y el espacio para ello son los círculos de base. ¿Por qué se está desatendiendo a los círculos? ¿Por qué no se están brindado soluciones a los problemas que están surgiendo en ellos? Debido a estos obstáculos muchos se están convirtiendo en un espacio árido, inoperativo y desilusionante. La telecracia no puede suplir el proceso asambleario sólido y constructivo, por ello propongo una pequeña guía que puede ser debatida, ampliada y adaptada por los círculos que necesiten reconducir su actividad:
GUÍA PARA GARANTIZAR EL FUNCIONAMIENTO DEMOCRÁTICO DE LOS CÍRCULOS
Los círculos son un espacio para el intercambio de ideas y de debate. La herramienta básica que permite a los ciudadanos empoderarse y participar activamente en política para trasladar al espacio social, y de forma plausible, sus ideas consensuadas mediante procesos asamblearios. Una de las peculiaridades de los círculos es su carácter aperturista, ya que cualquier persona, independientemente de su estado o condición, puede integrarse en ellos siempre que suscriba el compromiso ético de Podemos. Como todo código ético, el de Podemos es un texto que define los valores de la organización y la “manera de ser” que sus miembros deben adoptar en pro del bien común. Sin embargo, el estado de provisionalidad de este compromiso ético genera resistencias y da lugar a situaciones de conflicto dentro de los círculos producidas por actos que trasgreden sus futuros protocolos. Como propuesta, y con el objetivo de solventar el vacío producido por el estado de provisionalidad del código ético de Podemos, el funcionamiento de los círculos podría regirse adaptando los artículos de la Declaración Universal de los Derechos Humanos (DUDH)¹, al funcionamiento interno de los círculos. La DUDH es un convenio ratificado a escala transnacional y suscrito por el estado Español², por tanto su legitimidad y vigencia son incuestionables. La adaptación de los artículos de la DUDH nos permite configurar un código ético claro, comprensible e incontrovertible:
ARTÍCULO 1. Todos los seres humanos nacen libres e iguales en dignidad y derechos y, dotados como están de razón y conciencia, deben comportarse fraternalmente los unos con los otros.
Adaptación: Todos los integrantes del círculo deben relacionarse en condiciones de horizontalidad y trabajar para garantizar la igualdad entre ellas, independientemente de su estado o condición. ³<>
ARTÍCULO 13 1. Toda persona tiene derecho a circular libremente y a elegir su residencia en el territorio de un Estado. 2. Toda persona tiene derecho a salir de cualquier país, incluso el propio, y a regresar a su país.
Adaptación: Todos los integrantes del círculo tendrán libertad para establecer relaciones con otros círculos, con independencia de su carácter territorial o sectorial, cesar su relación con ellos, y a expresarse en las plataformas telemáticas facilitadas por Podemos para el debate y el intercambio de ideas. <>
ARTÍCULO 3, 18 Y 19 Todo individuo tiene derecho a la vida, a la libertad y a la seguridad de su persona. Toda persona tiene derecho a la libertad de pensamiento. Todo individuo tiene derecho a la libertad de opinión y de expresión; este derecho incluye el no ser molestado a causa de sus opiniones, el de investigar y recibir informaciones y opiniones, y el de difundirlas, sin limitación de fronteras, por cualquier medio de expresión.
Adaptación: Todos los integrantes del círculo deben respetar las opiniones e ideas de los compañ[email protected] y trabajar para garantizar el acceso horizontal al discurso y la toma equitativa de la palabra. El círculo es un espacio de debate, y como tal, son las ideas expresadas lo que debe valorarse con independencia de quién las exprese. Ninguna persona debe ser molestada a causa de sus ideas u opiniones. En el caso de que las opiniones o actuaciones de una persona atenten contra el ADN de Podemos (racismo, intolerancia, difamación, deslegitimación, acoso, etc.), deben ser sometidas a debate, documentadas y trasladadas a la Comisión de Garantías una vez sea constituida. En función de su gravedad, la persona/as ejecutoras de las mismas serán cesadas como miembros del circulo y la documentación de sus actos será trasladada a la Comisión de Garantías una vez sea constituida. <>
ARTÍCULO 4 Nadie estará sometido a esclavitud ni a servidumbre; la esclavitud y la trata de esclavos están prohibidas en todas sus formas.
Adaptación: Los integrantes de los círculos tienen el derecho a participar libremente y sus aportaciones no pueden ser sometidas a los designios, el mandato o el auditaje de otros miembros del círculo, para prevenir el establecimiento de relaciones de desigualdad. <>
ARTÍCULO 5 Y 12 Nadie será sometido a torturas ni a penas o tratos crueles, inhumanos o degradantes. Nadie será objeto de injerencias arbitrarias en su vida privada, su familia, su domicilio o su correspondencia, ni de ataques a su honra o a su reputación. Toda persona tiene derecho a la protección de la ley contra tales injerencias o ataques.
Adaptación: Dentro de los círculos no se permitirán actuaciones que atenten contra el honor, la imagen, la intimidad y la integridad moral y física de las personas. Si dichas actuaciones se producen, la persona/as ejecutoras de las mismas serán cesadas como miembros del circulo y la documentación de sus actos será trasladada a la Comisión de Garantías una vez sea constituida. <>
ARTÍCULO 20 1. Toda persona tiene derecho a la libertad de reunión y de asociación pacíficas.
Adaptación: Toda persona integrante de Podemos puede reunirse libremente con otras personas siempre que su intención sea aportar trabajo e ideas para el colectivo. Este trabajo e ideas deben ser compartidas con honestidad con el resto de integrantes del círculo. No se permitirán reuniones con el objetivo de atentar contra otros miembros del círculo y contra sus derechos reflejados en este documento. <>
ARTÍCULO 23 1. Toda persona tiene derecho al trabajo, a la libre elección de su trabajo, a condiciones equitativas y satisfactorias de trabajo y a la protección contra el desempleo.
Adaptación: Toda persona integrante del círculo tiene derecho a elegir libremente las tareas que desea desempeñar dentro del círculo. Ningún otro miembro del círculo tendrá potestad para encomendar tareas o actividades que otro miembro no desea realizar. <>
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