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Italian: ·gerund of datare··gerund of datar ... Definition from Wiktionary, the free dictionary Deze pagina is voor het laatst bewerkt op 28 apr 2017 om 08:20. De tekst is beschikbaar onder de licentie Creative Commons Naamsvermelding-Gelijk delen.Er kunnen aanvullende voorwaarden van toepassing zijn. O verbo louvar, no sentido de “enaltecer”, é habitualmente usado como transitivo directo, isto é, selecciona geralmente um complemento que não é regido por preposição (ex.: louvemos o Senhor), mas pode também ser usado com o complemento directo introduzido pela preposição a (ex.: louvemos ao Senhor), pelo que ambas as frases que refere são consideradas correctas. Bill Pay. Set up one-time or recurring payments to ensure your bills are paid on time every month. Additional features include: Payment Center: View balances, pending payments, and alerts. Quick Pay: Send safe and secure payments to merchants. Payee List: Access thousands of pre-established merchants to save time. eBills: Receive your bills electronically, securely, and on time. Datink: datando tintas El método desarrollado por la UPV/EHU ajusta hasta cinco años la datación de documentos con una técnica más exacta y menos invasiva datando. De Wikcionario, el diccionario libre. Ir a la navegación Ir a la búsqueda. Español To send this article to your Kindle, first ensure [email protected] is added to your Approved Personal Document E-mail List under your Personal Document Settings on the Manage Your Content and Devices page of your Amazon account. Then enter the ‘name’ part of your Kindle email address below. Find out more about sending to your Kindle. Hashes for datando-0.5.linux-x86_64.tar.gz; Algorithm Hash digest; SHA256: 72934cc74881b1a8182e03642fcff93ef25ea8733030f092061d58b200e298d8: Copy MD5 Questa pagina è stata modificata per l'ultima volta il 6 mag 2017 alle 19:11. Il testo è disponibile secondo la licenza Creative Commons Attribuzione-Condividi allo stesso modo; possono applicarsi condizioni ulteriori.Vedi le condizioni d'uso per i dettagli.; Informativa sulla privacy • Datando.co receives approximately 1.3K visitors and 2,884 page impressions per day.

A cura para as formas mais graves e resistentes da malária foi descoberta nos anos 70 através de uma pesquisa em textos medicinais de 1600 anos atrás.

2020.09.19 15:32 ssantorini A cura para as formas mais graves e resistentes da malária foi descoberta nos anos 70 através de uma pesquisa em textos medicinais de 1600 anos atrás.

A malária tem diversos agentes etiológicos. Os mais leves são tratados com Cloroquina e Primaquina. Os mais graves (causados pelo Plasmodium Falciparum) são tratados com diversas drogas mais "sofisticadas", sendo as principais Artemeter e Artesunato.
Essas drogas foram descobertas no final dos anos 60 e na década de 70, a partir de uma planta chamada Artemisia Annua. Mas como se chegou a essa planta e por quê?
A malária afeta pessoas nos trópicos há milênios. Geralmente os habitantes nativos possuem algum tipo de resistência parcial ou total a ela, mas quando pessoas de regiões não-tropicais se movem para áreas endêmicas, costumam se ferrarem legal com a doença.
Inclusive se diz que a malária foi a responsável pelo atraso da exploração do continente africano pelos europeus.
Bem, essa doença está aí há muitos séculos, mas nunca tinha sido objeto de investimentos pesados, dado que afeta regiões pobres e portanto o lucro potencial para medicamentos é pouco e não compensa. A malária vem sendo tratada com substâncias "naturais" como quinino há alguns séculos, mas nem todas as formas de malária são tratáveis com quinino ou com a cloroquina (medicação mais recente).
Se falta incentivo financeiro para a pesquisa de medicações anti-maláricas, é necessário outro tipo de incentivo que costuma fazer as coisas andarem: guerra.
Nos anos 60 o Vietnã do Norte invadiu o Vietnã do Sul para tentar reunificar o país sob um regime comunista. Ele tinha o apoio da URSS e da China. Enquanto o exército norte-vietnamita lutava no front, guerrilheiros vietcongues infiltrados por todo o Vietnã do Sul faziam ações de sabotagem e diversionismo.
Os vietcongues eram abastecidos por uma rota ("Rota Ho Chi Minh") que passava por Laos e Camboja. Nos anos 60, essa rota começou a ser afligida pelo tipo mais grave e resistente da malária, o que embaçava o suprimento, que por si só já era penoso.
Achar uma cura para todas as formas de malária passou a ser uma questão importante, pois o esforço de guerra precisava disso para continuar.
Ho Chi Minh fez um acordo com Mao Zedong. Este último criou o Projeto 523 para a pesquisa de uma cura para a malária. Foi uma espécie de "Projeto Manhattan" da malária. Uma das encarregadas pelo projeto era Tu Youyou.
O problema era como achar uma substância anti-malárica em pouco espaço de tempo. Tu Youyou teve uma idéia: ao invés de sair pesquisando ervas e outras substâncias a esmo, por que não perguntar aos camponeses nativos e pesquisar nos textos medicinais antigos?
Ela então saiu pessoalmente entrevistando camponesess nativos e catalogando as receitas que eles davam. Ao mesmo tempo,sua equipe vasculhou textos taoístas antigos, alguns datando de antes do Império Chinês ("Era dos Reinos Combatentes"). Não sei ao certo quantos textos vasculharam, mas foram muitos milhares. Por fim, acharam algo em um texto de 1600 anos: uma receita para "febre intermitente" baseada na planta Artemisia Annua. Daí foi só questão de aprimorar a extração do composto (a receita antiga mandava ferver, mas isso desnaturava algumas moléculas) e o resultado foi um estrondoso sucesso no teste com ratos. Daí pra frente foi só estudar a molécula, a farmacologia e criar variantes.
Por esse trabalho, Tu Youyou ganhou o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 2015.
Quais as 2 lições que podemos tirar desse caso?
1- Plagiar, colar ou pescar de textos prévios dá menos trabalho do que pesquisar do zero.
2- A guerra faz a ciência andar.
submitted by ssantorini to brasilivre [link] [comments]


2020.08.27 02:04 menem95 Análisis The Walt Disney Company (NYSE:DIS)

Hola! Hace un par de semanas compartí una breve investigación que había hecho sobre American Airlines (NASDAQ:AAL) que fue relativamente bien recibida. Ahora comparto esta que hice sobre Disney (NYSE:DIS), quizás a alguien le sirva. Por supuesto recibo criticas, sugerencias, puteadas, etc.
-Link análisis AAL: https://www.reddit.com/merval/comments/i7eh5d/an%C3%A1lisis_american_airlines_nasdaqaal/

The Walt Disney Company (DIS)

The Walt Disney Company (NYSE:DIS) es una compañía multinacional estadounidense dedicada principalmente a los medios de comunicación masivos y a la industria del entretenimiento. Su sede está en Burbank, California, EEUU. La compañía cotiza bajo el ticker DIS, en Nueva York, a un precio de US$ 127,44 al 23/8/2020. Goza de un tamaño prominente, teniendo 223 mil empleados y una capitalización de mercado de 230.292M de dólares. Disney integra el índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) desde 1991, y también integra el S&P 100 y el S&P 500.
Evaluando más en detalle el desempeño de la acción, la acción cotiza US$ 127,44 al 23/8/2020. Hace aproximadamente un año, el 26/8/2019 la acción cotizaba a US$ 137,26 lo que representa una caída aproximada del 7,15% anual (TTM). La caída es mas pronunciada YTD, Disney cotizaba US$ 148,2 a principios de año, por lo que al día de hoy la caída seria del 14%. No obstante, la acción a recuperado bastante valor después de la caída pronunciada que sufrió en Febrero-Marzo, llegando a cerrar a US$ 85,76 el 23/3/20 (habiendo subido un 48% desde entonces). Es para destacar que desde dicha caída se vio un significativo incremento en el volumen operado del papel. Mirando brevemente las medias móviles, vemos que la cotización actual esta por encima del promedio de 30 días (US$ 122,73), del de 90 días (US$ 115,98) y de 200 días (US$ 124,12). Con respecto al mercado, al 25/8, desde comienzo de año Disney se desempeñó por debajo del S&P 500 (5,7%), y del DJIA (-2,15%), con desempeño de -12,42% YTD.[1]
La compañía fue fundada en 1923 por los hermanos Walt y Roy Disney. A lo largo de su historia, Disney se consolidó como líder en la industria de animación estadounidense y luego diversificó sus negocios dedicándose a la producción de películas live-action, televisión y parques temáticos. A partir de 1980 Disney creo y adquirió diversas divisiones corporativas, para penetrar en mercados que fueran mas allá de sus marcas insignia orientadas a productos familiares.
Disney es conocida por su división de estudios cinematográficos (The Walt Disney Studios), que incluye Walt Disney Pictures, Walt Disney Animation Studios, Pixar, Marvel Studios, Lucasfilm, 20th Century Studios, Searchlight Pictures y Blue Sky Studios. Otras unidades y segmentos de la compañía son Disney Media Networks; Disney Parks, Experiences and Products y Walt Disney Direct-to-Consumer & International. A través de estas unidades, Disney posee y opera canales de televisión como ABC, Disney Channel, ESPN, Freeform, FX y National Geographic, así como también venta de publicidad, merchandising y música. También tiene divisiones de producción teatral (Disney Theatrical Group) y posee un grupo de 14 parques temáticos alrededor del mundo.
Es evidente la complejidad de las operaciones de Disney, por lo que vale la pena ir un poco mas a fondo en la composición de los segmentos operativos de Disney, en base al reporte anual de 2019 (mas representativo que el ultimo reporte trimestral en medio de la pandemia), donde encontramos cuatro segmentos relevantes. El primer segmento, denominado “Media Networks”, compuesto principalmente por los canales domésticos de TV, este segmento generó 24.827M US$ de ingresos en 2019 (un 34,7% del total). El segundo segmento es el de “Parks, Experiences and Products”, compuesto por los parques temáticos, resorts y cruceros de las compañías, así como también de las licencias de los nombres, personajes y marcas de la compañía y de los productos de merchandising propios, este segmento reportó 26.225M US$ de ingresos en 2019 (un 36,66% del total, el segmento mas relevante de la compañía). El tercer segmento, es el de “Studio Entertainment” que contiene las operaciones de producción de películas, música y obras de teatro, así como también los servicios de post-produccion. Este segmento reportó 11.127M US$ (un 15,55% del total). El ultimo segmento, quizás el mas interesante es “Direct-to-Consumer & International”, donde además de contener las operaciones internacionales de TV y servicios de distribución de contenido digital como apps y paginas web, se incluyen las unidades de servicios de streaming de Disney, compuestas principalmente por Hulu, ESPN+ y Disney+. Este sector reporto ingresos por 9.349M US$ (un 13,07%, enorme incremento respecto del 5,6% que reportó en 2018).
Respecto a la distribución territorial de las operaciones, es notorio el bagaje del mercado doméstico (EEUU y Canadá) donde concentraron en 2019 el 72,6% de las operaciones. Vale destacar también que hubo un incremento significativo interanual de las operaciones en los mercados de Asia-Pacífico (del 9,3% al 11,2%) y en Latinoamérica y otros mercados (del 3,09% al 4,61%).
En lo que respecta a la política de dividendos de la compañía, encontré registros de pago constante de dividendos desde al menos 1989. El ultimo dividendo fue el 13/12, habiendo pagado $0,88 y arrojando un dividend yield anual de 1,2%. La compañía decidió omitir el dividendo semestral correspondiente al primer semestre de 2020 por la pandemia del COVID-19.[2]
Evaluando un poco la posición financiera de la empresa, a junio de 2020, según el balance presentado, Disney tenia activos corrientes por 41.330M US$ y pasivos corrientes por 30.917M US$, lo que resulta en un working capital (activos corrientes netos, activos corrientes menos pasivos corrientes) de 10.413 US$. El working capital entonces representa el 33,68% de los pasivos corrientes (Con lo cual, el current ratio es de 1,34 apreciándose una mejoría respecto del 0,9 reportado en septiembre 2019). En relación con la deuda de largo plazo, la podemos estimar en 70.052M US$ (borrowings + other long-term liabilities), dado que en septiembre 2019 la cifra era de 51.889M US$, vemos que sufrió un aumento considerable (en el orden del 35%).
Respecto a los flujos de efectivo de Disney, vemos que en lo que va del año fiscal (septiembre 2019-junio 2020) Disney reportó flujo de efectivo por operaciones por 5949M US$, casi lo mismo que reportó para todo el año fiscal 2019 (5984M US$). Viendo la evolución de 10 años del CF de operaciones:

Año (sept-sept) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
CF de operaciones (mill. USD) 6578 6994 7966 9452 9780 11385 13136 12343 14295 5984
Dif. Anual % 6,32 13,9 18,65 3,47 16,41 15,38 -6,04 15,81 -58,14
Viendo la evolución en 10 años del flujo de efectivo de operaciones, vemos que en 2019 hubo una drástica reversión de la tendencia al alza que se venia reportando (con un 58,14% de caída interanual). Esto se debe en parte a la política de adquisiciones de la empresa, que vemos reflejado en el flujo de efectivo por inversiones, equivalente en 2019 a -15.096M US$ (muy por encima del promedio de 2010-2018, equivalente a -4179,4M US$).
En lo relativo a las ganancias de la compañía, para el Q2 2020[3] Disney reportó pérdidas por 4721M US$ (contra una ganancia de 1760M US$ para el Q2 2019). La situación se atenúa considerando las cifras para los últimos nueve meses (Q4 2019-Q2 2020), donde Disney totalizó perdidas por 1813M US$. No obstante, la situación del COVID-19 distorsiona nuestro análisis a largo plazo, por lo que para analizar la evolución interanual desde los últimos 10 años, utilizare los datos de los reportes anuales (datando el ultimo de septiembre 2019).

Año (sept-sept) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Net Income (mill. USD) 3963 4807 5682 6136 7501 8382 9391 8980 12598 11054
Dif. Anual % 21,3 18,2 7,99 22,25 11,75 12,04 -4,38 40,29 -12,26
Como se puede ver en el cuadro, pese al revés sufrido por las obvias complicaciones de la pandemia, el historial de ganancias de Disney es sólido. La compañía tuvo en los últimos 10 años, 2 años de contracción en las ganancias (2017 y 2019), pero en términos generales, las ganancias crecieron a una tasa promedio del 13,02% los últimos 10 años. Para evaluar el crecimiento general estos 10 años, si tomamos el promedio de los primeros 3 años (2010-2012) y el promedio de los últimos 3 (2017-2019), las ganancias de Disney crecieron un 125,8%.
Mirando un poco de ratios, analizaré el EPS (Earnings Per Share) de la acción. Para el Q2 2020, Disney presentó un EPS negativo, de -2,61, contra un 0,98 obtenido en el Q2 2019. Refiriéndonos al desempeño pre-pandemia, el EPS promedio anual de los últimos 5 años fue de 6,3 y el ultimo EPS anual reportado (septiembre 2019) estaba ligeramente por encima, alrededor de 6,68.[4] En lo respectivo al Price/Earning, el P/E (TTM) al valor de la acción del 23/8 es de -208,9. No obstante, si eliminamos la distorsión producto de la pandemia, calculando las ganancias promedio de los últimos 3 años (de acuerdo con los reportes anuales), es de 18,38, lo cual es un valor aceptable dada la coyuntura de los últimos años. En lo que respecta al Price-To-Book (P/B) ratio, el book value a junio 2020, es de 50, por lo que el P/B (siempre al precio del 23/8) es de 2,54, un valor razonable dados los promedios de los sectores en los que Disney tiene incidencia.[5] El ultimo ratio a analizar es Price/Assets (P/E*P/B) que, (usando P/E con promedio de las ganancias de los últimos 3 años) arroja un valor de 46,68.
Sobre el soporte institucional de la compañía, Disney tiene un apoyo considerable, calculado en el 66,42% del flotante en manos de instituciones. Los tenedores líderes son Vanguard con el 8,22%; BlackRock (NYSE:BLK) con el 6,32% y State Street Corporation (NYSE:STT) con el 4,19%. Otros tenedores significantes (1-2%) son Bank of America (NYSE:BAC), MorganStanley (NYSE:MS) y Bank of New York Mellon (NYSE:BK).[6]
En lo respectivo al management de Disney, la primera consideración importante es respecto al legendario CEO de la compañía, Robert “Bob” Iger, quien, en febrero de este año, después de posponerlo por años, decidió dar un paso al costado como CEO de la compañía, dejando a cargo al director del segmento de Parques y Resorts, Bob Chapek. Esto duró poco, y en abril Iger volvió a tomar las riendas de la compañía.[7] No obstante, es altamente probable que, una vez estabilizado el panorama Iger retome su frustrado plan de dar un paso al costado.[8] En lo relativo a la compensación, Iger cobró 47.525.560 US$, los executive officers una remuneración promedio de 11.319.422 US$ y el empleado promedio de Disney cobró 52.184 US$.[9]
Una cosa que llama la atención del balance de Disney (septiembre 2019), es el incremento notorio del goodwill (de 31.269M US$ a 80.293M US$, un aumento del 157%). No obstante, este incremento puede deberse a la política de fusiones y adquisiciones de la compañía. Disney viene llevando en los últimos años una política de adquisiciones relativamente agresiva, ideada por el CEO Bob Iger, de las cuales podemos destacar 4 o 5 operaciones clave, la primera de ellas fue la adquisición de Pixar, la famosa empresa de animación que había despegado bajo la conducción de Steve Jobs y Ed Catmull, en 2006 por 7,4MM US$ (de esa adquisición se beneficiaron sacando películas muy exitosas como Up, Wall-E, Ratatouille, Toy Story 3, etc.). Otra adquisición clave, fue la compra de Marvel en 2009 por 4MM US$ (La última de sus películas Avengers: Endgame, la más taquillera de la historia de Disney, vendió entradas por 3MM US$). En 2012, Disney compró Lucasfilm (histórica productora de Star Wars), por 4,05MM US$, y posteriormente anunció una muy lucrativa tercera trilogía de Star Wars. Por último, en marzo de 2019, Disney concretó la adquisición de 2oth Century Fox, en marzo de 2019, por la extraordinaria cifra de 73MM US$, sus resultados aún están por verse.[10]
Analizar la competencia de Disney es algo trabajoso, dado la variedad de sectores en los que se involucra y la falta de compañías que abarquen tantos sectores como Disney. Considero que la compañía que más se aproxima en cuanto a sus operaciones y al volumen de las mismas es Comcast (NASDAQ:CMSCA), si bien Disney compite con numerosas empresas en numerosos sectores, como podrían ser, por ejemplo Cedar Fair (NYSE:FUN) o Six Flags (NYSE:SIX) en el negocio de los parques temáticos; ViacomCBS (NYSE:VIAC) o Discovery Communications (NASDAQ:DISCA) en el negocio mediático; así como Netflix (NASDAQ:NFLX) o Amazon (NASDAQ:AMZN) en el negocio del streaming, sobre los cuales hablare más adelante. También compite con segmentos de negocios de conglomerados grandes como Sony (NYSE: SNE) o AT&T (NYSE:T).
Observando a Comcast, el acérrimo rival, vemos que la capitalización bursátil es similar, siendo de 198.301M US$ para Comcast y de 234.538M US$ para Disney, así como los empleados, teniendo 190.000 (CMCSA) y 236.000 (DISN). El desempeño de ambas acciones es parejo, en términos generales Comcast tuvo mejor performance, sobre todo YTD (-3,47% contra -10,26%). En los márgenes y ratios también gana Comcast, supera ampliamente en gross margin (TTM) a Disney, con 56,78% contra 27,95% y en net margin (TTM) con 10,91% frente a un pobre -1,91%. El EPS (TTM) da 2,53 para Comcast contra -0,6 para Disney. Consecuentemente, Comcast pudo mantener un P/E positivo de 17,56.
Si bien los números parecen positivos en la comparación para el lado de Comcast, me parece relevante destacar que lo mismo que fue su mayor ventaja comparativa (la composición de sus segmentos operativos), puede ser lo que la haga perder en la comparación a futuro, dada la absoluta supremacía que tiene la operatoria relacionada con la televisión, así como la falta de un segmento de negocios dedicado al streaming de video (sobre el cual también me referiré mas adelante).[11]
Para analizar el futuro, creo que es relevante hacer unas breves conclusiones sobre la actualidad. En primer lugar, los segmentos operativos mas afectados fueron el segmento de parques temáticos, resorts, etc. y el segmento de los estudios cinematográficos con lo cual los ingresos de Disney este último trimestre quedaron a cargo, principalmente, de los canales de TV (que sufrieron una breve baja del 2%) y de los servicios de streaming.
Empezando por los sectores más afectados, respecto a la producción fílmica (Studio Entertainment), me parece que la situación no es crítica, claramente la situación de la pandemia redujo fuertemente los ingresos del sector (al haberse reducido lógicamente la asistencia a salas de cine). No obstante, el manejo del sector viene siendo exitoso hace años (en los últimos 2 años lanzaron 3 de las 4 películas más taquilleras de la historia de la compañía, Endgame, Infinity War, y el live-action de El Rey León), y no hay indicios de que esto vaya a cambiar en el futuro (hay un esquema de estrenos futuros interesante).[12]
En lo que respecta a los parques, las perspectivas no son tan buenas. La caída para el Q2 2020 fue del 85% en relación al Q2 2019. Es evidente que al haber una cuestión sanitaria de por medio, el turismo va a ser uno de los sectores mas afectados, habiendo sufrido una caída increíble en la primera mitad del año. [13] Actualmente, la actividad comercial de los parques temáticos está empezando a reanudarse, habiendo reabierto las operaciones en Walt Disney World en Florida, y estando a la espera de reabrir Disneyland en California, dada la incertidumbre de la pandemia.[14] No obstante, la recuperación fue peor de lo esperado y a partir de Septiembre Walt Disney World recortará los horarios de sus parques.[15] Asimismo, comparativamente, el desempeño de Universal Studios (propiedad de Comcast), parece ser mejor que el de Disney en esta reapertura.[16] No obstante, es importante destacar el carácter de líder absoluto de Disney en este sector,[17] con una competencia que difícilmente pueda igualar su posición, con lo cual si bien el desempeño en el corto plazo puede ser inferior al de la competencia, es altamente probable que recupere su posición dominante en el mediano-largo plazo.
Es interesante ver, en tercer lugar, el segmento “Media Networks” que consiste principalmente en los canales de TV que Disney posee. Este sector no tuvo una caída significante (solo del 2% para el Q2 2020 en relacion al Q2 2019) en el corto plazo, pero en el largo plazo, es evidente que la tendencia del sector es a desaparecer. Las encuestas y reportes muestran un lento descenso año tras año de la audiencia, tanto de TV en vivo, TV diferida y radio.[18] Con lo cual, a largo plazo, es previsible que este segmento sufra una disminución considerable en su volumen de operaciones.
También es previsible (y así lo reflejan las encuestas), que el reemplazo de la TV tradicional sea protagonizado por los servicios de video streaming (VOD), es decir, por las operaciones del cuarto segmento (Direct-to-Consumer). Disney tiene hoy 3 servicios de streaming, Hulu, ESPN+, y Disney+ (ofrece los tres en un bundle que cuesta US$ 12,99). Como ya dijimos, el incremento de los ingresos por estos servicios durante el FY 2019 fue significante. Veamos la evolución de los subscriptores a estos servicios en lo que va del FY 2020 (es decir, Q4 2019, Q1 2020 y Q2 2020).
Q4 2019 Q1 2020 Q2 2020
Hulu 30,4M 32,1M (+5,6%) 35,5M (+10,6%)
ESPN+ 6,6M 7,9M (+19,7%) 8,5M (+7,6%)
Disney+ 26,5M 33,5M (+26,4%) 57,5M (+71,6%)
Como se puede apreciar, el crecimiento es destacable, sobre todo de Disney+. Yendo producto por producto, cuesta encontrar competidores comparables con ESPN+, con lo cual Disney no tiene mucha competencia. Por su parte Hulu y Disney + son complementarios, la diferencia entre uno y otro radica principalmente en el catálogo (el de Hulu es un poco más ecléctico, el de D+ se centra principalmente en contenidos de marcas propias de Disney), así como también pequeñas características de Hulu que lo diferencian de otros servicios de streaming (incluyendo una versión alternativa de suscripción que incluye TV en directo). Estos dos servicios si se enfrentan a una feroz competencia, participando de la contienda denominada “streaming war” con gigantes como Netflix o Amazon Prime Video.
En ese orden, mientras Netflix tiene 193 millones de subscriptores,[19] y Amazon ostenta un numero similar o superior (habiendo ganado mas de 100M de subscriptores en un año), [20] Disney tiene solo 93 millones entre Disney+ y Hulu (nada mal, considerando que Disney+ está en su primer año de vida). Mirando hacia adelante es posible que el servicio que ofrece Disney expanda su base de subscriptores, así como también es muy probable que la competencia se recrudezca (incluyendo la incidencia de otros servicios como Apple TV+). En ese contexto, el principal motivo para pensar que Disney podría ganar la “guerra” los próximos años podría ser el amplísimo catálogo de licencias de personajes, series, y películas que posee el conglomerado (Star Wars, Los Simpson, Marvel y todos sus superhéroes, por solo mencionar algunos), que podrían tener muchísimo mas peso que las producciones originales de sus competidores. Por otro lado, el servicio de Amazon, por ejemplo, resulta mas atractivo en cuanto a pricing, porque le es ofrecido como un beneficio a todos los que cuentan con una subscripción de Amazon Prime)
A forma de conclusión, es difícil imaginar un futuro adverso a largo plazo para Disney. Sin embargo, su desempeño en el corto-mediano plazo dependerá de varios factores (quizás valga la pena analizar Comcast para el corto-mediano plazo, para el largo parece ser una desventaja fatal el hecho de que no estén compitiendo fuerte en la guerra por el streaming), en mi opinión, principalmente de la reactivación del turismo (tanto domestico como internacional) así como del desempeño de sus servicios de streaming (y el desempeño de sus competidores).
Fuentes
-Forms 10-K y 10-Q, principalmente los últimos, toda la información esta en https://thewaltdisneycompany.com/investor-relations/
-Yahoo! Finance: https://finance.yahoo.com/quote/DIS?p=DIS
-Otras fuentes, especificadas en los footnotes

[1] Datos en base a gráficos de https://www.tradingview.com/chart/
[2] Datos de https://www.macrotrends.net/stocks/charts/DIS/disney/dividend-yield-history y https://www.nasdaq.com/market-activity/stocks/dis/dividend-history
[3] El año fiscal de Disney comienza en septiembre, por lo que los reportes de ellos (y el orden de los trimestres del año fiscal) se presentan en consecuencia. No obstante, cada vez que me refiera a un determinado trimestre o quarter, lo hago en base al año calendario.
[4] En base a datos de los filings ante la SEC y de https://www.macrotrends.net/stocks/charts/DIS/disney/shares-outstanding
[5] En base a una comparación con datos de https://siblisresearch.com/data/price-to-book-secto
[6] Información de https://finance.yahoo.com/quote/DIS/holders?p=DIS
[7] Información de https://www.nytimes.com/2020/04/12/business/media/disney-ceo-coronavirus.html
[8] Si se quiere mas insight sobre Bob Iger, es recomendable la biografía de Steve Jobs que hizo Walter Isaacson
[9] Datos del proxy statement de 2020 https://otp.tools.investis.com/clients/us/the_walt_disney_company/SEC/sec-show.aspx?FilingId=13852150&Cik=0001744489&Type=PDF&hasPdf=1
[10] Ver https://www.cnbc.com/2019/08/06/bob-iger-forever-changed-disney-with-4-key-acquisitions.html , https://money.cnn.com/2006/01/24/news/companies/disney_pixar_deal/ , https://money.cnn.com/2009/08/31/news/companies/disney_marvel/ , https://www.bbc.com/news/business-20146942 , https://www.the-numbers.com/box-office-records/worldwide/all-movies/theatrical-distributors/walt-disney entre otros
[11] Comparaciones con el screener de TradingView: https://www.tradingview.com/screene
[12] Ver https://editorial.rottentomatoes.com/article/upcoming-disney-movies/
[13]Estadísticas del sector en: https://tradingeconomics.com/united-states/tourist-arrivals
[14] Ver https://www.usatoday.com/story/travel/experience/america/theme-parks/2020/08/10/disneyland-california-theme-parks-left-limbo-covid-19-surge/3319886001/
[15] Ver https://deadline.com/2020/08/walt-disney-world-cut-hours-september-1203008260/
[16] Ver https://www.foxbusiness.com/lifestyle/universal-sees-more-visitors-than-disney-amid-coronavirus-report
[17] Ver https://www.forbes.com/sites/niallmccarthy/2019/05/23/the-worlds-most-popular-theme-parks-in-2018-infographic/#7c2354e577ac , https://edition.cnn.com/travel/article/most-popular-theme-parks-world-2018/index.html , https://www.teaconnect.org/images/files/TEA_268_653730_180517.pdf
[18] Ver https://www.nielsen.com/us/en/insights/report/2020/the-nielsen-total-audience-report-august-2020/
[19] Form 10-Q Q2 2020 Netflix: https://d18rn0p25nwr6d.cloudfront.net/CIK-0001065280/bcff7d52-7a7d-4e0c-8265-4b6860929fb1.pdf
[20] Ver https://www.forbes.com/sites/petercsathy/2020/01/31/amazon-prime-video-the-quiet-ominous-streaming-force/#6abbe5e41f1a
submitted by menem95 to merval [link] [comments]


2020.06.25 03:26 IntroHoover Pessoal, precisamos falar sobre o Jeff the Killer.

Existem muitas, mas muitas pedras a serem viradas a respeito do Jeff. Eu pretendia postar isso em um subreddit gringo, tentar reunir um pessoal num server do Discord pra fechar de vez esse caso, mas no que se refere a investigações eu confio mais nesse subreddit (e seu ilustríssimo proprietário, claro) do que qualquer outro meio por aí. Então... por favor, me ajudem.
Há controvérsias sobre absolutamente tudo a respeito do Jeff. O principal alvo de investigações é aquela infame foto que todos vocês já conhecem, entretanto... a própria origem do texto da pasta é meio turva também.
Alguém aí topa escavar comigo? :)
BOO!
[EDIT] Obrigado pela paciência e perdão pelo atraso, pessoal. Como prometido... eis aqui o que eu fui capaz de encontrar.
Comecemos pelo começo. Ao pesquisar por "Jeff the Killer" no Google Trends, percebe-se que essa palhaçada começou em janeiro de 2012, e explodiu que nem as Torres Gêmeas nos dois anos seguintes. Sério, olha o gráfico dessa porra nos Estados Unidos.
https://preview.redd.it/rgsmrul7z3751.png?width=1920&format=png&auto=webp&s=462e08a1ab17c810e915daea8541c89ee3a7fdc1
Ate aí, confere. A maioria das pessoas lembra ter tido contato com a pasta nesse período de 2012-14 mesmo, eu inclusive. Aliás, eis aqui o blog em que eu li essa história traduzida pro português em 2013. Como dá pra ver, é um blog de creepypastas, e se eu me lembro bem, ele era a referência na época pra quem quisesse ler pastas traduzidas.
E mais uma coisa: a imagem que representava o Jeff pra mim e pros meus amigos na época era essa aí. Também tenho como objetivo achar a origem dela, se possível.
OK, mas se pesquisarmos agora por "Jeff the Killer" no Google, o primeiro resultado será um artigo da Villains Wiki.
Lá, diz que a pasta foi escrita por um tal "GameFuelTv" e que existiu um vídeo de 2008 de um tal Sesseur que postou um vídeo da história "original" do Jeff, usando a tal infame foto. O vídeo original foi derrubado por algum motivo, mas há um suposto re-up: https://www.youtube.com/watch?v=Vy69mQQRfCM&feature=emb_logo.
Lá também há versões alternativas da foto. Seguem:
https://preview.redd.it/hmc8gwjkb4751.jpg?width=243&format=pjpg&auto=webp&s=9341e013979101d794c215869eb48c9db63941be
Diz na legenda que essa é a versão \"não-photoshopada\" da foto, mas há controvérsias.
Também é linkado um vídeo do MrCreepypasta, que postou uma versão narrada da história que conhecemos no dia 29 de novembro de 2011 (que pode ser encontrada em inglês aqui) que possivelmente foi o que deu ao Jeff a popularidade que ele tem (ou pelo menos teve). Nesse vídeo, é usada um edit da foto clássica com um sorriso enorme e deformado.

https://preview.redd.it/e1mytio4c4751.png?width=1920&format=png&auto=webp&s=71a05f751c8a47bcb2c3ae05df50d0491330fd5a
Para a versão em inglês da história, eu fui pro terceiro resultado, do site creepypasta.com, onde aparentemente temos a versão original da pasta, datando de 12 de agosto de 2012. No rodapé, achei algo interessante.
Tem créditos pro tal Sesseur aqui, dizendo que ele criou o Jeff, e que essa pasta era uma fanfic em cima do Jeff "original" do Sesseur. Esses links dão pra página do Deviantart do tal Sesseur, com posts de 2019 em que ele escreve a versão dele do Jeff. Não é claro que esse Sesseur do Deviantart seja o mesmo que postou a história do YouTube.
https://preview.redd.it/pjmejs9044751.png?width=1920&format=png&auto=webp&s=3a5fee9957e5456ae684810519a8a1cfe93844ef
Mas de um jeito ou de outro: esse rodapé não estava aqui em agosto de 2012. Decidi ir à Wayback Machine. Achei o que aparentemente era o primeiro registro dessa copypasta na internet.
https://preview.redd.it/v6rsqis7e4751.png?width=1920&format=png&auto=webp&s=80d6fadedcfeef95ffbe3ccc68a050c668fa0be0
Mas lá embaixo, olha o que eu achei:
https://preview.redd.it/mpyy51pqe4751.png?width=1920&format=png&auto=webp&s=6fa11f103cb026352072e38838bb11fc59b7ffb3
A clássica foto e uma menção de crédito ao Sesseur com um link, também citadon a descrição do vídeo do MrCreepypasta como fonte. O link dá pra página da Creepypasta Wiki do Jeff the Killer, que já não existe mais: foi deletada em setembro de 2014 pela comunidade, que ODIAVA essa pasta e não aceitava considerá-la "digna" de estar catalogada lá. Foi aberta uma votação, e a página foi deletada. Mas a coisa é: a copypasta parece ter surgido na própria Wikia: publicada pelo tal GameFuelTv.
Eis aqui uma captura de 21 de novembro de 2011 do extinto link do Jeff na Creepypasta Wikia.
https://preview.redd.it/4vt6rwd7i4751.png?width=1920&format=png&auto=webp&s=88dcb6b2224ff8139fb5f8294965a012e83d8860
Não achei a data de publicação em nenhum lugar, mas ao que tudo indica, foi em Agosto - Novembro de 2011.
Pessoal, isso é só a ponta do iceberg. Stay tuned para mais updates em breve.
[UPDATE] Pessoal, acho que vou ter que passar o controle pra vocês. Estou super atabalhoado com uns compromissos escolares e simplesmente não tem como eu continuar fazendo muita pesquisa no momento. Enfim, eu respondi todos os comentários que vocês deixaram e joguei um monte de links na rodinha. Se vocês realmente pretenderem continuar investigando, boa sorte! Podem me mandar DM se precisarem de mais links ou que eu esclareça alguma coisa.
Valeu,
IntroHoover
Go to sleep.
submitted by IntroHoover to fabricadenoobs [link] [comments]


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